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guspim.net - Projectos Web, Produtividade e "Mundo da Vida"

Enough Pepper

Publicado em 30 de Setembro de 2008

Não, não vos vou dar nenhuma receita culinária (pelo menos neste artigo), mas sim falar um pouco da “minha” empresa cujo web site lançámos a semana passada.

A Enough Pepper é a empresa de desenvolvimento de aplicações informáticas que fundei com o Miguel Arroz, o João Alfaiate e o Paulo Andrade no início deste ano. Ou melhor, é um sonho comum tornado realidade.

Mais do que uma simples empresa, a Enough Pepper é a expressão viva de uma filosofia de trabalho assente na colaboração, não só entre os membros da equipa, mas, também, com o meio envolvente.

Hum, pensam vocês, que conversa é esta? O que é que este tipo quer dizer? Que pensamos nos projectos como “organismos vivos”; que não traçamos planos na pedra; mas sim aprendemos com as experiências e adapta-mo-nos continuamente ao que nos rodeia. Nem que seja para cortar a direito com tudo o que é convenção ;-).

Enquanto gestor de projecto das várias aplicações da empresa, é particularmente motivador trabalhar com pessoas que, tal como eu, acreditam que boa disposição e frontalidade são aptidões tão importantes para o sucesso como a competência técnica.

É impressionante que numa equipa em que quase todos são conhecidos pela sua personalidade vincada (pensem no rezingão da Branca de Neve e os Sete Anões) nunca tenha havido uma discussão grave.

Os dois principais projectos são o Survs, de que já falei aqui, e o xSort que será tema de um próximo artigo. Na calha está uma terceira aplicação, mas que só deverá ver a luz do dia no próximo ano.

Ah… O nome; acabei por não falar nele… A ideia é simples: desenvolvemos aplicações que se definem por um equilíbrio entre a simplicidade de utilização e o poder que oferecem. Pensem num prato com o tempero certo; nem mais nem menos: no ponto!

Qualquer semelhança entre o nome e o meu apelido é pura coincidência. A sério, nem sequer foi sugerido por mim…

3 Comentários | Comentar

“Que pensamos nos projectos como “organismos vivos”; que não traçamos planos na pedra; mas sim aprendemos com as experiências e adapta-mo-nos continuamente ao que nos rodeia. Nem que seja para cortar a direito com tudo o que é convenção ;-).”

Isso me parece uma ótima desculpa para se abandonar coisas demoradas, porèm essenciais de um projeto, como planejamento, padronização, documentação, etc. Esse tipo de coisinha essencial que facilita no futuro ;-)

Afinal o cliente sempre quer o projeto funcionando, danem-se as convenções.

Já parou para pensar que ultimamente “colaboração” tá virando sinônimo de comunismo? E vimos que a URSS não deu muito certo…
Esse estereótipo é muito manjado, não precisariam fazer mais um marketing vantajoso para se destacar. A empresa que trabalho aqui em Curitiba – PR faz a mesma coisa que vocês propõe fazer, isto que eu não gosto.

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Julio Vedovatto
30 de Setembro de 2008
18h:00m

Penso que compreendeste mal o que escrevi :-).

Apesar de não ter nada contra metodologias de trabalho mais pragmáticas, nem sequer as sigo.

A capacidade de adaptação é sempre salutar e não é minimamente incongruente com um bom planeamento. Pelo contrário, qualquer projecto bem pensado e delineado deve prever as contingências.

Quando à tua comparação entre colaboração e comunismo, sinceramente não a percebo… Mas no nosso caso a colaboração não é um chavão de marketing, mas sim uma filosofia de trabalho.

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Gustavo Pimenta
30 de Setembro de 2008
18h:53m

Parabéns a todos pelo trabalho desenvolvido e pelo lançamento do site da empresa!

Eu vou continuando a acompanhar os pequenos passos… ;)

E claro, concordo que a colaboração é fundamental no trabalho em equipa!

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Joana
30 de Setembro de 2008
22h:59m

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