Arquivo de Novembro de 2007
Difícil de Usar
Publicado em 14 de Novembro de 2007
Para comemorar o dia mundial da usabilidade, celebrado no passado dia 8, a APPU lançou o web site Difícil de Usar. O objectivo é recolher testemunhos sobre produtos e serviços que usamos na nossa vida quotidiana e que nos colocam problemas de utilização.
O Difícil de Usar estará activo até ao final de Novembro. Nessa altura os vários testemunhos serão enviados às entidades responsáveis pelos “objectos de protesto”.
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User Research em Projectos Web
Publicado em 2 de Novembro de 2007
Este é o primeiro de uma série de artigos que publicarei em torno do user research. Neste artigo inicial arriscarei uma definição desta corrente de investigação e farei um pequena análise crítica do que conheço do mercado português.
Tal como em outras áreas de actividade, nos projectos Web também não existem “fórmulas mágicas” de sucesso, cada caso implica uma abordagem distinta. No entanto, é indiscutível que o sucesso deste tipo de projectos está directamente relacionado com o conhecimento que temos das práticas e representações da nossa audiência.
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Crash Course em GTD
Publicado em 2 de Novembro de 2007
Como a maioria dos mortais, quer o admitam ou não, para mim o início de um novo ano é sempre marcado por um rodopio incessante de ideias. 2005, nesse aspecto, foi um ano igual aos outros.
Essas ideias passaram a projectos que iriam revolucionar a minha vida e trazer-me "realização profissional", "rios de dinheiro", "o amor da minha vida" e uma "saúde de ferro". Enfim, os pilares convencionais de uma “vida feliz” na sua visão mais idílica da sociedade ocidental. Escusado será dizer que a concretização do sonho foi no máximo residual, mas algo mudou…
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A Arte está na Rua
Publicado em 2 de Novembro de 2007
Sempre tive uma reacção um pouco ambivalente em relação ao “mundo institucional da arte”: se por um lado alguns dos artistas mais reconhecidos por esse mundo me tocam, por outro um substancial número deles não me dizem absolutamente nada.
Independentemente do maior ou menor valor intrínseco de uma obra de arte, é indesmentível que a sua “consagração” está directamente dependente de um complexo, mas reduzido, grupo de actores sociais e colectivos (críticos, galerias, Estado, mecenas, etc.) que define o que é e o que não é arte merecedora de ser apreciada.