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	<title>guspim.net &#187; e-learning</title>
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		<title>[Entrevista] Joana Viana (2)</title>
		<link>http://guspim.net/2008/10/02/entrevista-joana-viana-2/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/10/02/entrevista-joana-viana-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 10:49:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-learning]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[ciências da educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Teclar]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Após uma <a href="/2008/09/04/entrevista-joana-viana-1/">primeira parte da entrevista</a> focada no percurso académico e profissional da Joana, vamos conhecer um pouco melhor alguns dos seus projectos e saber como perspectiva o futuro.</p>

<p class="mb05">Não posso deixar de manifestar aqui alguma "inveja saudável" pelas experiências vividas pela Joana no Projecto Teclar. Depois de lerem a resposta à primeira pergunta, e os testemunhos dos participantes, vão perceber porquê ;-). </p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="150" height="150" title="Joana Viana" alt="Joana Viana" src="/img/artigos/entrevista-joana-viana-1/joanaviana.jpg"/></p>
<dl>
<dt>Joana Viana</dt>
<dd>Formadora, investigadora, gestora de conteúdos, …</dd>
</dl>
</div>
<p>Após uma <a href="/2008/09/04/entrevista-joana-viana-1/">primeira parte da entrevista</a> focada no percurso académico e profissional da Joana, vamos conhecer um pouco melhor alguns dos seus projectos e saber como perspectiva o futuro.</p>
<p>Não posso deixar de manifestar aqui alguma &#8220;inveja saudável&#8221; pelas experiências vividas pela Joana no Projecto Teclar. Depois de lerem a resposta à primeira pergunta, e os testemunhos dos participantes, vão perceber porquê ;-). </p>
<p>Esta não será certamente a última &#8220;presença&#8221; da Joana neste espaço, pois tencionamos escrever em co-autoria alguns artigos sobre técnicas de investigação. </p>
<div id="interview">
<h2>O que é o projecto Teclar? Partilha algumas experiência(s) gratificante(s) que tenhas tido no Teclar.</h2>
<p>O <a href="http://blogs.esel.ipleiria.pt/60mais/category/projecto-teclar/">Projecto Teclar, Ensinar e Aprender entre Gerações com Tecnologias</a>, constitui um espaço de aprendizagem e partilha de experiências e conhecimentos, entre adultos com mais de 50 anos e crianças alunos do 1º ciclo, com base na realização de actividades centradas no uso do computador e da Internet.</p>
<div class="siContainer">
<a class="naked" href="http://blogs.esel.ipleiria.pt/teclar/projecto/"><br />
<img class="si" width="200" height="163" title="Projecto Teclar, Ensinar e Aprender entre Gerações com Tecnologias" alt="Projecto Teclar, Ensinar e Aprender entre Gerações com Tecnologias" src="/img/artigos/entrevista-joana-viana-1/logoTeclar.gif"/><br />
</a>
</div>
<p>É desenvolvido na Escola Superior de Educação de Leiria (ESEL), do Instituto Politécnico de Leiria (IPL), desde Novembro de 2005, e tem como objectivo aproximar os mais velhos dos mais novos, em termos de conhecimentos e aprendizagens, associados ao uso das novas tecnologias, mobilizando os saberes, experiências e memória individual e colectiva dos adultos envolvidos. </p>
<p>Adultos e crianças aprendem colaborativamente, constituindo as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) o impulso das aprendizagens realizadas, troca de saberes e interacção entre as duas gerações.</p>
<p>Com a sua participação, os adultos elevam a auto-estima, a auto-confiança e motivação para aprenderem; estreitam a relação estabelecida com os mais novos, netos e filhos, ao nível de conhecimentos e aprendizagens associadas à utilização das novas tecnologias, podendo desenvolver actividades juntos no computador e comunicarem pela Internet. </p>
<p>Por seu lado, as crianças têm a oportunidade de aprenderem temáticas curriculares e desenvolverem competências ao nível do saber ser e do saber estar, de modo não formal e não escolar, em contacto com “novos” educadores.</p>
<div class="mb2 mt2">   <object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/esZYr-hnMFk&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/esZYr-hnMFk&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></div>
<p>O blogue <a href="http://projectoteclar.blogspot.com">“Experiências no Projecto Teclar”</a> constitui o espaço social de partilha entre todos os intervenientes (directos ou indirectos) no Teclar. Especialmente os adultos usam-no como um espaço de partilha e comunicação uns com os outros. </p>
<p>Desde a importância da relação entre as pessoas, a liderança e a capacidade de dinamização e de motivação num projecto como este, até à partilha de ideias, de conhecimentos, de boas práticas, de sentimentos e de frustrações… tudo é determinante para que seja possível resultar!</p>
<blockquote><p>“Para mim, o Projecto Teclar foi como um totoloto com Jackpot, que saiu na minha vida, não no sentido do ganho material mas sim do conhecimento.” </p>
<p class="source">	 Eugénia Ferrari     </p>
</blockquote>
<p>É fabuloso a forma como os adultos encaram e interpretam as novas aprendizagens que realizam, o contacto que estabelecem com este “novo mundo das tecnologias”; as possibilidades que lhes são criadas pelas competências que desenvolvem a este nível, para uma melhor integração na sociedade, comunicação e relação interpessoal, especialmente com a família e amigos! </p>
<p>Ver os adultos rejuvenescer no contacto com as crianças; criarem laços de afectividade como se fossem avós e netos; resolverem problemas em grupo e gerirem conflitos… é delicioso! As crianças a explicarem com doçura e espontaneidade como copiar ficheiros, como inserir uma imagem num slide do PowerPoint, como guardar as imagens da Internet para o computador, como fazer a animação da apresentação, ou como criar uma pasta…</p>
<p>Uma das Crescidas do Teclar diz que a Internet “são janelas sempre a abrir, a abrir para o mundo!”. É uma frase que memorizei&#8230;</p>
<p>É mais do que gratificante a alegria dos adultos com as aprendizagens que realizam, com o facto de comunicarem com os filhos ou netos por e-mail ou por messenger, por saberem pesquisar na Internet, navegar por todo o mundo!</p>
<blockquote><p>“O Projecto Teclar alterou de forma positiva toda a minha vida. Além de aprender a dominar as novas tecnologias, descobri uma excelente forma de combater a solidão.” </p>
<p class="source">	 Margarida Martins    </p>
</blockquote>
<p>Ouvi-los dizer e, sobretudo, presenciar o combate à solidão que foi possível para alguns dos adultos com a sua participação no Teclar, ao ocuparem parte do tempo livre ao computador, na Internet, a conversarem à noite uns com os outros, por chat (messenger, gtalk). Estarem confiantes a ajudar os netos a pesquisarem informações na Internet, realizarem os trabalhos e imprimirem!</p>
<p>A alegria dos adultos ao dizerem que conseguiram, que foram capazes sozinhos!</p>
<p>Em cada ano do projecto houve colaboração com diferentes escolas do 1º ciclo. Cada escola, com a sua especificidade, tornou o projecto mais singular e diversificado, mais motivante e pertinente para todos os intervenientes. </p>
<blockquote><p>“O contacto com as crianças foi muito bom (…). Foram amáveis connosco, respeitaram-nos e aceitaram algumas sugestões que lhes demos. Fiquei muito sensibilizado quando ontem me cruzei na rua com uma criança do meu grupo. Eu nem dava por ela, mas a Ana Patrícia atravessou a rua para me vir dar um beijo e apresentar-me à mãe. Que maravilha! Não sei descrever o que senti…” </p>
<p class="source">	António Dias   </p>
</blockquote>
<p>Posso dizer que o Teclar constitui uma comunidade de aprendizagem, dinamizada por actores sociais, com diferentes papéis na comunidade educativa: crianças em idade escolar, adultos aposentados, professora do 1º ciclo, alunas da licenciatura em ensino básico do 1º ciclo (estagiárias), eu e a comunidade educativa envolvida (pais das crianças, familiares dos adultos, alunos, professores, etc…). </p>
<p>A experiência ao longo destes três anos tem sido formidável, muito gratificante, com momentos de verdadeira aprendizagem, colaboração e partilha de saberes, aquisição de valores e atitudes, emoções, convívio, alegria, amizade e boa disposição! </p>
<p>Cada encontro inter-geracional constituiu um momento intenso, carregado de emoções e afectividade, muito para além das aprendizagens ou aquisição de conhecimentos escolares ou no âmbito das tecnologias. </p>
<p>Em síntese, para mim, poder estar num ambiente tão agradável, presenciar a alegria das aprendizagens e descobertas destes adultos, aprender com a sua sabedoria, com as suas experiências e histórias de vida, e concomitantemente promover novas aprendizagens, novos conhecimentos, novas formas de usar o computador e a Internet em beneficio do seu desenvolvimento pessoal, das relações sociais, culturais e afectivas, é um enorme prazer, orgulho e satisfação! É para mim, mais do que uma realização profissional, factor de realização humana!</p>
<p>Escolho terminar com uma frase bem interessante para o contexto do Teclar: </p>
<blockquote><p>“Ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar.” </p>
<p class="source">Píndaro (poeta romano)</p>
</blockquote>
<h2>Como foi a experiência de dar aulas na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)?</h2>
<div class="siContainer">
<a class="naked" href="http://www.fpce.ul.pt"><br />
<img class="si" width="200" height="144" title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)" alt="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)" src="/img/artigos/entrevista-joana-viana-1/fpcelogo.gif"/><br />
</a>
</div>
<p>Muito interessante, enriquecedora!</p>
<p>A grande mais-valia e o valor que retive foi o facto de poder viver, sentir, experimentar o ensino, na sala de aula, enquanto professora, quando há tão pouco tempo fui (e aliás continuo a ser) aluna! </p>
<p>A mistura e confronto das aprendizagens adquiridas nas duas situações têm sido riquíssimas, do ponto de vista da minha formação pessoal e profissional.</p>
<p>As Ciências da Educação incluem todos os processos e situações de ensino, de educação e de formação. Neste caso, tenho a possibilidade de colocar em prática os conhecimentos e competências adquiridas a esse nível, ao mesmo tempo que confronto com as experiências vividas enquanto aluna e o que sobre isso possa ter aprendido!</p>
<p>Para além disso, foi gratificante poder ter esta experiência nesta fase do meu percurso profissional, pouco tempo após ter concluído a Licenciatura. </p>
<p>O próprio contexto em que aconteceu foi muito importante para mim. Por um lado, ser a disciplina de Tecnologias Educativas, área em que tenho trabalhado e que me interessa, e por outro, o facto de ter sido responsável pelas aulas práticas, que de certa forma permitem e propiciam uma relação mais próxima com os alunos, com as suas questões, dificuldades, problemas, reflexões… exigindo essencialmente um papel de tutoria da minha parte. Não se cinge à preparação de uma aula que segue um determinado planeamento. Está “quase tudo” em aberto. Os alunos estão a realizar actividades práticas, em grupo, com estratégias e tempos diferentes.</p>
<p>Em termos de formação e investigação na área das tecnologias educativas, a experiência foi também enriquecedora visto que me permitiu contactar com um grupo de jovens e perceber qual a sua relação com as TIC, quais as suas atitudes, comportamentos e competências no uso das tecnologias, em que contextos as utilizam, com que objectivos.</p>
<div class="miContainer">
<img class="si" width="442" height="295" title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)" alt="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)" src="/img/artigos/entrevista-joana-viana-2/aulaFPCE.jpg"/>
</div>
<h2>O que te vês a fazer daqui a 5 anos? </h2>
<p>Pergunta difícil…!</p>
<p>Apesar de ter alguns projectos pessoais e profissionais a médio e longo prazo (ou talvez sejam ambições), ao longo do meu percurso de vida, nas várias “frentes” nunca fui de planear a esse nível. Deixei que os acontecimentos se desenrolassem e que as oportunidades surgissem. </p>
<p>Contudo, tenho consciência que o empenho, a motivação e a vontade com que fui intervindo, crescendo e interagindo contribuiu para as metas que fui alcançando e o que consegui até hoje. Como diria Josso, “o que sou hoje é condicionado pelo que fui ontem e pelo que serei amanhã”.</p>
<p>Daqui a 5 anos espero continuar a intervir no domínio das Ciências da Educação, a formar e a formar-me, a educar e a ser educada… neste processo contínuo! </p>
<p>Quem sabe preparar-me para um doutoramento?! Evoluir nalguns dos projectos actuais… </p>
<p>Gostava de intervir noutras áreas das Ciências da Educação, que não apenas as Tecnologias Educativas. O que de certa forma vou conciliando nos meus projectos actuais: desenvolvimento curricular, educação não formal, relação escola-comunidade…</p>
<p>Não me imagino apenas com uma actividade profissional! Mas tudo pode mudar.</p>
<p>Gostaria de desenvolver e implementar um projecto de um “centro educativo”, ou seja, um espaço com articulação de vários níveis e processos de ensino e educação: desde a educação pré-escolar, actividades de tempos livres, dinamização de projectos com diversas escolas, em diversas áreas; até à animação sociocultural e desenvolvimento comunitário; para crianças, jovens e adultos! </p>
<h2>Como é que vês a escola do futuro?   </h2>
<p>Haverá escola no futuro como a conhecemos hoje?! Tenho dúvidas…</p>
<p>Estou certa de que continuará a existir educação, formação, a vários níveis, … No entanto, a escola-instituição como a conhecemos actualmente não mudou desde que começou… Ou continua assim, ou se existirem mudanças, provavelmente deixará de se chamar escola!</p>
<p>Aprender através de outras fontes, de outros recursos, de outras ferramentas, de outras estratégias?! Talvez seja possível com a evolução das tecnologias, da investigação, da ciência, das sociedades, das práticas, das atitudes, … </p>
<h2>Para terminar, indica-nos um livro, um disco e um filme que te tenham marcado.  </h2>
<ul>
<li>Filme – Into the wild</li>
<li>Livro &#8211; Ensaios sobre educação, de João dos Santos; </li>
<li>Disco – um disco é muito difícil, mas elego os Pearl Jam e a Katie Melua como bandas sonoras que marcaram a minha vida…   </li>
</ul>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>[Entrevista] Joana Viana (1)</title>
		<link>http://guspim.net/2008/09/04/entrevista-joana-viana-1/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/09/04/entrevista-joana-viana-1/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 17:22:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A Joana Viana é uma das pessoas com quem tenho mais prazer em trabalhar. Tem aquele brilho nos olhos de quem tem paixão pelo que faz.</p>

<p class="mb05">Quando foi trabalhar para o GAEL rapidamente percebi que seria a companheira ideal para projectos de investigação, assim como admirei desde logo a sua capacidade de gestão e planeamento.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-joana-viana-1/joanaviana.jpg" class="si" alt="Joana Viana" title="Joana Viana" height="150" width="150"></p>
<dl>
<dt>Joana Viana</dt>
<dd>Formadora, investigadora, gestora de conteúdos, &#8230;</dd>
</dl>
</div>
<p>A Joana Viana é uma das pessoas com quem tenho mais prazer em trabalhar. Tem aquele brilho nos olhos de quem tem paixão pelo que faz.   </p>
<p>Quando foi trabalhar para o GAEL rapidamente percebi que seria a companheira ideal para projectos de investigação, assim como admirei desde logo a sua capacidade de gestão e planeamento.</p>
<p>Apesar dos mais de dez anos que nos separam, é das pessoas que melhor lidou até hoje com a minha conhecida dureza no esgrimir de ideias, demonstrando sempre jogo de cintura para aceitar as críticas e retorquir com argumentos pertinentes.</p>
<p>Pelos conselhos que lhe dou, por vezes sinto-me como uma espécie de “mentor” dela, mas frequentemente os papéis invertem-se e sou eu quem bebe do seu conhecimento e experiência.</p>
<p>A sua contínua sede de novos saberes e a dinâmica que incute aos projectos em que se envolve constituem um excelente exemplo do que deve ser um profissional preparado para enfrentar os desafios da sociedade actual.     </p>
<div id="interview">
<h2>Quando descobriste a tua vocação profissional? </h2>
<p>Bem, a vocação profissional pode ser abordada de diversas formas… Mas se me centrar na vocação profissional no que toca às Ciências da Educação, domínio onde me insiro e, de facto, me sinto realizada, essa foi apenas descoberta na própria Licenciatura!  Eu explico… </p>
<p>As Ciências da Educação são uma área de intervenção profissional menos conhecida do que muitas outras actividades profissionais que podemos enunciar, mais tradicionais e reconhecidas. Eu, desde criança, desejava seguir Matemática. Era a minha área de eleição… </p>
<p>No entanto, lembro-me de estar a iniciar o 10º ano e começar a reflectir sobre o meu futuro. Do que conhecia achei que para seguir a área de Matemática provavelmente iria ser professora, mas eu não queria nem me imaginava a ser professora! Portanto, comecei a tentar perceber o que poderia “ser” ao nível profissional (o que não é uma tarefa nada fácil quando somos adolescentes…).</p>
<p>Considerei Psicologia uma área interessante e com a qual me identificava. Decidi que iria fazer a Licenciatura. </p>
<p>Durante as pesquisas para ingressar no ensino superior, descobri que nas mesmas Faculdades existia o curso de Ciências da Educação, com algumas disciplinas iguais nos dois cursos, especialmente no 1º ano. Pesquisei melhor sobre o curso de Ciências da Educação e sobre as respectivas saídas profissionais. Agradou-me, mas continuava a querer Psicologia. </p>
<div class="siContainer"><a class="naked" href="http://www.fpce.ul.pt"><img src="/img/artigos/entrevista-joana-viana-1/fpcelogo.gif" class="si" alt="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)" title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)"  width="200" height="144" / >  </a> </div>
<p>No concurso nacional de acesso ao ensino superior optei por colocar Ciências da Educação na 2ª opção, para a <a href="http://www.fpce.ul.pt">Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)</a>. Não entrei na Licenciatura em Psicologia por duas décimas! </p>
<p>Desde as primeiras aulas de Ciências da Educação, os primeiros trabalhos, as primeiras leituras e o contacto directo com a área, o domínio de intervenção e as suas potencialidades fiquei rendida! </p>
<p>Percebi que estava muito enganada. Compreendi que o que eu sempre desejei foi Ciências da Educação e não Psicologia! Mas não sabia, nem podia saber, pois não conhecia&#8230;</p>
<p>Não me formei para ser professora, mas fiquei intrinsecamente ligada à Educação, ao Ensino, à Formação, a todo o tipo de actividades educativas e formativas… </p>
<h2>Fala-nos um pouco sobre o teu percurso académico e profissional.</h2>
<p>Até ao 9º ano de escolaridade posso dizer que fui a designada “boa aluna” (pelo menos em termos de resultados escolares): lembro-me que no 2º e 3º períodos tinha 5 a todas as disciplinas. </p>
<p>No ensino secundário, optei pela área “científico &#8211; natural” e fui uma aluna “média”. Tive a minha primeira negativa, na prova global de inglês! Fiquei com alguma aversão ao inglês (o que ainda hoje é notório…) e as Professoras que tive não ajudaram a melhorar “essa relação”.</p>
<p>Durante a Licenciatura envolvi-me no curso, naquilo que fazia em cada disciplina! Tive consciência da importância de estar atenta ao contributo de cada área disciplinar para aquilo que poderia vir a fazer em termos práticos, ao nível profissional. </p>
<p>Poucas foram as disciplinas que considero terem sido desnecessárias&#8230; Vários foram os Professores, os pensamentos e as leituras que me marcaram durante esse percurso!</p>
<p>No 2º semestre do 3º ano tinha de escolher uma área de especialização do curso, sobre a qual tinha 2 ou 3 disciplinas específicas em cada um dos semestres seguintes. Eu desejava a área de Desenvolvimento Curricular, pois incluía as Tecnologias Educativas – a minha área de eleição para intervir. Nenhum colega iria escolher essa área, e perante este cenário não queria ser a única aluna… Optei por Formação de Adultos. </p>
<p>Não me arrependo, pois adquiri imensos conhecimentos, desenvolvi competências e realizei aprendizagens essenciais para a minha intervenção profissional, mesmo na área das tecnologias educativas.</p>
<p>O último ano da licenciatura consistia em desenvolver um estágio curricular. Durante o 4º ano, o <a href="http://gael.ist.utl.pt/">Gabinete de Apoio à Produção de Conteúdos Multimédia e e-Learning (GAEL)</a>, no <a href="http://www.ist.utl.pt/">Instituto Superior Técnico</a>, nomeadamente o Projecto <a href="http://www.e-escola.pt">e-escola</a>, apresentou-se como um potencial contexto para o desenvolvimento do estágio. No entanto, e como sou de Leiria, pensei que poderia tentar conciliar dois estágios, e nesse sentido, enviei a proposta para quatro Instituições em Leiria. </p>
<p>Na <a href="http://www.esel.ipleiria.pt/">Escola Superior de Educação – Instituto Politécnico de Leiria (ESE-IPL)</a> deram-me a possibilidade de apresentar uma proposta, que envolvesse adultos seniores (ou adultos maiores, como se começam a designar!) e as TIC (após articulação entre o meu currículo e os objectivos da <acronym title="Escola Superior de Educação – Instituto Politécnico de Leiria">ESE-IPL</acronym>). </p>
<div class="siContainer"><a class="naked" href="http://blogs.esel.ipleiria.pt/teclar/projecto/"><img src="/img/artigos/entrevista-joana-viana-1/logoTeclar.gif" class="si" alt="Projecto Teclar, Ensinar e Aprender entre Gerações com Tecnologias" title="Projecto Teclar, Ensinar e Aprender entre Gerações com Tecnologias" height="163" width="200" /> </a>  </div>
<p>Apresentei a proposta para o desenvolvimento do <a href="http://blogs.esel.ipleiria.pt/60mais/category/projecto-teclar/">Projecto Teclar, Ensinar e Aprender entre Gerações com Tecnologias</a>, que foi aceite. </p>
<p>Desenvolvi os dois estágios, em Leiria e em Lisboa, entre Outubro de 2005 e Junho de 2006: coordenação e formação no Projecto Teclar e gestão educativa de conteúdos no Projecto e-escola. No final dos dois estágios tive a possibilidade de continuar a articular as duas actividades profissionais, onde continuo neste momento!	</p>
<p>Durante a licenciatura colaborei e participei nalgumas iniciativas ligadas ao uso das tecnologias na educação, ao “serviço do ensino e da aprendizagem” (frase muito utilizada pelo Professor Fernando Costa, com quem comecei a colaborar e a desenvolver o meu percurso profissional! Obrigado especial!):</p>
<ul>
<li>Curso de Verão &#8211; Desenho de Projectos de e-learning, em 2004 e em 2005, na  <acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE-UL</acronym> e no <a href"http://64.131.66.67/~cnededu/index.php?domain_name=www"><acronym title="Centro Naval de Ensino a Distância">CNED</acronym></a> </li>
<li> Projectos de investigação e formação na área das Tecnologias Educativas e do Desenvolvimento Curricular </li>
<li>Desenvolvimento do CD-ROM sobre a <acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE-UL</acronym>, os cursos e as saídas profissionais, para divulgação junto de alunos do ensino secundário (especialmente no Fórum Estudante – FIL)</li>
<li>Colaborei também na organização do Colóquio da <acronym title="  Association Francophone Internationale de Recherche Scientifique en Education">AFIRSE</acronym> , nos anos 2005 e 2006, (que se realiza todos os anos na <acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE-UL</acronym> com temáticas diferentes).  </li>
</ul>
<p>Desde 2006, colaboro no Projecto eNote da <acronym title="Unidade de I&#038;D de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">UI&#038;DCE</acronym>, coordenado pelo Professor Fernando Costa. </p>
<p>No ano lectivo 2007/2008, colaborei na disciplina de Tecnologias Educativas I e II, especialmente nas aulas práticas, dos alunos do 1º e 2º anos da Licenciatura em Ciências da Educação da <acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE-UL</acronym>.</p>
<p>Desde Fevereiro deste ano colaboro no <a href="http://www.60mais.ipleiria.pt/">Projecto IPL 60+ </a> dinamizado pelo <a href="http://www.ipleiria.pt/">Instituto Politécnico de Leiria (IPL)</a> e dirigido a adultos com mais de 60 anos, numa perspectiva de formação ao longo da vida.</p>
<p>Com base no estudo que realizei contigo sobre a experiência de utilização do portal e-escola durante o ano de 2006, fomos convidados a escrever um artigo (“Investigação centrada no utilizador em projectos Web de natureza educativa. Experiência de utilização do portal e-escola”) para o livro <a href="http://www.portoeditora.pt/ficha.asp?ID=34080">As TIC na Educação em Portugal</a>, editado pela Porto Editora, em Abril de 2008. </p>
<p>Actualmente estou também a desenvolver o Mestrado em Ciências da Educação – Área de Especialização em Tecnologias Educativas, na <acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE-UL</acronym>.</p>
<h2>Quais são os teus principais projectos actuais? </h2>
<ul>
<li>Desenvolvo o Projecto Teclar em Leiria (na <acronym title="Escola Superior de Educação – Instituto Politécnico de Leiria">ESE-IPL</acronym>) </li>
<li>Faço gestão educativa de conteúdos no <acronym title="Gabinete de Apoio à Produção de Conteúdos Multimédia e e-Learning do Instituto Superior Técnico">GAEL-IST</acronym> </li>
<li>Desenvolvo o meu projecto de mestrado, em Ciências da Educação, na área de Tecnologias Educativas</li>
<li>Colaboro no Programa IPL 60+ desenvolvido pelo <acronym title="Instituto Politécnico de Leiria">IPL</acronym> </li>
</ul></div>
<p> Numa <a href="/2008/10/02/entrevista-joana-viana-2/">segunda parte desta entrevista</a>, a publicar brevemente, a Joana falar-nos-á em maior profundidade de alguns dos seus projectos, assim como fará um pouco de &#8220;futurologia&#8221; ;-).</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Survs &#8211; Asking for You</title>
		<link>http://guspim.net/2008/05/24/survs-asking-for-you/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 May 2008 16:18:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[e-learning]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[aplicações web]]></category>
		<category><![CDATA[Enough Pepper]]></category>
		<category><![CDATA[inquéritos]]></category>
		<category><![CDATA[inquéritos online]]></category>
		<category><![CDATA[questionários]]></category>
		<category><![CDATA[survs]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Finalmente posso anunciar o lançamento da <span class="mark">versão beta</span> da aplicação de inquéritos on-line que me tem ocupado os "tempos livres": o <a href="http://www.survs.com">Survs</a></span>. </p>

<p class="mb05">Futuramente tenciono escrever aqui sobre este e outros projectos em que ando a trabalhar com a equipa fantástica que construiu o Survs.      </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><a href="http://www.survs.com" class="naked"><img width="200" height="76" src="/img/artigos/survs/survsLogo.gif" alt="Survs" title="Survs" class="si"/></a> </div>
<p>Finalmente posso anunciar o lançamento da <span class="mark">versão beta</span> da aplicação de inquéritos on-line que me tem ocupado os &#8220;tempos livres&#8221;: o <a href="http://www.survs.com">Survs</a></span>.  </p>
<p>Futuramente tenciono escrever aqui sobre este e outros projectos em que ando a trabalhar com a  equipa fantástica que construiu o Survs.  </p>
<p>Mas por agora fico-me apenas por um <span class="mark">curto e incisivo “cartão de visita”</span>. </p>
<h2>O que é o Survs?  </h2>
<p><span class="mark">O Survs é uma aplicação web colaborativa que permite construir, distribuir e analisar inquéritos</span>. </p>
<p>Possibilita, ainda, a partilha de resultados, templates e estilos gráficos dos inquéritos.  </p>
<p>Sendo uma aplicação web, não é necessário instalar qualquer tipo de software. A aplicação pode ser acedida de qualquer local com uma ligação à Internet através de um <em>web browser</em>.</p>
<h2>O que distinge o Survs de outras aplicações similares?  </h2>
<p>O Survs diferencia-se da concorrência pela conjugação de três factores:  </p>
<ul>
<li>Design centrado no utilizador</li>
<li>Componentes colaborativa e social  </li>
<li>Preços competitivos  </li>
</ul>
<h2>A quem é que se destina o Survs?   </h2>
<ul>
<li> <span class="mark">Pequenas, médias e grandes organizações / empresas em geral</span><br />
	<span class="mark3">(inquéritos de satisfação, inquéritos aos empregados, inquéritos de avaliação de acções de formação, inquéritos de avaliação de produtos, inquéritos de avaliação de desempenho, etc) </span>      </li>
<li><span class="mark">Empresas de estudos de mercado, marketing, relações públicas e agências publicidade   </span><span class="mark3">(estudos de mercado em geral, inquéritos sobre percepção de marca e imagem, inquéritos sobre a efectividade de publicidade, inquéritos de opinião, inquéritos a visitantes de web sites, etc.) </span>  </li>
<li><span class="mark">Universidades, centros de investigação,  centros de formação, escolas, professores e alunos dos vários níveis de ensino </span> <span class="mark3">(estudos de investigação, inquéritos a alunos, inquéritos a pessoal docente e não docente, inquéritos de avaliação de disciplinas, inquéritos de diagnóstico / avaliação de formação, etc.)   </span>  </li>
<li><span class="mark">Profissionais e empresas de experiência de utilização e áreas contíguas</span><span class="mark3"> (design, user research, usabilidade, arquitectura da informação, etc.) </span>    </li>
<li><span class="mark">Particulares</span> <span class="mark3">(inquéritos de preparação para realização de eventos, inquéritos sobre hobbys, inquéritos sobre desportos, inquéritos à família e amigos, inquéritos de preparação de casamentos, etc).</span></li>
</ul>
<h2>Síntese  </h2>
<p>Foi a <span class="mark">explicação possível</span> depois de muitos dias de intenso trabalho que provocaram que uma parte considerável dos meus neurónios entrasse em greve… </p>
<p>Para mais tarde ficarão uma série de artigos sobre tudo o que envolve lançar uma aplicação web com uma equipa pequena, a trabalhar em <em>part time</em> e com poucos recursos financeiros.</p>
<p>Os interessados em experimentar o <a href="http://www.survs.com">Survs</a> podem inscrever-se no <em>web site</em> e esperar por um convite ou mandar-me um <a href="mailto:guspim@guspim.net">email</a> a explicar porque “merecem” passar à frente da fila ;-). </p>
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		<item>
		<title>As TIC na Educação em Portugal</title>
		<link>http://guspim.net/2008/03/24/as-tic-na-educacao-em-portugal/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/03/24/as-tic-na-educacao-em-portugal/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 13:22:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-learning]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[User Research]]></category>
		<category><![CDATA[card sorting]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[fpce]]></category>
		<category><![CDATA[FPCE-UL]]></category>
		<category><![CDATA[gael]]></category>
		<category><![CDATA[gustavo pimenta]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Viana]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[personas]]></category>
		<category><![CDATA[testes de usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://guspim.net/2008/03/24/as-tic-na-educacao-em-portugal/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Há uns tempos atrás eu e a Joana Viana fomos convidados pelo professor Fernando Albuquerque Costa, da <a href=""><acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE</acronym></a>, para escrever um artigo para o livro <em class="mark">As TIC na Educação em Portugal. Concepções e Práticas</em>.</p>

<p class="mb05">O artigo <em class="mark">Investigação centrada no utilizador em projectos Web de natureza educativa.  Experiência de utilização do portal e-escola</em> (sim, eu sei que o título se aproxima de um testamento), sintetiza um estudo alargado que fizemos com utilizadores e potenciais utilizadores do portal de ciências básicas e ciências da engenharia <a href="http://www.e-escola.pt/">e-escola</a>.</p>  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/as-tic-na-educacao-em-portugal/urIcons.gif" class="si" alt="Icons ilustrativos das várias técnicas de user research" title="Icons ilustrativos das várias técnicas de user research" height="412" width="198"> </div>
<p>Há uns tempos atrás eu e a Joana Viana fomos convidados pelo professor Fernando Albuquerque Costa, da <a href=""><acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE</acronym></a>, para escrever um artigo para o livro <em class="mark">As TIC na Educação em Portugal. Concepções e Práticas</em>.</p>
<p>O artigo <em class="mark">Investigação centrada no utilizador em projectos Web de natureza educativa. Experiência de utilização do portal e-escola</em> (sim, eu sei que o título se aproxima de um testamento), sintetiza um estudo alargado que fizemos com utilizadores e potenciais utilizadores do portal de ciências básicas e ciências da engenharia <a href="http://www.e-escola.pt/">e-escola</a>.</p>
<p>A <a href="http://www.portoeditora.pt/">Porto Editora</a> e a equipa coordenadora decidiram assinalar o lançamento do livro com uma conferência intitulada <a href="http://www.ul.pt/portal/page?_pageid=173,475859&#038;_dad=portal&#038;_schema=PORTAL">Rumo à Escola Sem Muros</a>, no próximo <span class="mark">dia 16 de Abril no Anfiteatro da FPCE</span>. Fica aqui o convite para aparecerem.</p>
<p> A investigação incidiu sobre uma amostra de 113 indivíduos, tendo sido aplicado um conjunto diferenciado de técnicas: análise de logs, estudo de campo, <em>personas</em>, aulas com integração do e-escola, inquéritos, entrevistas colectivas, <em>card sorting</em> e testes de usabilidade.	</p>
<p>Para compreenderem um pouco melhor o tipo de investigação que esteve na base do artigo, aconselho a consulta do <a href="/files/e-escolaUR2007.pdf">“Poster Síntese” (PDF, 1.8 MB)</a> do trabalho realizado.</p>
<p>A próxima versão do e-escola, que virá à luz do dia no primeiro semestre do corrente ano, reflectirá os resultados da investigação, assim como de outras acções de <em>user research</em> posteriores e uma reorientação estratégica do portal.</p>
<p><strong class="mark">Update:</strong> a Porto Editora produziu um <a href="/files/ConferenciaRumoEscolasemMuros.pdf">desdobrável (PDF, 416 KB)</a> de divulgação da conferência.</p>
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