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	<title>guspim.net &#187; Experiência de Utilização</title>
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	<description>Projectos Web, Produtividade e "Mundo da Vida"</description>
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		<title>Tempos de Mudança</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 21:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Após um longo silêncio, volto hoje a escrever aqui para anunciar o fim desde blog. Ou talvez não. Tenho planos para um novo espaço, mas permanecerão no segredo dos deuses até à sua concretização. Vou, todavia, aproveitar para vos falar um pouco do que se passou desde o último post. </p>   
<p class="mb05">Como sabem, tive o privilégio de fazer parte da equipa que criou o <a href="http://www.survs.com">Survs</a> e o projectou para um sucesso estrondoso, expresso no crescimento exponencial da sua base de utilizadores e na <a href="http://techcrunch.com/2009/05/12/survs-is-now-taking-questions/">aclamação</a> em <a href="http://www.flickr.com/photos/survs/3878980158/">uníssono</a> da <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/survs_web_surveys_private_beta.php">crítica especializada</a>. Em Novembro do ano passado decidi que era tempo de abraçar outros desafios. Para muitos parecerá uma opção estranha; para mim é algo de natural.</p>      ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após um longo silêncio, volto hoje a escrever aqui para anunciar o fim desde blog. Ou talvez não. Tenho planos para um novo espaço, mas permanecerão no segredo dos deuses até à sua concretização. Vou, todavia, aproveitar para vos falar um pouco do que se passou desde o último post. </p>
<p>Como sabem, tive o privilégio de fazer parte da equipa que criou o <a href="http://www.survs.com">Survs</a> e o projectou para um sucesso estrondoso, expresso no crescimento exponencial da sua base de utilizadores e na <a href="http://techcrunch.com/2009/05/12/survs-is-now-taking-questions/">aclamação</a> em <a href="http://www.flickr.com/photos/survs/3878980158/">uníssono</a> da <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/survs_web_surveys_private_beta.php">crítica especializada</a>. Em Novembro do ano passado decidi que era tempo de abraçar outros desafios. Para muitos parecerá uma opção estranha; para mim é algo de natural.</p>
<p>O sonho de fundar uma startup é hoje cada vez mais vulgar, e eu aconselho vivamente a experiência: muito do que sou hoje profissionalmente devo à fantástica aventura que foi a <a href="http://www.enoughpepper.com">Enough Pepper</a>. </p>
<p>Contudo, contrariamente a muitos sonhadores que se queixam de intermináveis horas passadas num qualquer cubículo cinzento a trabalhar para um patrão austero e pardacento, eu tenho um emprego das “9 as 5” (só no papel) que me dá um gozo incrível. Mesmo. </p>
<p>Desde que o <a href="http://www.ist.utl.pt">Técnico</a> me abriu as portas, depois de ter optado por deixar o <a href="http://www.bcp.pt">Millennium bcp</a>, cresci imenso ao lado de uma equipa fantástica com uma capacidade de renovação e readaptação impressionantes. Não me recordo de um dia que não vá trabalhar com um sorriso estampado nos lábios.</p>
<p>Acontece que, com projectos cada vez mais interessantes, e com as responsabilidades acrescidas que fui tendo, comecei gradualmente a ter mais prazer no meu trabalho diurno &#8211; Técnico &#8211; do que nocturno &#8211; Survs. E acreditem que o Survs era tudo menos um sacrifício.  </p>
<p>E os constrangimentos inerentes a qualquer sector da função pública perguntarão vocês? Adoro-os. Não há nada que me dê mais gozo do que obstáculos para ultrapassar. Está-me no sangue. Mais, detesto o discurso derrotista de sindicalistas e afins que se preocupam mais em choramingar do que em reinventar o sistema por dentro. Nunca posso prever o dia de amanhã, nem sei se ficarei para sempre na função pública, mas posso garantir-vos que muito do que ouvem são realidades distorcidas daqueles que preferem a inércia à acção. </p>
<p>Acresce que tenho uma quase obsessão pelo estudo e optimização de métodos de trabalho. Ao longo dos anos, de certa forma inconscientemente, fui desenvolvendo uma <em>framework</em> &#8211; com base em princípios de gestão, experiência de utilização e métodos de produtividade &#8211; que me permite questionar e optimizar workflows dos mais diversos tipos. E que melhor palco para pôr em prática esta abordagem que uma instituição pública do ensino superior português?</p>
<p>De momento estou dedicado a um dos mais estimulantes desafios da minha vida, a coordenação da Área de Ligação ao Utilizador da Direcção de Informática do Instituto Superior Técnico. Para além do <a href="http://nme.ist.utl.pt">Núcleo de Multimédia e e-Learning</a>, de que assumi a coordenação desde o início de 2010, tenho também agora sob a minha alçada o Núcleo de Suporte ao Utilizador e o Núcleo de Microinformática. </p>
<p>Para mim esta situação é ouro sobre azul: não só é plena de  constrangimentos como eu tanto gosto, como centra-se numa área que há muito me fascina e que sobre a qual muito aprendi com a experiência do Survs, o apoio ao utilizador. </p>
<p>Não vos vou maçar com pormenores, mas no fundo o desafio é criar uma cultura de serviço ao utilizador numa escola de engenheiros. Pior (eu diria melhor), na Direcção de Serviços de Informática, conhecida (injustamente) por ser um “antro de geeks” com pouca apetência para o contacto com o público. </p>
<p>Não se esqueçam, no entanto, que eu falei de desafios, no plural… Vou começar a aceitar, muito criteriosamente, trabalhos de consultoria em colaboração com alguns dos profissionais que mais admiro. Terão é que esperar pelo renascer deste espaço para conhecerem melhor o tipo de projectos em que me pretendo envolver…</p>
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		<title>Banco de Padrões de Design do Instituto Superior Técnico</title>
		<link>http://guspim.net/2010/07/23/banco-de-padroes-de-design-do-instituto-superior-tecnico/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 16:14:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Interfaces]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Foi lançado recentemente o <a href="http://bpd.ist.utl.pt/">Banco de Padrões de Design do Instituto Superior Técnico (BPDIST)</a>, um projecto pelo qual tenho especial carinho pois sintetiza grande parte do conhecimento que a equipa do <a href="http://nme.ist.utl.pt/">Núcleo de Multimédia e e-Learning do Técnico (NME)</a> foi adquirindo ao longo dos últimos anos.</p>

<p class="mb05">O objectivo primordial do BPDIST foi dotar as populações docente, não docente e estudantil do IST de meios que lhes permitam produzir web sites e aplicações de forma autónoma ou com uma intervenção mínima do NME. Mais tarde, a inexistência de outros bancos de padrões de design em língua portuguesa fez-nos decidir abrir o acesso para além do "Universo IST". </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="176" height="160" title="Banco de Padrões de Design do Instituto Superior Técnico (BPDIST)" alt="Banco de Padrões de Design do Instituto Superior Técnico (BPDIST)" src="/img/artigos/banco-de-padroes-de-design-do-instituto-superior-tecnico/bpd_logo.gif"/>
</div>
<p>Foi lançado recentemente o <a href="http://bpd.ist.utl.pt/">Banco de Padrões de Design do Instituto Superior Técnico (BPDIST)</a>, um projecto pelo qual tenho especial carinho pois sintetiza grande parte do conhecimento que a equipa do <a href="http://nme.ist.utl.pt/">Núcleo de Multimédia e e-Learning do Técnico (NME)</a> foi adquirindo ao longo dos últimos anos.</p>
<p>O objectivo primordial do BPDIST foi dotar as populações docente, não docente e estudantil do IST de meios que lhes permitam produzir web sites e aplicações de forma autónoma ou com uma intervenção mínima do NME. Mais tarde, a inexistência de outros bancos de padrões de design em língua portuguesa fez-nos decidir abrir o acesso para além do &#8220;Universo IST&#8221;. </p>
<p>A ideia de trabalharmos com padrões de design no NME (na altura GAEL) partiu do <a href="http://www.workingbruno.com/">Bruno Monteiro</a> aquando da redacção do Guia de Estilo para a Web do IST em 2004. Só uns anos mais tarde é que viríamos a corporizar essa intenção ao construir, muito lentamente, o que é o hoje o BPDIST. </p>
<p>Quando assumi a coordenação do NME no início deste ano decidi que o estado de maturação do BPDIST era suficiente para ser partilhado com um público mais alargado. Desde então ainda se sucederam múltiplos ajustes e revisões, mas finalmente reunimos consenso na equipa para lançar oficialmente o projecto. </p>
<p>O excelente feedback que temos recebido dá-nos alento para melhorar continuamente o BPDIST e torná-lo cada vez mais aberto à colaboração de todos. </p>
<p>Uma última nota&#8230; É com muito agrado que tenho assistido nos últimos anos ao consolidar de uma comunidade web portuguesa capaz de empreender iniciativas de peso e de defender activamente a adopção de boas práticas e a partilha de conhecimento. O BPDIST enquadra-se nesse mesmo &#8220;movimento&#8221; e confiamos que este é apenas o primeiro de muitos outros contributos para a evolução da web portuguesa. </p>
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		<title>[Entrevista] Bruno Figueiredo</title>
		<link>http://guspim.net/2010/01/08/entrevista-bruno-figueiredo/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 10:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[User Research]]></category>
		<category><![CDATA[appu]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[REPUX]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ux-lx]]></category>

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		<description><![CDATA[ <p>Conheci o Bruno Figueiredo por altura da criação da <a href="http://groups.google.com/group/repux"> Rede Portuguesa de Experiência de Utilização (REPUX)</a>. Recordo-me que houve algum "atrito público" entre nós por discordámos sobre o processo que conduziu ao surgimento da <a href="http://www.usabilidade.org/">Associação Portuguesa de Profissionais de Usabilidade (APPU)</a>, de que é Presidente. Mas a querela rapidamente foi ultrapassada e desde então estabelecemos elos de ligação, ou não fossemos os dois fanáticos por design centrado no utilizador :-).</p> 

<p class="mb05">O Bruno poderia ainda ter ficado resentido com as inúmeras "negas" que lhe dei aos convites para fazer apresentações nos seminários de usabilidade que organiza, mas, pelo contrário, tornou-se informalmente uma espécie de conselheiro do <a href="http://www.survs.com">Survs</a>, sempre pronto a dar sugestões e a contribuir para o aperfeiçoamento da aplicação. </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-figueiredo/bruno_figueiredo.jpg" class="si" alt="Bruno Figueiredo" title="Bruno Figueiredo" height="207" width="150" /></p>
<dl>
<dt>Bruno Figueiredo</dt>
<dd>User Experience Designer
<dd>
</dl>
</div>
<p>Conheci o <a href="http://pt.linkedin.com/in/brunofigueiredo">Bruno Figueiredo</a> por altura da criação da <a href="http://groups.google.com/group/repux"> Rede Portuguesa de Experiência de Utilização (REPUX)</a>. Recordo-me que houve algum &#8220;atrito público&#8221; entre nós por discordarmos sobre o processo que conduziu ao surgimento da <a href="http://www.usabilidade.org/">Associação Portuguesa de Profissionais de Usabilidade (APPU)</a>, de que é Presidente. Mas a querela rapidamente foi ultrapassada e desde então estabelecemos elos de ligação, ou não fossemos os dois fanáticos por design centrado no utilizador :-).</p>
<p>O Bruno poderia ainda ter ficado ressentido com as inúmeras &#8220;negas&#8221; que lhe dei aos convites para fazer apresentações nos seminários de usabilidade que organiza, mas, pelo contrário, tornou-se informalmente uma espécie de conselheiro do <a href="http://www.survs.com">Survs</a>, sempre pronto a dar sugestões e a contribuir para o aperfeiçoamento da aplicação. </p>
<p>Sei que faz o mesmo com outras aplicações portuguesas, vestindo a camisola nacional das aplicações web como ninguém :-). E acreditem quando vos digo que só um louco menosprezaria os conselhos pertinentes que dá. </p>
<p>O seu último projecto é a todos os níveis impressionante: a realização de uma conferência de experiência de utilização, a <a href="http://www.ux-lx.com/">UX lx</a>, com um painel fortíssimo de oradores internacionais. Confesso que não considerava possível ver nomes como Jared Spool, Peter Merholz, Luke Wroblewski, Dan Saffer ou Bill Scott reunidos numa conferência em Portugal&#8230; </p>
<p>Após o seu regresso de Londres, onde trabalhou alguns anos, sem nunca deixar de estar atento à realidade portuguesa, é a altura ideal para ouvirmos o Bruno sobre uma série de assuntos que interessam particularmente à comunidade de experiência de utilização portuguesa.   </p>
<div id="interview">
<h2>Como é que um arquitecto &#8220;acaba&#8221; a trabalhar como consultor de experiência de utilização?  </h2>
<p>Eu escolhi o curso de arquitectura porque à data parecia ser um curso genérico para pessoas criativas. Sempre tive um leque alargado de interesses e via vários arquitectos expandirem a sua actividade para o design gráfico e de equipamento, por isso pareceu-me ser o melhor caminho a seguir. No segundo ano do curso equiparam o centro de informática da faculdade com computadores com acesso à internet e foi amor à primeira vista. Um ano depois estava a trabalhar na Tinta Invisível, a primeira empresa portuguesa de web design, na altura apenas com 5 pessoas. Aos poucos fui largando o web design e comecei a especializar-me nas questões de planeamento e fui naturalmente parar à área da experiência de utilização.</p>
<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-figueiredo/appu.gif" class="si" alt="APPU" title="APPU" height="38" width="200" />
</div>
<h2>A experiência de estar à frente da APPU tem sido gratificante? Por vezes não te sentes a lutar uma luta inglória? Ou, pelo contrário, consideras que o mercado está mais sensível à importância de uma boa experiência de utilização?</h2>
<p>Tem dias. Há alturas em que é muito gratificante, principalmente quando conseguimos a atenção do publico e da imprensa e as pessoas começam a falar disto. A APPU é uma associação bastante jovem e como tal tem muito poucos recursos e por vezes torna-se frustrante não ter os meios necessários para se fazer o que se pretende. No entanto considero que temos conseguido uma projecção muito boa com os meios reduzidos que temos, e aos poucos as pessoas começam a estar mais sensibilizadas para os problemas de usabilidade no seu dia-a-dia.  </p>
<h2>Estiveste alguns anos a trabalhar em Inglaterra, quais são as grandes diferenças que sentiste comparativamente a Portugal?      </h2>
<p>Embora as coisas não estejam no mesmo patamar que nos Estados Unidos, estão bastante mais avançados que em Portugal. A profissão não só é largamente reconhecida como já começou a segmentar-se, o que é um sinal de maturidade. Mesmo assim, ainda me surpreendi algumas vezes com empresas gigantes e de renome no mercado que não faziam ideia do tipo de contributo que um profissional da área poderia dar. Só sabiam que deviam ter um. Penso que Portugal poderá estar neste patamar dentro de 5 anos.</p>
<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-figueiredo/ux_lx.gif" class="si" alt="UX-lx" title="UX-lx" height="41" width="200" />
</div>
<h2>Estás a organizar uma conferência que reúne alguns dos profissionais de experiência de utilização mais reconhecidos internacionalmente? Como é possível ser &#8220;one man show&#8221; de um evento desta dimensão?  </h2>
<p>Já não é a primeira conferência internacional que organizo, por isso já tenho alguma experiência que me permite agilizar alguns processos. Por outro lado, o meu envolvimento em diversos projectos de organizações internacionais na área permitiu-me travar conhecimentos com muitos dos oradores da área, o que facilita bastante.      </p>
<p>No entanto, é um one man show temporariamente. Muito do que fiz pode ser feito desta forma mas à medida que se aproxima a data do evento vou necessitar de envolver mais pessoas. Alem disso o envolvimento recente da APPU na organização trará também una ajuda suplementar. </p>
<h2>Para terminar, indica-nos um livro, um disco e um filme que te tenham marcado…  </h2>
<p>Livros ha varios, mas posso indicar o Design of Everyday things do Donald Norman. Foi o livro que me fez abrir os olhos para as razoes por detrás da dificuldade da interacção das pessoas com os objectos. Disco é mais dificil, pois tenho um gosto bastante ecletico. Por isso é difícil apontar um. Filme, talvez o Cinema Paraíso, pelo retrato do carácter humanista da época introdutória do cinema. É um filme de que gosto muito.  </p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>[Entrevista] Bruno Monteiro</title>
		<link>http://guspim.net/2009/09/11/entrevista-bruno-monteiro/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 11:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[brunomonteiro]]></category>
		<category><![CDATA[gael]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Conheci o <a href="http://paideia.tumblr.com/">Bruno</a> há cinco anos atrás na primeira entrevista de emprego a que concorri após me ter despedido do millenniumbcp.pt. Ele no papel de coordenador do <a href="http://gael.ist.utl.pt/">GAEL</a>*; e eu na pele de candidato que não reunia um dos requisitos para a posição - conhecimento aprofundado em web standards.  </p>

<p class="mb05">Uns tempos mais tarde recebo um email dele a informar-me que estava na <em>short list</em>, mas que precisava de ver a minha "arte" em web standards (que o Bruno sabia que eu não tinha)…</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-monteiro/brunomonteiro.jpg" class="si" alt="Bruno Monteiro" title="Bruno Monteiro" height="185" width="150"></p>
<dl>
<dt>Bruno Monteiro</dt>
<dd>User Experience Designer
<dd>
</dl>
</div>
<p>Conheci o <a href="http://paideia.tumblr.com/">Bruno</a> há cinco anos atrás na primeira entrevista de emprego a que concorri após me ter despedido do millenniumbcp.pt. Ele no papel de coordenador do <a href="http://gael.ist.utl.pt/">GAEL</a>*; e eu na pele de candidato que não reunia um dos requisitos para a vaga &#8211; conhecimento aprofundado em web standards.  </p>
<p>Uns tempos mais tarde recebo um email dele a informar-me que estava na <em>short list</em>, mas que precisava de ver a minha &#8220;arte&#8221; em web standards (que o Bruno sabia que eu não tinha)…</p>
<p>Encarei a provocação com um sorriso nos lábios e fiz um protótipo de web site  no fim de semana seguinte e consegui o emprego. Não pensem que estava uma obra prima, mas o que estava realmente a ser avaliado era a minha pro-actividade. </p>
<p>Ir para o Técnico foi crucial para a minha evolução profissional, logo nunca esquecerei a oportunidade que me foi dada pelo Bruno e pelo Director Adjunto para as Novas Tecnologias na altura, Pedro Santos. Para já não falar da confiança e autonomia que tive desde o primeiro momento.</p>
<p>Pouco falta às nossas recorrentes discussões para atingirem um estatuto de míticas, em grande parte devido a concepções radicalmente diferentes de gestão, mas conseguimos sempre a saudável proeza de rapidamente ultrapassar qualquer atrito.    </p>
<p>Aliás, é mesmo paradoxal que eu seja tão crítico em relação a quem me deu a oportunidade certa no momento certo, e que praticou uma gestão anos luz à frente do que conheço de outras realidades similares, colocando sempre o trabalho à frente do protagonismo… Mas é a minha natureza; é  mais forte que eu…</p>
<p>As duras críticas com que massacrei o Bruno enquanto “gestor” nunca tiveram correspondência na apreciação que faço da sua competência técnica. Como <em>user experience designer</em> não penso que tenha paralelo em Portugal. E esta tudo dito. </p>
<p>Após a sua recente demissão da coordenação do GAEL, e de ter conseguido a tarefa hercúlea de redesenhar o web site do Técnico em tempo recorde com recursos escassíssimos, eis uma excelente altura para o ouvirmos.      </p>
<p><span class="mark2 fs1">* Gabinete de Apoio à Produção de Conteúdos Multimédia e e-Learning  do Instituto Superior Técnico ou nome-de-gabinete-que-ninguém-fixa-dada-a-sua-absurda-extensão.</span> </p>
<div id="interview">
<h2>Fala-nos um pouco do teu percurso profissional e académico.  </h2>
<p>Ui! Começas com uma pergunta que exige alguma capacidade de síntese. Bom, quem ler o que acabei de escrever pensará que estás a falar com alguém que está perto de comemorar os cinquentas anos de carreira&#8230; nem tanto, amigo. Digo que é uma tarefa difícil para quem, como eu, se costuma alongar nestes relatos.</p>
<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-monteiro/iscte.gif" class="si" alt="Iscte" title="Iscte" height="34" width="200"></p>
</div>
<p>Na verdade eu comecei a trabalhar no ano em que, terminado o 12º ano no Liceu Camões, me candidatei à universidade, pela primeira vez, e vi a entrada por um “canudo” ou seja a 0.8 pontos de distância. No entanto, estava decidido a tentar novamente no ano seguinte e empenhado em vingar na primeira opção &#8211; Sociologia no ISCTE.  No ano seguinte, as provas correram melhor e consegui entrar no curso que pretendia. </p>
<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-monteiro/ist.gif" class="si" alt="Iscte" title="Iscte" height="51" width="200"></p>
</div>
<p>Pouco tempo depois estava a  transitar do meu primeiro emprego  no IST &#8211; trabalhava na reprografia, a tirar fotocópias e fazer encadernações o dia inteiro &#8211; para a Biblioteca, onde os horários eram mais flexíveis e o trabalho menos mecânico. Esta mudança acabou por complicar um pouco o meu primeiro ano como universitário porque estive a frequentar, durante cerca de 9 meses, um curso de técnico profissional de Biblioteca e Documentação (640 horas em regime pós-laboral). O meu dia era intenso: levantava-me às 6.10 da manhã, começava as aulas às 8.00,  e por volta das 13.00 estava a caminho do IST. Saia por volta das 19.00 para as aulas do curso de BD. Chegava a casa pela meia-noite. </p>
<p>Foram uns meses cansativos, mas não me arrependo das escolhas que fiz. Não vi as minhas expectativas goradas em Sociologia e gostei imenso dos últimos anos, quando pude escolher algumas cadeiras mais especializadas, relacionadas com a área de trabalho e organizações. Interessava-me sobretudo pela forma como a tecnologia estava a influenciar as organizações e a definir novos modelos produtivos. </p>
<p>Por outro lado, em 1997 comecei a ficar deslumbrado com o crescimento da web, e a interessar-me por web design visto que o design era já uma paixão antiga. Comecei a fazer algum trabalho de design gráfico como freelancer e no final da década de 90 tive a ousadia de fazer o primeiro web site da Biblioteca do Técnico do qual, felizmente, já não existem vestígios! Se começar por dizer que utilizei o Frontpage, penso que os mais “standardistas” entre nós ficam elucidados&#8230; de resto, não era apenas o código que padecia de fraca qualidade. :-)</p>
<p>A resposta já vai longa (eu avisei)&#8230; abreviando em 2002 fui convidado para trabalhar no GAEL onde ainda estou. </p>
<h2>Como foi a experiência de coordenar um gabinete como o GAEL?  </h2>
<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-monteiro/gael.gif" class="si" alt="GAEL" title="GAEL" height="152" width="100"></p>
</div>
<p>Foi uma experiência extremamente positiva. Apesar de, como sabes, não gostar particularmente de algumas  funções inerentes à coordenação, aprendi imenso e tive a oportunidade de estar envolvido em projectos interessantes. Creio que contribuiu imenso para o meu crescimento profissional, quer como já disse pela natureza dos projectos, quer pela  autonomia e “espaço” que me foi concedido em algumas dimensões do meu trabalho e pelas próprias condicionantes e restrições de trabalhar num gabinete de uma instituição pública (as dificuldades também nos ensinam, estimulando o pragmatismo e a gestão eficiente de recursos). Outro dos aspectos importantes, foi a oportunidade de trabalhar com alguns profissionais  de elevada qualidade e com os quais aprendi e continuo a aprender.</p>
<p>Por outro lado esta experiência de coordenação limitou, de certa forma, o meu trabalho individual como web designer. Coloquei, se assim o posso dizer, menos vezes as “mãos na massa” em projectos aliciantes. Inevitavelmente, existe sempre um “trade off” ligadas a estas funções. </p>
<h2>Trabalhas na tão mal afamada função pública há 15 anos, o que achas que devia mudar? </h2>
<p>Acho que existe a necessidade de implementar medidas e políticas que privilegiem a eficácia, eficiência, qualidade e produtividade. Obviamente, algumas dessas medidas e reformas são impopulares e vão penalizar políticamente quem tiver coragem de as implementar. Estou a falar, por exemplo, da figura do despedimento na administração pública, de processos disciplinares que não sejam inconsequentes e de um sistema de avaliação de desempenho que esteja orientado para uma cultura de exigência, mas implementado de uma forma séria dando formação aos avaliadores e facultando ferramentas de monitorização de desempenho. A legislação é normalmente “castradora” porque se centra no controlo e não na eficiência dos processos. O recrutamento e a aquisição de bens e serviços na administração pública é um pesadelo!</p>
<p>Algumas mudanças estão dependentes do legislador, mas outras dependem da cultura organizacional das instituições: a existência de uma verdadeira liderança estratégica, uma gestão centrada nos objectivos, uma aposta clara na formação e requalificação profissional  e uma verdadeira gestão de recursos humanos. Não é preciso estudar psicossociologia das organizações para perceber que na Administração Pública se confunde gestão de pessoal com gestão de recursos humanos.</p>
<p>Nada do que disse é novo. Muitos já disseram o mesmo. Eu acredito que o diagnóstico está feito há muito, mas as reformas tendem a tardar. A tecnologia e a mudança geracional trouxe à função pública melhorias significativas nos últimos anos, mas estou convencido que poderíamos fazer mais e melhor.  </p>
<h2>Estiveste envolvido numa startup, mas a experiência não correu muito bem. O que aprendeste nessa aventura?     </h2>
<p>Parece que hoje em dia é “trendy” falar de startups e empreendedorismo. Num pais que durante anos teve uma economia constituida por pequenas e médias empresas, parece-me que não nos faltaram “empreendedores”. </p>
<p>Bom, perdoa-me este intróito algo disperso&#8230; mas embora seja louvável que exista, em qualquer economia e sobretudo numa economia frágil como a portuguesa, um movimento a incentivar o empreendedorismo a verdade é a mesma de sempre:  nem todos tem o perfil para serem empreendedores e não existe mal nenhum em trabalhar para outrém.</p>
<p>Na startup em que estive envolvido, na área dos jogos online, aprendi que além da ideia, quando não existe grande capacidade de investimento, é necessário garantir que existe no grupo as competências nucleares ao desenvolvimento do projecto ou que podem ser incorporadas por um custo residual. </p>
<p>É fundamental que se estabeleçam cenários de sucesso e insucesso que sejam comuns a todos os envolvidos. Representações distintas não favorecem a coesão. É importante definir e respeitar as áreas de competência de todos em qualquer circunstância e é absolutamente crucial escolher os parceiros certos, nomeadamente, os parceiros empresariais. Por outro lado, ter a consciência  de que, de um modo ou de outro, esse projecto vai “mudar” a nossa vida, sobretudo a disponibilidade de tempo para nós próprios e para a nossa família ou amigos.</p>
<p>Se foi a minha “aventura” definitiva pelo mundo das startups, não faço a mínima ideia. Contudo é certo que valorizo esta experiência. Se voltar a envolver-me na criação de uma “startup” não serei tão ingénuo. </p>
<h2>Fizeste recentemente o novo web site do técnico com recursos escassos e num prazo apertadíssimo. Como conseguiste atenuar esses factores e executar o trabalho a tempo e horas? </h2>
<p>Contratando os serviços de uma empresa indiana&#8230; Não, estou a brincar! :)</p>
<p>Acho que foi fundamental ter a consciência de que era realmente necessário uma grande dedicação (com muitas horas extra), tentar melhorar a comunicação e articulação de ideias e competências entre todos os intervenientes (alguma gestão de projecto), maximizar a eficiência do processo e articulação das várias fases do projecto e ser muito pragmático. </p>
<div class="miContainer"><a href="http:/www.ist.utl.pt" class="naked broken_link"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-monteiro/istwebsite1.jpg" class="mi" width="480" height="441" alt="Web site do Instituto Superior Técnico" title="Web site do Instituto Superior Técnico"/> </a></div>
<p>Tive, como sabes, de ajustar as minhas expectativas  de acordo com os vários constrangimentos do  projecto e ter a consciência de que “produto final”, sendo um progresso significativo face ao web site anterior, poderia estar melhor. Tive, como acontece quase sempre neste tipo de processos, de ceder a opções com as quais discordo totalmente. </p>
<p>Há ainda muito trabalho a fazer. Espero que esse trabalho seja para tornar melhor o web site.</p>
<p>Por outro lado, é importante realçar as contribuições e colaborações &#8211; umas mais esporádicas, outras mais permanentes &#8211; de alguns colegas. Esse “input” foi extremamente valioso e, por exemplo, sem o meu “wingman” ;-) teria sido impossível cumprir o prazo. Além da ajuda arrastou-me diversas vezes para um belo sushi&#8230; óptimo para levantar a moral! </p>
<div class="miContainer"><a href="http:/www.ist.utl.pt/pt/sobre-IST/cooperacao-internacional/" class="naked broken_link"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-monteiro/istwebsite4.jpg" class="mi" width="480" height="438" alt="Web site do Instituto Superior Técnico" title="Web site do Instituto Superior Técnico"/>      </a>
	</div>
<h2>Indica-nos alguns dos teus &#8220;super-heróis&#8221; de design e/ou web design?  </h2>
<p>Tough that one! Deixa-me pensar &#8230; bom, tive várias influências e pessoas cujo trabalho me marcou. Lembro que o primeiro designer gráfico cujo trabalho me deixou fascinado foi o <a href="http://www.paul-rand.com">Paul Rand</a>, acompanhei mais tarde algum trabalho da <a href="http://www.chasedesigngroup.com">Margo Chase</a> (uma apaixonada pelo gótico e por tipografia) e do incontornável <a href="http://www.davidcarsondesign.com">David Carson</a>.</p>
<p>Na web vibrei com o ainda existente <a href="http://www.k10k.net">Kaliber 10 000 </a>do Toke Nygaard e Michael Schmidt e uma das primeiras versões  da Surfstation do <a href="http://surfstation.com">Thomas Brodahl</a>. Passei imensas horas a navegar nestes web sites. As comunidades de design foram um instrumento precioso para conhecer o trabalho que se fazia na web e fora da web.</p>
<p>Não podia deixar de referir o primeiro livro do <a href="http://www.zeldman.com">Jeffrey Zeldman</a>, “Taking your talent to the Web”. Penso que poucos, ou mesmo ninguém, conseguiu expôr com tamanha clareza os benefícios e a necessidade de existirem “web standards”.</p>
<p>Hoje em dia, sigo com regularidade o trabalho do <a href="http://weightshift.com">Naz Hamid</a>, do <a href="http://thebignoob.com/soldiers/ryan">Ryan Sims</a>, <a href="http://www.wilsonminer.com">Wilson Miner</a> e <a href="http://playgroundblues.com">Nathan Borror</a> entre outros. Têm um talento descomunal. </p>
<h2>Para terminar, indica-nos um livro, um disco e um filme que te tenham marcado…</h2>
<p>Só um? É tarefa quase impossível! Assim, tenho que ser mesmo muito criterioso: “O Lobo das Estepes” de Herman Hesse marcou profundamente o fim da minha adolescência.  Ui! Um disco&#8230; “Violator” dos Depeche Mode. Um só filme&#8230; não consigo. Posso fazer batota? “M. Butterfly”, “Remains of the day” (esqueci-me do título em português) e, finalmente, um que ainda está bem vivo na minha memória “Revolutionary Road”. </p>
</div>
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		<title>Anatomia da Experiência</title>
		<link>http://guspim.net/2008/10/29/anatomia-da-experiencia/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 07:54:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[User Research]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A palavra experiência assume um peso cada vez maior tanto entre profissionais de áreas criativas como no próprio discurso publicitário.</p>

<p class="mb05">A explicação deste fenómeno levar-nos-ia a recuar um pouco no tempo, mas esse não é o meu propósito para hoje… Quero apenas focar-me numa simples pergunta: <span class="mark">mas afinal o que é uma experiência?</span>  </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<a href="http://astore.amazon.co.uk/guspimnet-21/detail/0596516835" class="naked"><img class="si" width="200" height="273" title="Subject to Change" alt="Subject to Change" src="/img/artigos/anatomia-da-experiencia/subjectToChange.jpg"/>   </a>
</div>
<p>A palavra experiência assume um peso cada vez maior tanto entre profissionais de áreas criativas como no próprio discurso publicitário.</p>
<p>A explicação deste fenómeno levar-nos-ia a recuar um pouco no tempo, mas esse não é o meu propósito para hoje… Quero apenas focar-me numa simples pergunta: <span class="mark">mas afinal o que é uma experiência?</span>  </p>
<h2>O que é uma experiência? </h2>
<p>Quando li o <a href="http://astore.amazon.co.uk/guspimnet-21/detail/0596516835">Subject to Change</a>, da <a href="http://www.adaptivepath.com/">Adaptive Path</a>, deparei-me com uma  &#8220;anatomia da experiência&#8221; que constitui uma excelente &#8220;resposta&#8221; a esta pergunta. </p>
<p>Abordando a questão numa perspectiva de negócio, o livro destrinça de forma cirúrgica quais as qualidades humanas que estão em jogo quando uma pessoa interage com produtos, serviços ou ambientes:   </p>
<ul>
<li><span class="mark">Motivações</span>: porque é que a pessoa se relaciona com a oferta e o que é que pretende tirar dela?</li>
<li><span class="mark">Expectativas</span>: que pré-noções é que tem sobre como a oferta funciona?</li>
<li><span class="mark">Percepções</span>: como é que a oferta afecta os seus sentidos (visão, audição, olfacto, gosto e tacto)?</li>
<li><span class="mark">Habilidades</span>: como é que consegue interagir física e cognitivamente com a oferta?</li>
<li><span class="mark">Fluxo</span>: como é que se relaciona com a oferta ao longo do tempo?</li>
<li><span class="mark">Cultura</span>: que conjunto de códigos, regras comportamentais e sistemas de crenças a condicionam? </li>
</ul>
<h2>Um pequeno exercício&#8230;  </h2>
<p>Com base nesta &#8220;anatomia&#8221; proponho-vos o seguinte: da próxima vez que tiverem uma boa ou má experiência tentem identificar quais destas qualidades tiveram maior peso na vossa opinião.</p>
<p>Este &#8220;exercício&#8221; permite-vos interiorizar as diferentes dimensões de uma experiência e, consequentemente, treinar o cérebro para o &#8220;desenho de experiências&#8221; ;-). </p>
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		<title>Testes de Usabilidade</title>
		<link>http://guspim.net/2008/09/21/testes-de-usabilidade/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 10:18:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[User Research]]></category>
		<category><![CDATA[técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[testes de usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Após os artigos em que expliquei o que é o <a href="http://guspim.net/2007/11/02/user-research-em-projectos-web/">user research</a> e a <a href="http://guspim.net/2008/02/19/o-que-e-a-usabilidade/">usabilidade</a>, estamos em condições de partir numa “viagem” em torno das várias técnicas de investigação.   </p>

<p class="mb05">Quando chegarmos ao nosso destino talvez faça um <span class="mark">compêndio em forma de e-book</span>. Mas até lá ainda temos um longo caminho a percorrer…</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="200" height="150" src="/img/artigos/testes-de-usabilidade/utilizadorFrustrado.jpg" alt="Utilizador frustrado" title="Utilizador frustrado"/>
</div>
<p>Após os artigos em que expliquei o que é o <a href="http://guspim.net/2007/11/02/user-research-em-projectos-web/">user research</a> e a <a href="http://guspim.net/2008/02/19/o-que-e-a-usabilidade/">usabilidade</a>, estamos em condições de partir numa “viagem” em torno das várias técnicas de investigação.   </p>
<p>Quando chegarmos ao nosso destino talvez faça um <span class="mark">compêndio em forma de e-book</span>. Mas até lá ainda temos um longo caminho a percorrer…</p>
<p>Como sei que alguns de vocês gostavam de sustentar o vosso trabalho em user research, mas têm algum receio da curva de aprendizagem; optei por começar a nossa viagem pelos testes de usabilidade. </p>
<p>Esta técnica permite diagnosticar rapidamente problemas e não implica um grande investimento para pôr em prática. Ou seja, é ideal para quem se quer iniciar no user research!</p>
<h2>O que é um teste de usabilidade?</h2>
<p><span class="mark">O teste de usabilidade é uma entrevista estruturada em que é pedido aos utilizadores de um produto ou serviço, ou a indivíduos cujo perfil se insira no seu público-alvo, que realizem um conjunto de tarefas.</span></p>
<p>O objectivo é aferir a facilidade de utilização, tempo de execução de tarefa e a percepção que o utilizador tem da experiência de utilização. </p>
<h2>Como se faz? </h2>
<p>É usual iniciar-se um teste de usabilidade com uma entrevista preliminar com o objectivo de contextualizar o participante nas tarefas que lhe vão ser propostas. </p>
<p>Esta entrevista visa, igualmente, construir uma relação de confiança entre facilitador e participante, de forma a que quando o participante realizar as tarefas que lhe são propostas já se sinta confortável com o teste.</p>
<p>A seguir, propõe-se, sucessivamente, um conjunto de tarefas ao participante,  pedindo-lhe que verbalize o que faz e o que pensa.  </p>
<p>Por vezes termina-se com uma troca de impressões ou pedido ao entrevistado para preencher um pequeno questionário sobre o teste.</p>
<h2>Com se analisa?</h2>
<p>A análise centra-se essencialmente em aferir se o utilizador consegue realizar as tarefas propostas e qual a dificuldade que tem em o fazer. Contudo, esta é apenas a ponta do iceberg, pois os testes podem revelar muito mais informação. </p>
<p>A validade e pertinência de extrapolação de um teste de usabilidade não está relacionada com a sua representatividade estatística. </p>
<p>Normalmente aponta-se o número de 5 testes para identificar a maior parte dos problemas de usabilidade de uma interface. </p>
<h2>Síntese</h2>
<p>Provavelmente este artigo soube-vos a pouco… Ficaram com uma luzes sobre o que é um teste de usabilidade, mas continuam sem saber muito bem como fazer um …</p>
<p>Não se preocupem. <span class="mark">Apenas descrevi em  traços muito gerais (eu diria mesmo superficiais) esta técnica porque tenciono, num próximo artigo, “partir” para o terreno e falar-vos das questões mais “operacionais” ;-)</span>.</p>
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		<title>REPUX</title>
		<link>http://guspim.net/2008/09/09/repux/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 07:46:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[User Research]]></category>
		<category><![CDATA[arquitectura da informação]]></category>
		<category><![CDATA[design de interacção]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Interfaces]]></category>
		<category><![CDATA[rede]]></category>
		<category><![CDATA[REPUX]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Repuquê?! Será uma seita metodista ortodoxa, um novo elixir da juventude ou uma organização para-militar?</p>

<p class="mb05">Nada disso. <span class="mark">A <a href="http://groups.google.com/group/repux">Rede Portuguesa de User Experience (REPUX)</a> é um grupo informal que tem como objectivo ajudar a criar e dinamizar uma comunidade de profissionais de user experience em Portugal.</span></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Repuquê?! Será uma seita metodista ortodoxa, um novo elixir da juventude ou uma organização para-militar?</p>
<p>Nada disso. <span class="mark">A <a href="http://groups.google.com/group/repux">Rede Portuguesa de User Experience (REPUX)</a> é um grupo informal que tem como objectivo ajudar a criar e dinamizar uma comunidade de profissionais de user experience em Portugal.</span></p>
<p>Procura-se pôr em contacto designers de interacção, especialistas em usabilidade, arquitectos da informação e outros profissionais de áreas contíguas.</p>
<p>O projecto, que <a href="http://groups.google.com/group/repux/msg/05197da80976544b">iniciei com o Diogo Garrido</a> em 2003, tem como &#8220;centro nevrálgico&#8221; uma <a href="http://groups.google.com/group/repux">mailing list</a> que gostava de ver mais activa (muito mais activa&#8230;).</p>
<p>Se a vossa actividade gira em torno da experiência de utilização, abandonem a malfadada aversão lusa à participação e <a href="http://groups.google.com/group/repux">digam de vossa justiça</a> o que vos passa pela cabeça ;-). </p>
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		</item>
		<item>
		<title>[Entrevista] Joana Viana (1)</title>
		<link>http://guspim.net/2008/09/04/entrevista-joana-viana-1/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 17:22:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-learning]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<category><![CDATA[ciências da educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Escola Superior de Educação – Instituto Politécnic]]></category>
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		<category><![CDATA[Gabinete de Apoio à Produção de Conteúdos Multiméd]]></category>
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		<category><![CDATA[historias]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Superior Técnico]]></category>
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		<category><![CDATA[Unidade de I&D de Ciências da Educação da Univer]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A Joana Viana é uma das pessoas com quem tenho mais prazer em trabalhar. Tem aquele brilho nos olhos de quem tem paixão pelo que faz.</p>

<p class="mb05">Quando foi trabalhar para o GAEL rapidamente percebi que seria a companheira ideal para projectos de investigação, assim como admirei desde logo a sua capacidade de gestão e planeamento.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-joana-viana-1/joanaviana.jpg" class="si" alt="Joana Viana" title="Joana Viana" height="150" width="150"></p>
<dl>
<dt>Joana Viana</dt>
<dd>Formadora, investigadora, gestora de conteúdos, &#8230;</dd>
</dl>
</div>
<p>A Joana Viana é uma das pessoas com quem tenho mais prazer em trabalhar. Tem aquele brilho nos olhos de quem tem paixão pelo que faz.   </p>
<p>Quando foi trabalhar para o GAEL rapidamente percebi que seria a companheira ideal para projectos de investigação, assim como admirei desde logo a sua capacidade de gestão e planeamento.</p>
<p>Apesar dos mais de dez anos que nos separam, é das pessoas que melhor lidou até hoje com a minha conhecida dureza no esgrimir de ideias, demonstrando sempre jogo de cintura para aceitar as críticas e retorquir com argumentos pertinentes.</p>
<p>Pelos conselhos que lhe dou, por vezes sinto-me como uma espécie de “mentor” dela, mas frequentemente os papéis invertem-se e sou eu quem bebe do seu conhecimento e experiência.</p>
<p>A sua contínua sede de novos saberes e a dinâmica que incute aos projectos em que se envolve constituem um excelente exemplo do que deve ser um profissional preparado para enfrentar os desafios da sociedade actual.     </p>
<div id="interview">
<h2>Quando descobriste a tua vocação profissional? </h2>
<p>Bem, a vocação profissional pode ser abordada de diversas formas… Mas se me centrar na vocação profissional no que toca às Ciências da Educação, domínio onde me insiro e, de facto, me sinto realizada, essa foi apenas descoberta na própria Licenciatura!  Eu explico… </p>
<p>As Ciências da Educação são uma área de intervenção profissional menos conhecida do que muitas outras actividades profissionais que podemos enunciar, mais tradicionais e reconhecidas. Eu, desde criança, desejava seguir Matemática. Era a minha área de eleição… </p>
<p>No entanto, lembro-me de estar a iniciar o 10º ano e começar a reflectir sobre o meu futuro. Do que conhecia achei que para seguir a área de Matemática provavelmente iria ser professora, mas eu não queria nem me imaginava a ser professora! Portanto, comecei a tentar perceber o que poderia “ser” ao nível profissional (o que não é uma tarefa nada fácil quando somos adolescentes…).</p>
<p>Considerei Psicologia uma área interessante e com a qual me identificava. Decidi que iria fazer a Licenciatura. </p>
<p>Durante as pesquisas para ingressar no ensino superior, descobri que nas mesmas Faculdades existia o curso de Ciências da Educação, com algumas disciplinas iguais nos dois cursos, especialmente no 1º ano. Pesquisei melhor sobre o curso de Ciências da Educação e sobre as respectivas saídas profissionais. Agradou-me, mas continuava a querer Psicologia. </p>
<div class="siContainer"><a class="naked" href="http://www.fpce.ul.pt"><img src="/img/artigos/entrevista-joana-viana-1/fpcelogo.gif" class="si" alt="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)" title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)"  width="200" height="144" / >  </a> </div>
<p>No concurso nacional de acesso ao ensino superior optei por colocar Ciências da Educação na 2ª opção, para a <a href="http://www.fpce.ul.pt">Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)</a>. Não entrei na Licenciatura em Psicologia por duas décimas! </p>
<p>Desde as primeiras aulas de Ciências da Educação, os primeiros trabalhos, as primeiras leituras e o contacto directo com a área, o domínio de intervenção e as suas potencialidades fiquei rendida! </p>
<p>Percebi que estava muito enganada. Compreendi que o que eu sempre desejei foi Ciências da Educação e não Psicologia! Mas não sabia, nem podia saber, pois não conhecia&#8230;</p>
<p>Não me formei para ser professora, mas fiquei intrinsecamente ligada à Educação, ao Ensino, à Formação, a todo o tipo de actividades educativas e formativas… </p>
<h2>Fala-nos um pouco sobre o teu percurso académico e profissional.</h2>
<p>Até ao 9º ano de escolaridade posso dizer que fui a designada “boa aluna” (pelo menos em termos de resultados escolares): lembro-me que no 2º e 3º períodos tinha 5 a todas as disciplinas. </p>
<p>No ensino secundário, optei pela área “científico &#8211; natural” e fui uma aluna “média”. Tive a minha primeira negativa, na prova global de inglês! Fiquei com alguma aversão ao inglês (o que ainda hoje é notório…) e as Professoras que tive não ajudaram a melhorar “essa relação”.</p>
<p>Durante a Licenciatura envolvi-me no curso, naquilo que fazia em cada disciplina! Tive consciência da importância de estar atenta ao contributo de cada área disciplinar para aquilo que poderia vir a fazer em termos práticos, ao nível profissional. </p>
<p>Poucas foram as disciplinas que considero terem sido desnecessárias&#8230; Vários foram os Professores, os pensamentos e as leituras que me marcaram durante esse percurso!</p>
<p>No 2º semestre do 3º ano tinha de escolher uma área de especialização do curso, sobre a qual tinha 2 ou 3 disciplinas específicas em cada um dos semestres seguintes. Eu desejava a área de Desenvolvimento Curricular, pois incluía as Tecnologias Educativas – a minha área de eleição para intervir. Nenhum colega iria escolher essa área, e perante este cenário não queria ser a única aluna… Optei por Formação de Adultos. </p>
<p>Não me arrependo, pois adquiri imensos conhecimentos, desenvolvi competências e realizei aprendizagens essenciais para a minha intervenção profissional, mesmo na área das tecnologias educativas.</p>
<p>O último ano da licenciatura consistia em desenvolver um estágio curricular. Durante o 4º ano, o <a href="http://gael.ist.utl.pt/">Gabinete de Apoio à Produção de Conteúdos Multimédia e e-Learning (GAEL)</a>, no <a href="http://www.ist.utl.pt/">Instituto Superior Técnico</a>, nomeadamente o Projecto <a href="http://www.e-escola.pt">e-escola</a>, apresentou-se como um potencial contexto para o desenvolvimento do estágio. No entanto, e como sou de Leiria, pensei que poderia tentar conciliar dois estágios, e nesse sentido, enviei a proposta para quatro Instituições em Leiria. </p>
<p>Na <a href="http://www.esel.ipleiria.pt/">Escola Superior de Educação – Instituto Politécnico de Leiria (ESE-IPL)</a> deram-me a possibilidade de apresentar uma proposta, que envolvesse adultos seniores (ou adultos maiores, como se começam a designar!) e as TIC (após articulação entre o meu currículo e os objectivos da <acronym title="Escola Superior de Educação – Instituto Politécnico de Leiria">ESE-IPL</acronym>). </p>
<div class="siContainer"><a class="naked" href="http://blogs.esel.ipleiria.pt/teclar/projecto/"><img src="/img/artigos/entrevista-joana-viana-1/logoTeclar.gif" class="si" alt="Projecto Teclar, Ensinar e Aprender entre Gerações com Tecnologias" title="Projecto Teclar, Ensinar e Aprender entre Gerações com Tecnologias" height="163" width="200" /> </a>  </div>
<p>Apresentei a proposta para o desenvolvimento do <a href="http://blogs.esel.ipleiria.pt/60mais/category/projecto-teclar/">Projecto Teclar, Ensinar e Aprender entre Gerações com Tecnologias</a>, que foi aceite. </p>
<p>Desenvolvi os dois estágios, em Leiria e em Lisboa, entre Outubro de 2005 e Junho de 2006: coordenação e formação no Projecto Teclar e gestão educativa de conteúdos no Projecto e-escola. No final dos dois estágios tive a possibilidade de continuar a articular as duas actividades profissionais, onde continuo neste momento!	</p>
<p>Durante a licenciatura colaborei e participei nalgumas iniciativas ligadas ao uso das tecnologias na educação, ao “serviço do ensino e da aprendizagem” (frase muito utilizada pelo Professor Fernando Costa, com quem comecei a colaborar e a desenvolver o meu percurso profissional! Obrigado especial!):</p>
<ul>
<li>Curso de Verão &#8211; Desenho de Projectos de e-learning, em 2004 e em 2005, na  <acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE-UL</acronym> e no <a href"http://64.131.66.67/~cnededu/index.php?domain_name=www"><acronym title="Centro Naval de Ensino a Distância">CNED</acronym></a> </li>
<li> Projectos de investigação e formação na área das Tecnologias Educativas e do Desenvolvimento Curricular </li>
<li>Desenvolvimento do CD-ROM sobre a <acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE-UL</acronym>, os cursos e as saídas profissionais, para divulgação junto de alunos do ensino secundário (especialmente no Fórum Estudante – FIL)</li>
<li>Colaborei também na organização do Colóquio da <acronym title="  Association Francophone Internationale de Recherche Scientifique en Education">AFIRSE</acronym> , nos anos 2005 e 2006, (que se realiza todos os anos na <acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE-UL</acronym> com temáticas diferentes).  </li>
</ul>
<p>Desde 2006, colaboro no Projecto eNote da <acronym title="Unidade de I&#038;D de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">UI&#038;DCE</acronym>, coordenado pelo Professor Fernando Costa. </p>
<p>No ano lectivo 2007/2008, colaborei na disciplina de Tecnologias Educativas I e II, especialmente nas aulas práticas, dos alunos do 1º e 2º anos da Licenciatura em Ciências da Educação da <acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE-UL</acronym>.</p>
<p>Desde Fevereiro deste ano colaboro no <a href="http://www.60mais.ipleiria.pt/">Projecto IPL 60+ </a> dinamizado pelo <a href="http://www.ipleiria.pt/">Instituto Politécnico de Leiria (IPL)</a> e dirigido a adultos com mais de 60 anos, numa perspectiva de formação ao longo da vida.</p>
<p>Com base no estudo que realizei contigo sobre a experiência de utilização do portal e-escola durante o ano de 2006, fomos convidados a escrever um artigo (“Investigação centrada no utilizador em projectos Web de natureza educativa. Experiência de utilização do portal e-escola”) para o livro <a href="http://www.portoeditora.pt/ficha.asp?ID=34080">As TIC na Educação em Portugal</a>, editado pela Porto Editora, em Abril de 2008. </p>
<p>Actualmente estou também a desenvolver o Mestrado em Ciências da Educação – Área de Especialização em Tecnologias Educativas, na <acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE-UL</acronym>.</p>
<h2>Quais são os teus principais projectos actuais? </h2>
<ul>
<li>Desenvolvo o Projecto Teclar em Leiria (na <acronym title="Escola Superior de Educação – Instituto Politécnico de Leiria">ESE-IPL</acronym>) </li>
<li>Faço gestão educativa de conteúdos no <acronym title="Gabinete de Apoio à Produção de Conteúdos Multimédia e e-Learning do Instituto Superior Técnico">GAEL-IST</acronym> </li>
<li>Desenvolvo o meu projecto de mestrado, em Ciências da Educação, na área de Tecnologias Educativas</li>
<li>Colaboro no Programa IPL 60+ desenvolvido pelo <acronym title="Instituto Politécnico de Leiria">IPL</acronym> </li>
</ul></div>
<p> Numa <a href="/2008/10/02/entrevista-joana-viana-2/">segunda parte desta entrevista</a>, a publicar brevemente, a Joana falar-nos-á em maior profundidade de alguns dos seus projectos, assim como fará um pouco de &#8220;futurologia&#8221; ;-).</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Survs &#8211; Asking for You</title>
		<link>http://guspim.net/2008/05/24/survs-asking-for-you/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 May 2008 16:18:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[e-learning]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[aplicações web]]></category>
		<category><![CDATA[Enough Pepper]]></category>
		<category><![CDATA[inquéritos]]></category>
		<category><![CDATA[inquéritos online]]></category>
		<category><![CDATA[questionários]]></category>
		<category><![CDATA[survs]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Finalmente posso anunciar o lançamento da <span class="mark">versão beta</span> da aplicação de inquéritos on-line que me tem ocupado os "tempos livres": o <a href="http://www.survs.com">Survs</a></span>. </p>

<p class="mb05">Futuramente tenciono escrever aqui sobre este e outros projectos em que ando a trabalhar com a equipa fantástica que construiu o Survs.      </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><a href="http://www.survs.com" class="naked"><img width="200" height="76" src="/img/artigos/survs/survsLogo.gif" alt="Survs" title="Survs" class="si"/></a> </div>
<p>Finalmente posso anunciar o lançamento da <span class="mark">versão beta</span> da aplicação de inquéritos on-line que me tem ocupado os &#8220;tempos livres&#8221;: o <a href="http://www.survs.com">Survs</a></span>.  </p>
<p>Futuramente tenciono escrever aqui sobre este e outros projectos em que ando a trabalhar com a  equipa fantástica que construiu o Survs.  </p>
<p>Mas por agora fico-me apenas por um <span class="mark">curto e incisivo “cartão de visita”</span>. </p>
<h2>O que é o Survs?  </h2>
<p><span class="mark">O Survs é uma aplicação web colaborativa que permite construir, distribuir e analisar inquéritos</span>. </p>
<p>Possibilita, ainda, a partilha de resultados, templates e estilos gráficos dos inquéritos.  </p>
<p>Sendo uma aplicação web, não é necessário instalar qualquer tipo de software. A aplicação pode ser acedida de qualquer local com uma ligação à Internet através de um <em>web browser</em>.</p>
<h2>O que distinge o Survs de outras aplicações similares?  </h2>
<p>O Survs diferencia-se da concorrência pela conjugação de três factores:  </p>
<ul>
<li>Design centrado no utilizador</li>
<li>Componentes colaborativa e social  </li>
<li>Preços competitivos  </li>
</ul>
<h2>A quem é que se destina o Survs?   </h2>
<ul>
<li> <span class="mark">Pequenas, médias e grandes organizações / empresas em geral</span><br />
	<span class="mark3">(inquéritos de satisfação, inquéritos aos empregados, inquéritos de avaliação de acções de formação, inquéritos de avaliação de produtos, inquéritos de avaliação de desempenho, etc) </span>      </li>
<li><span class="mark">Empresas de estudos de mercado, marketing, relações públicas e agências publicidade   </span><span class="mark3">(estudos de mercado em geral, inquéritos sobre percepção de marca e imagem, inquéritos sobre a efectividade de publicidade, inquéritos de opinião, inquéritos a visitantes de web sites, etc.) </span>  </li>
<li><span class="mark">Universidades, centros de investigação,  centros de formação, escolas, professores e alunos dos vários níveis de ensino </span> <span class="mark3">(estudos de investigação, inquéritos a alunos, inquéritos a pessoal docente e não docente, inquéritos de avaliação de disciplinas, inquéritos de diagnóstico / avaliação de formação, etc.)   </span>  </li>
<li><span class="mark">Profissionais e empresas de experiência de utilização e áreas contíguas</span><span class="mark3"> (design, user research, usabilidade, arquitectura da informação, etc.) </span>    </li>
<li><span class="mark">Particulares</span> <span class="mark3">(inquéritos de preparação para realização de eventos, inquéritos sobre hobbys, inquéritos sobre desportos, inquéritos à família e amigos, inquéritos de preparação de casamentos, etc).</span></li>
</ul>
<h2>Síntese  </h2>
<p>Foi a <span class="mark">explicação possível</span> depois de muitos dias de intenso trabalho que provocaram que uma parte considerável dos meus neurónios entrasse em greve… </p>
<p>Para mais tarde ficarão uma série de artigos sobre tudo o que envolve lançar uma aplicação web com uma equipa pequena, a trabalhar em <em>part time</em> e com poucos recursos financeiros.</p>
<p>Os interessados em experimentar o <a href="http://www.survs.com">Survs</a> podem inscrever-se no <em>web site</em> e esperar por um convite ou mandar-me um <a href="mailto:guspim@guspim.net">email</a> a explicar porque “merecem” passar à frente da fila ;-). </p>
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		<title>BarCampFCT</title>
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		<pubDate>Thu, 22 May 2008 08:30:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[barcamp]]></category>
		<category><![CDATA[BarCampFCT]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Por iniciativa do projecto <a href="http://fct.enses.org/">FCTenses</a>, realiza-se no próximo dia 24 de Maio, no no campus da <a href="http://www.fct.unl.pt/">FCT UNL</a>, o <a href="http://fct.enses.org/barcamp/app/">BarCampFCT</a>.  </p>   

<p class="mb05">Um <a href="http://barcamp.org/">BarCamp</a> é uma reunião ad-hoc de geeks que nasce do desejo de partilhar experiências em ambiente aberto através de discussões, demos e outro tipo de interacções entre os participantes.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><a href="http://fct.enses.org/barcamp/app" class="naked broken_link"><img width="200" height="56" src="/img/artigos/barcampfct/BarCampFCT.gif" alt="BarCampFCT" title="BarCampFCT" class="si"/></a> </div>
<p>Por iniciativa do projecto <a href="http://fct.enses.org/">FCTenses</a>, realiza-se no próximo dia 24 de Maio, no no campus da <a href="http://www.fct.unl.pt/">FCT UNL</a>, o <a href="http://fct.enses.org/barcamp/app/" class="broken_link">BarCampFCT</a>.  </p>
<p>Um <a href="http://barcamp.org/">BarCamp</a> é uma reunião ad-hoc de geeks que nasce do desejo de partilhar experiências em ambiente aberto através de discussões, demos e outro tipo de interacções entre os participantes.</p>
<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0pcBvi8tGVo&#038;hl=en"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/0pcBvi8tGVo&#038;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object>   </p>
<p>A equipa da aplicação de inquéritos em que tenho trabalhado nos &#8220;tempos livres&#8221; vai marcar presença em força, muito provavelmente já com a beta lançada ;-). </p>
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