Ouvi falar do Simplenote pela boca do Merlin Mann, numa entrevista sobre workflows no podcast Mac Power Users. Como tinha uma enorme embirração pelo Notes, a app nativa de notas do iPhone, resolvi testar em que medida o Simplenote se adaptava ao meu próprio workflow.
Rapidamente percebi o fascínio do Merlin por esta aplicação, aliás este 3 em 1, que não só contrasta claramente com a abordagem demasiado estilizada do Notes como também permite a sincronização com um serviço web e com várias aplicações desktop (eu uso o Notational Velocity).
Só alguns dias mais tarde é que percebi que o Simplenote é uma das únicas aplicações que está integrada com o Textexpander Touch no iPhone, o que me permite acelerar brutalmente a tomada de notas através do uso de shortcuts para gerar trechos de texto previamente definidos.
Com um setup que me garante ter notas sincronizadas entre 1 iPhone, 2 desktops e a web, o Simplenote não só passou a ser parte integrante do meu workflow como diria mesmo que o revolucionou. Ultimamente andava a carregar a aplicação de gestão de tarefas que utilizo, o OmniFocus, com pequenas notas que fazia sobre vários projectos; o Simplenote veio alterar esse workflow ao dar “casa própria” a essas notas que não são obviamente tarefas.
Após este relato, fica o conselho para os fanáticos da produtividade que por aí andam: não se agarrem demasiado a nenhum sistema ou teoria, mudem de vez em quando uma das “peças da engrenagem” e vão ver que têm agradáveis surpresas.
1 Comentário | Comentar
Nunca tinha ouvido falar no simplenote mas pelo que vi parece interessante
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30 de Junho de 2010
18h:42m
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