<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>guspim.net &#187; Produtividade</title>
	<atom:link href="http://guspim.net/category/produtividade/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://guspim.net</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 10 Feb 2011 08:03:57 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1</generator>
		<item>
		<title>Tempos de Mudança</title>
		<link>http://guspim.net/2011/02/09/tempos-de-mudanca/</link>
		<comments>http://guspim.net/2011/02/09/tempos-de-mudanca/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 21:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://guspim.net/?p=837</guid>
		<description><![CDATA[<p>Após um longo silêncio, volto hoje a escrever aqui para anunciar o fim desde blog. Ou talvez não. Tenho planos para um novo espaço, mas permanecerão no segredo dos deuses até à sua concretização. Vou, todavia, aproveitar para vos falar um pouco do que se passou desde o último post. </p>   
<p class="mb05">Como sabem, tive o privilégio de fazer parte da equipa que criou o <a href="http://www.survs.com">Survs</a> e o projectou para um sucesso estrondoso, expresso no crescimento exponencial da sua base de utilizadores e na <a href="http://techcrunch.com/2009/05/12/survs-is-now-taking-questions/">aclamação</a> em <a href="http://www.flickr.com/photos/survs/3878980158/">uníssono</a> da <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/survs_web_surveys_private_beta.php">crítica especializada</a>. Em Novembro do ano passado decidi que era tempo de abraçar outros desafios. Para muitos parecerá uma opção estranha; para mim é algo de natural.</p>      ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após um longo silêncio, volto hoje a escrever aqui para anunciar o fim desde blog. Ou talvez não. Tenho planos para um novo espaço, mas permanecerão no segredo dos deuses até à sua concretização. Vou, todavia, aproveitar para vos falar um pouco do que se passou desde o último post. </p>
<p>Como sabem, tive o privilégio de fazer parte da equipa que criou o <a href="http://www.survs.com">Survs</a> e o projectou para um sucesso estrondoso, expresso no crescimento exponencial da sua base de utilizadores e na <a href="http://techcrunch.com/2009/05/12/survs-is-now-taking-questions/">aclamação</a> em <a href="http://www.flickr.com/photos/survs/3878980158/">uníssono</a> da <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/survs_web_surveys_private_beta.php">crítica especializada</a>. Em Novembro do ano passado decidi que era tempo de abraçar outros desafios. Para muitos parecerá uma opção estranha; para mim é algo de natural.</p>
<p>O sonho de fundar uma startup é hoje cada vez mais vulgar, e eu aconselho vivamente a experiência: muito do que sou hoje profissionalmente devo à fantástica aventura que foi a <a href="http://www.enoughpepper.com">Enough Pepper</a>. </p>
<p>Contudo, contrariamente a muitos sonhadores que se queixam de intermináveis horas passadas num qualquer cubículo cinzento a trabalhar para um patrão austero e pardacento, eu tenho um emprego das “9 as 5” (só no papel) que me dá um gozo incrível. Mesmo. </p>
<p>Desde que o <a href="http://www.ist.utl.pt">Técnico</a> me abriu as portas, depois de ter optado por deixar o <a href="http://www.bcp.pt">Millennium bcp</a>, cresci imenso ao lado de uma equipa fantástica com uma capacidade de renovação e readaptação impressionantes. Não me recordo de um dia que não vá trabalhar com um sorriso estampado nos lábios.</p>
<p>Acontece que, com projectos cada vez mais interessantes, e com as responsabilidades acrescidas que fui tendo, comecei gradualmente a ter mais prazer no meu trabalho diurno &#8211; Técnico &#8211; do que nocturno &#8211; Survs. E acreditem que o Survs era tudo menos um sacrifício.  </p>
<p>E os constrangimentos inerentes a qualquer sector da função pública perguntarão vocês? Adoro-os. Não há nada que me dê mais gozo do que obstáculos para ultrapassar. Está-me no sangue. Mais, detesto o discurso derrotista de sindicalistas e afins que se preocupam mais em choramingar do que em reinventar o sistema por dentro. Nunca posso prever o dia de amanhã, nem sei se ficarei para sempre na função pública, mas posso garantir-vos que muito do que ouvem são realidades distorcidas daqueles que preferem a inércia à acção. </p>
<p>Acresce que tenho uma quase obsessão pelo estudo e optimização de métodos de trabalho. Ao longo dos anos, de certa forma inconscientemente, fui desenvolvendo uma <em>framework</em> &#8211; com base em princípios de gestão, experiência de utilização e métodos de produtividade &#8211; que me permite questionar e optimizar workflows dos mais diversos tipos. E que melhor palco para pôr em prática esta abordagem que uma instituição pública do ensino superior português?</p>
<p>De momento estou dedicado a um dos mais estimulantes desafios da minha vida, a coordenação da Área de Ligação ao Utilizador da Direcção de Informática do Instituto Superior Técnico. Para além do <a href="http://nme.ist.utl.pt">Núcleo de Multimédia e e-Learning</a>, de que assumi a coordenação desde o início de 2010, tenho também agora sob a minha alçada o Núcleo de Suporte ao Utilizador e o Núcleo de Microinformática. </p>
<p>Para mim esta situação é ouro sobre azul: não só é plena de  constrangimentos como eu tanto gosto, como centra-se numa área que há muito me fascina e que sobre a qual muito aprendi com a experiência do Survs, o apoio ao utilizador. </p>
<p>Não vos vou maçar com pormenores, mas no fundo o desafio é criar uma cultura de serviço ao utilizador numa escola de engenheiros. Pior (eu diria melhor), na Direcção de Serviços de Informática, conhecida (injustamente) por ser um “antro de geeks” com pouca apetência para o contacto com o público. </p>
<p>Não se esqueçam, no entanto, que eu falei de desafios, no plural… Vou começar a aceitar, muito criteriosamente, trabalhos de consultoria em colaboração com alguns dos profissionais que mais admiro. Terão é que esperar pelo renascer deste espaço para conhecerem melhor o tipo de projectos em que me pretendo envolver…</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://guspim.net/2011/02/09/tempos-de-mudanca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>OmmWriter</title>
		<link>http://guspim.net/2009/12/02/ommwriter/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/12/02/ommwriter/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 13:39:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtividade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://guspim.net/?p=628</guid>
		<description><![CDATA[<p>Descobri o <a href="http://www.ommwriter.com">OmmWriter</a> a semana passada algures no <a href="http://www.twitter.com/guspim">Twitter</a> e, acreditem no que vos digo, foi amor ao primeiro teclar.</p>

<p class="mb05">A <a href="http://www.herraizsoto.com/weblog/mac/">Herraiz Soto &#038; Co</a>, que produziu esta preciosidade, apresenta o OmmWriter como um processador de texto que acredita no prazer da escrita, reivindicando uma relação íntima entre escritor e o "papel" onde escreve.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/ommwriter/ommwriter.gif" class="si" alt="Ommwriter" title="Ommwriter"  width="192" height="130" /></p>
</div>
<p>Descobri o <a href="http://www.ommwriter.com">OmmWriter</a> a semana passada algures no <a href="http://www.twitter.com/guspim">Twitter</a> e, acreditem no que vos digo, foi amor ao primeiro teclar.</p>
<p>A <a href="http://www.herraizsoto.com/weblog/mac/" class="broken_link">Herraiz Soto &#038; Co</a>, que produziu esta preciosidade, apresenta o OmmWriter como um processador de texto que acredita no prazer da escrita, reivindicando uma relação íntima entre escritor e o &#8220;papel&#8221; onde escreve.</p>
<p>Esta abordagem minimalista assenta como  uma luva à tal necessidade de concentração de que vos falei no <a href="http://guspim.net/a-tecnica-pomodoro™/">post anterior</a>. Quando abrimos o OmmWriter entramos num mundo à parte onde só nos resta uma coisa: escrever, escrever, escrever, &#8230;  </p>
<p><object width="500" height="282"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7670108&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7670108&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="500" height="282"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://guspim.net/2009/12/02/ommwriter/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Técnica Pomodoro™</title>
		<link>http://guspim.net/2009/11/24/a-tecnica-pomodoro%e2%84%a2/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/11/24/a-tecnica-pomodoro%e2%84%a2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 13:56:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtividade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://guspim.net/?p=617</guid>
		<description><![CDATA[<p>Sempre tive uma dificuldade de concentração absurda, distraio-me com tudo e se não houver nada para me distrair distraio-me com a própria ausência de distracções. Agora imaginem esta cabeça difusa a laborar no admirável mundo das novas tecnologias… Facebook, Twitter, Youtube, feeds rss, e mais um par de botas, todos as gritar na minha cabeça “escolhe-me a mim, escolhe-me a mim”... Não é fácil!</p>

<p class="mb05">Para resolver os problemas dos "tempos modernos", nada como recorrer à sabedoria popular. Todos conhecem o velho truque de acenar com uma cenoura à frente de um burro para ele andar, certo? Eu sou o burro desta versão da história, mas terão que ler o parágrafo seguinte para conhecer a cenoura. </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/a-tecnica-pomodoro/pomodoro.gif" class="si" alt="Pomodoro"  height="186" width="235" title="Pomodoro" height="186" width="235"></p>
</div>
<p>Sempre tive uma dificuldade de concentração absurda, distraio-me com tudo e se não houver nada para me distrair distraio-me com a própria ausência de distracções. Agora imaginem esta cabeça difusa a laborar no admirável mundo das novas tecnologias… Facebook, Twitter, Youtube, feeds rss, e mais um par de botas, todos as gritar na minha cabeça “escolhe-me a mim, escolhe-me a mim”&#8230; Não é fácil!</p>
<p>Para resolver os problemas dos &#8220;tempos modernos&#8221;, nada como recorrer à sabedoria popular. Todos conhecem o velho truque de acenar com uma cenoura à frente de um burro para ele andar, certo? Eu sou o burro desta versão da história, mas terão que ler o parágrafo seguinte para conhecer a cenoura. </p>
<p>Desde há muito que sigo uma técnica de produtividade baseada na lógica trabalho/recompensa. E o que é que isto quer dizer? É simples, defino períodos de tempo em que apenas me foco numa única tarefa, evitando qualquer tipo de distracção; no final desse tempo &#8220;tenho direito&#8221; a fazer um intervalo &#8220;livre de sentimentos de culpa&#8221; onde estou &#8220;autorizado&#8221; a  perde-me nas actividades lúdicas que me apetecer (está apresentada a cenoura).</p>
<p>Para quem não sofre de problemas de concentração esta técnica poderá parecer quase um exercício de auto-flagelação, mas para o resto de nós, susceptíveis de nos distrairmos ao mínimo estimulo, é o enquadramento perfeito para aumentar a produtividade.</p>
<p>De um momento para o outro surgiram inúmeras referências na Web a esta técnica, apelidando-a de <a href="http://www.pomodorotechnique.com/">Pomodoro Technique™</a>. Não querendo desacreditar a ideia de que foi um tal de Francesco Cirillo que a formalizou e nomeou, parece-me um pouco abusivo atribuir-lhe a autoria de uma prática que não só era certamente usada, mais ou menos formalmente, por outros que o antecederam, como também é referida em vários &#8220;manuais&#8221; de produtividade.</p>
<p>Poderá argumentar-se que a Pomodoro Technique™ (reparem que tem trademark e tudo), é mais do que o princípio nuclear que descrevi, mas no fundo o que lhe garante eficácia é esse mesmo princípio. </p>
<p>Autorias à parte, há uma enorme vantagem neste <em>hype</em> em torno do Pomodoro, é que têm surgido uma série de ferramentas extremamente úteis para a pôr em prática, das quais destaco o <a href="http://pomodoro.ugolandini.com/">Pomodoro Desktop</a> e o <a href="http://www.focusboosterapp.com/">focus booster</a>.</p>
</p>
<p>Fica aqui a sugestão para que assumam o papel de burro por inteiro, mas sempre com algum cuidado para perceberem que apenas estão a representar uma personagem. Esqueçam-se dela naqueles dias em que estão tão envolvidos no que estão a fazer que é preciso vir alguém arrancar-vos da cadeira para pararem :-).        </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://guspim.net/2009/11/24/a-tecnica-pomodoro%e2%84%a2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>12 Dicas para Dormir uma Power Nap</title>
		<link>http://guspim.net/2009/01/15/12-dicas-para-dormir-uma-power-nap/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/01/15/12-dicas-para-dormir-uma-power-nap/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 11:25:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[dormir]]></category>
		<category><![CDATA[insónias]]></category>
		<category><![CDATA[power naps]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sesta]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://guspim.net/?p=161</guid>
		<description><![CDATA[<p class="mb05">Já vos <a href="/2008/12/16/siesta-20/">falei</a> dos enormes benefícios das <em>power naps</em>, é chegada a altura de vos dar <span class="mark">algumas dicas práticas para conseguirem dormir uma destas “novas sestas”</span>. </p>    ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<a href="http://www.flickr.com/photos/driki/294676273/" class="naked"><img class="si" width="200" height="300" title="Fotografia de driki" alt="Fotografia de driki" src="/img/artigos/12-dicas-para-dormir-uma-power-nap/driki.jpg"/> </a>
</div>
<p>Já vos <a href="/2008/12/16/siesta-20/">falei</a> dos enormes benefícios das <em>power naps</em>, é chegada a altura de vos dar <span class="mark">algumas dicas práticas para conseguirem dormir uma destas “novas sestas”</span>:  </p>
<ol>
<li>Evitem bebidas com cafeína e outros estimulantes nas horas precedentes.</li>
<li>Escolham um local onde se sintam confortáveis (tenham especial atenção à temperatura).</li>
<li>Tentem libertar a cabeça de todos os assuntos que vos preocupam. </li>
<li>Reduzam ao máximo as hipóteses de distracção (desligar telemóvel, avisar quem vos rodeia que não querem ser perturbados, etc.).</li>
<li>Se um ambiente de completa escuridão for importante para vocês (para mim é), usem uma “venda” que vede completamente a entrada de luz.</li>
<li>Posicionem-se de barriga para cima, pois assim é mais fácil descontraírem.</li>
<li>Ouçam música calma caso isso vos facilite o sono, de preferência vocacionada para meditação ou inspirada em música com esse fim. Há quem prefira o som de uma voz. </li>
<li>Não evitem pensar nos assuntos que vos vêm à cabeça; simplesmente deixem-nos fluir sem nunca se reterem muito tempo no mesmo. </li>
<li>Foquem-se na respiração, ou melhor no que sentem quando o ar entra e sai do vosso corpo.</li>
<li>Coloquem um alarme para que sejam acordados quando o tempo da sesta terminar. Senão correm o risco de dormir muito mais tempo do que o planeado e acordarem “meio grogues”.</li>
<li>Depois de acordarem, recuperem lentamente do estado de sonolência em que se encontram (2 a 3 minutos) e logo de seguida refresquem a cara com água fria. </li>
<li>Tentem repetir a sesta diariamente à mesma hora. Está comprovado que a “nap zone” (altura em que é mais fácil adormecer) é entre as 14 e as 16 horas. Mas se para vocês (tal como para mim) não for possível fazê-lo a essa hora não hesitem em escolher uma da vossa conveniência.   </li>
</ol>
<h2>Dica bónus… Pzizz! </h2>
<p>A minha iniciação às <em>power naps</em> foi feita com o <a href="http://www.pzizz.com">Pzizz</a>, e apesar de hoje nem sempre recorrer a este software, posso afirmar sem sombra de dúvidas que o Pzizz é “meio caminho andado” para uma boa sesta. </p>
<p>Mas o que é o Pzizz? O Pzizz é um software que gera “bandas sonoras” compostas por um conjunto de sons misturados aleatoriamente com o propósito de nos ajudar a recuperar energia. </p>
<p>Bem, o que está por detrás do conceito é um pouco mais complexo e envolve programação neurolinguística e mais uns quantos palavrões assustadores. Felizmente tenho o Leo Laporte aqui à mão para vos fazer uma introdução ao Pzizz:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/LMp87Kh5hIc&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/LMp87Kh5hIc&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object>                    </p>
<h2>Síntese </h2>
<p>Cada pessoa tem o seu ritual para dormir uma <em>power nap</em>, por isso a ideia é irem tentando até encontrarem o vosso equilíbrio. </p>
<p>Mesmo que custe um pouco até conseguirem, lembrem-se sempre da <span class="mark">recompensa</span> que vos espera no final: <span class="mark">melhoria da saúde, produtividade e criatividade</span>. E a única coisa que têm que fazer é dormir. Será pedir muito? ;-)   </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://guspim.net/2009/01/15/12-dicas-para-dormir-uma-power-nap/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Siesta 2.0</title>
		<link>http://guspim.net/2008/12/16/siesta-20/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/12/16/siesta-20/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 13:10:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[dormir]]></category>
		<category><![CDATA[insónias]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sesta]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://guspim.net/?p=45</guid>
		<description><![CDATA[<p>O que tinham em comum <span class="mark">Leonardo da Vinci</span>, <span class="mark">Albert Einestein</span>, <span class="mark">Winston Churchill</span>, <span class="mark">Johannes Brahms</span> e muitas outras grandes mentes que a humanidade conheceu? <span class="mark">Todos gostavam de dormir uma boa sesta</span>.</p>
 
<p class="mb05">Este facto poderá parecer estranho a quem associe a sesta a uma atitude de preguiça ou desleixo, mas não para o <span class="mark">crescente número de empresas  (Nike, IDEO, Deloitte Consulting, Union Pacific, …) que incentivam os seus trabalhadores a dormir durante o seu período de trabalho</span>, criando mesmo espaços para o efeito. Serão Benfeitoras? Não, nada disso. Elas sabem que estão a proteger os seus próprios interesses...  </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="siContainer">
<img class="si" width="200" height="267" title="Sesta" alt="Sesta" src="/img/artigos/siesta-20/sleep1.jpg"/></p>
</div>
<p>O que tinham em comum <span class="mark">Leonardo da Vinci</span>, <span class="mark">Albert Einestein</span>, <span class="mark">Winston Churchill</span>, <span class="mark">Johannes Brahms</span> e muitas outras grandes mentes que a humanidade conheceu? <span class="mark">Todos gostavam de dormir uma boa sesta</span>.</p>
<p>Este facto poderá parecer estranho a quem associe a sesta a uma atitude de preguiça ou desleixo, mas não para o <span class="mark">crescente número de empresas  (Nike, IDEO, Deloitte Consulting, Union Pacific, …) que incentivam os seus trabalhadores a dormir durante o seu período de trabalho</span>, criando mesmo espaços para o efeito. Serão Benfeitoras? Não, nada disso. Elas sabem que estão a proteger os seus próprios interesses&#8230;  </p>
<p>Os <span  class="mark">estudos científicos que comprovam os inúmeros benefícios desta prática sucedem-se</span>, sendo hoje difícil encontrar algum cientista que contradiga as suas virtudes. </p>
<p>Calma, não se atirem já para o sofá mais próximo rumo ao mundo dos sonhos.  Para tirarem o máximo partido destas “sestas modernas” (as <em>power naps</em>) é preciso conhecer algumas “regras”.  </p>
<p>Mas antes de explicar o que é uma power nap vou contar-vos porque aderi a esta “onda” e quais foram os resultados. </p>
<h2>Em busca do sono perdido… </h2>
<div class="siContainer">
<a href="http://www.flickr.com/photos/joshunter/2088252449/" class="naked"><img class="si" width="200" height="267" title="100: I Need More Sleep - fotografia de joshunter" alt="100: I Need More Sleep - fotografia de joshunter" src="/img/artigos/siesta-20/sleep2.jpg"/></a></p>
</div>
<p>Sempre fui uma “vítima” da insónia. Em certas alturas associei essa situação a uma infância turbulenta, noutras a abusos de uma “juventude experimentalista”. Fosse qual fosse a causa, nunca tive um sono regular.   </p>
<p>O problema agravou-se quando comecei a desenvolver os vários projectos da <a href="http://www.enoughpepper.com">Enough Pepper</a>, continuando a trabalhar simultaneamente no <a href="http://www.ist.utl.pt">Técnico</a>.  </p>
<p>Quando se tem de fazer “jornadas de trabalho” de 12 a 16 horas não existe grande margem para compensações de noites mal dormidas, nem para dias menos produtivos.   </p>
<p>Há quem recorra a café ou a bebidas energéticas (em grande parte também ricas em cafeína) para manter o ritmo. Mas, infelizmente, sou hiper-sensível a cafeína; daqueles de ficar acordado se beber duas coca-colas ao jantar. </p>
<p>O chá verde costuma dar-me uma “pica” mais controlada, apesar de também ter cafeína (ou teína se preferirem). Contudo, sendo um dos meus “estimulantes” predilectos, em nada substitui uma noite bem dormida.</p>
<p>Face a este cenário, como conseguir um bom ritmo de trabalho durante horas a fio mesmo após noites com muitas claras? E como contornar  o cansaço daí resultante? Talvez dormir sobre o assunto…  </p>
<p>Quando ouvi falar das <em>power naps</em> torci logo o nariz, mas havia demasiadas vozes credíveis a apontar-me essa direcção… </p>
<p><span class="mark">O resultado? Assim de repente, e só falando dos efeitos mais visíveis: sono mais regular, menos stress e aumento exponencial da produtividade. E não, não estou a fabular</span>.</p>
<p>Já vos despertei a curiosidade?! Então chega a altura de explicar um pouco melhor em que consiste este elixir dos tempos modernos.</p>
<h2>O que são as power naps?   </h2>
<p>Para começar, afastem-se da ideia de “siesta latina”, caracterizada por pausas sem tempo fixo. Estamos a falar de algo diferente. Bem diferente.</p>
<p>O termo <em>power nap </em>foi cunhado por James Maas (professor de psicologia na Cornell University) no livro <em>Power Sleep</em>, onde afastava a  sesta da sua associação à indolência e a legitimava, considerando-a positiva para qualquer pessoa com uma vida muito activa. </p>
<p>Muitos estudos viriam apoiar esta ideia, sendo que, regra geral, defendem que <span class="mark">as power naps com a duração entre 10 e 30 minutos são as mais proveitosas para quem queira retemperar forças a meio do dia</span>.   </p>
<p>Dormir mais tempo leva-nos a fases mais profundas do sono das quais é mais difícil acordar. Estas sestas de maior duração não devem, no entanto, ser menosprezadas, principalmente na compensação de noites mal dormidas. </p>
<p>Por esta altura muitos de vocês, principalmente os de sono mais difícil, devem estar a pensar que é praticamente impossível deitarem-se e adormecerem logo de imediato num sono profundo por cerca de 20 a 30 minutos. E têm razão para isso.  </p>
<p>Há quem adormeça como uma pedra, mas também há quem entre numa espécie de meditação, onde os pensamentos fluem sem nunca nos concentrarmos muito tempo no mesmo assunto.</p>
<p>É frequente que estes estados de meditação, em que nem estamos a dormir nem estamos acordados, acabem por conduzir ao sono.</p>
<p>Eu por vezes adormeço, outras vezes não, porém o resultado é sempre o mesmo: “acordo” revigorado e pronto para mais umas horas de trabalho.  </p>
<h2>Para que servem as power naps?  </h2>
<p>As sestas têm sido objecto do estudo científico há décadas, e, apesar de um ou outro ponto ser mais controverso, já existem provas sólidas dos <a href="http://ririanproject.com/2007/09/05/10-benefits-of-power-napping-and-how-to-do-it/">seguintes benefícios</a>:  </p>
<ol>
<li><span class="mark">Menos stress</span></li>
<li><span class="mark">Aumento do estado de alerta e da produtividade</span> </li>
<li><span class="mark">Melhoria da memória e da capacidade de aprendizagem</span></li>
<li><span class="mark">Melhor coração</span></li>
<li><span class="mark">Aumento do funcionamento cognitivo</span> </li>
<li><span class="mark">Maior motivação para o exercício</span></li>
<li><span class="mark">Aumento da criatividade</span> </li>
<li><span class="mark">Minimizar dos efeitos das insónias</span> </li>
<li><span class="mark">Protecção contra estados de sonolência </span></li>
<li><span class="mark">Melhor saúde em geral </span></li>
</ol>
<p>Impressionante, não é? Face a uma lista destas só um louco é que não dormiria uma sesta de vez em quando. </p>
<h2>Conclusão </h2>
<p>Perceberam bem o que vos disse? Eu simplifico: <span class="mark">podem melhorar a vossa saúde, produtividade e criatividade não fazendo absolutamente nada… Apenas dormindo sobre o assunto ;-)</span>!     </p>
<p>E o que é que vos fica a faltar para experimentar? Umas dicas rápidas sobre como dormir uma sesta (sim, há alguma “ciência” no acto em si). Esse será o tema de um próximo artigo…   </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://guspim.net/2008/12/16/siesta-20/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>[Notas Soltas] Edição do Ócio</title>
		<link>http://guspim.net/2008/02/18/notas-soltas-edicao-do-ocio/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/02/18/notas-soltas-edicao-do-ocio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 18:42:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[alentejo]]></category>
		<category><![CDATA[arte e sal]]></category>
		<category><![CDATA[as furnas]]></category>
		<category><![CDATA[aya]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[mayumi]]></category>
		<category><![CDATA[praia de morgavel]]></category>
		<category><![CDATA[restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[senhora mãe]]></category>
		<category><![CDATA[trinca espinhas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://guspim.net/2008/02/18/notas-soltas-edicao-do-ocio/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Sabendo que tenho <span class="mark">uns meses de trabalho intenso à espreita com o avizinhar do lançamento da aplicação Web</span> de inquéritos a que me dediquei de corpo e alma nos últimos tempos, <span class="mark">resolvi fazer uma jornada de ócio para limpar a cabeça e me preparar para o esforço final</span>.</p>

<p class="mb05">A decisão não poderia ter sido melhor, com a força anímica completamente recuperada, o trabalho tem sido mais produtivo do que nunca. Acho que <span class="mark">finalmente voltei a perceber que às vezes é preciso parar</span>...</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/notas-soltas-edicao-do-ocio/ocio.jpg" class="si" alt="Ócio" title="Ócio" width="200" height="133"  />     </div>
<p>Sabendo que tenho <span class="mark">uns meses de trabalho intenso à espreita com o avizinhar do lançamento da aplicação Web</span> de inquéritos a que me dediquei de corpo e alma nos últimos tempos, <span class="mark">resolvi fazer uma jornada de ócio para limpar a cabeça e me preparar para o esforço final</span>.</p>
<p>A decisão não poderia ter sido melhor, com a força anímica completamente recuperada, o trabalho tem sido mais produtivo do que nunca. Acho que <span class="mark">finalmente voltei a perceber que às vezes é preciso parar</span>&#8230;</p>
<p>Deixo-vos aqui algumas linhas sobre o caminho traçado, que poderão servir de inspiração a quem procure uma sugestão para um fim-de-semana bem passado ou para uma boa refeição.</p>
<h2>Alentejo</h2>
<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/notas-soltas-edicao-do-ocio/alentejo.jpg" class="si" alt="Alentejo" title="Alentejo" width="200" height="133"  />
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/81772925@N00/265181863/">Alentejo (Fotografia de Ricardo Machado)</a></p>
</p></div>
<p>Ao fim de uma longa ausência voltei à região de Portugal onde sempre me senti melhor: o Alentejo.</p>
<p>O local escolhido foi a <a href="http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/desenvReg.asp?reg=394472">Herdade do Reguenguinho</a> no Cercal, e a escolha não podia ter sido melhor pois a Susana recebe os hóspedes com uma simpatia tal que imediatamente esquecemos as teias de assuntos do dia-a-dia e nos envolvemos numa calma contínua e relaxante.</p>
<p>Não deu para passear muito porque o tempo não ajudou à festa, mas no contexto em que estava isso foi um pormenor de importância menor. Ficámo-nos por uma ronha constante e por umas belas refeições na Praia de Morgavel.                 </p>
<p>Ia com uma recomendação insuspeita para experimentar o restaurante <a href="http://tinyurl.com/2b4bs3">Trinca Espinhas</a>, mas o alerta da Susana para um serviço menos convidativo e o facto de não se poder fumar levaram a uma súbita mudança de planos para o vizinho <a href="http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/desenvReg.asp?reg=384825">Arte e Sal</a>.</p>
</p>
<p>Bastou irmos uma vez para decidirmos que esse seria o nosso poiso para as aventuras gastronómicas. Confesso que o peixe, apesar de fresco, não me impressionou por aí além, mas um restaurante é muito mais do que a comida que serve.                   </p>
<p>A simpatia de dono e empregados, que nos fez sentir imediatamente como “pessoas da casa”, cativou-nos mal entrámos. Esse foi o factor preponderante que levava o carro a entrar em auto-piloto cada vez que a fome apertava ao final da tarde.   </p>
<p>Quanto à comida, mais do que os pratos principais, fiquei seduzido por uma entrada, gambas com alho, um acompanhamento, migas de espigos, e uma sobremesa, a melhor mousse de chocolate que comi até hoje.</p>
<h2>Mais ócio</h2>
<p>De regresso a Lisboa, quase sem tempo para desfazer as malas da incursão à Costa Vicentina, o início deste mês foi marcado por uma maratona gastronómica de três dias com destinos e contextos bem diferentes.</p>
<p>Quinta-feira, a pretexto de conhecer uns amigos da Maggy, um regresso há muito esperado ao restaurante japonês <a href="http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/desenvReg.asp?reg=381364">Aya</a>, nas Twin Towers.</p>
<p>A festa de sabores, partilhada por 6 convivas, foi intensa. Três entradas: ostras panadas (nunca tinha experimentado, mas certamente vou repetir), temaki de salmão e sopa e miso. Seguiu-se um super barco carregado de sushi e sashimi que acabou por ser comido em simultâneo com uma carne qualquer cujo nome e proveniência  confesso não me recordar. Tudo irrepreensível. </p>
<p>O único problema do Aya é o preço, mas felizmente agora existe uma alternativa bem credível. O sr. Zé, ex-cozinheiro do Aya, abriu o restaurante Mayumi, ao lado do Centro Comercial São João de Deus, que imediatamente entrou para a minha top list. </p>
<p>Com um preço muito mais convidativo &#8211; quinze euros chegam para degustar uma refeição completa à base de sashimi &#8211;  este pequeno restaurante, sem grandes preocupações ao nível da decoração, é de longe a melhor alternativa qualidade / preço que conheço para comer sushi e sashimi na capital.  Como bónus ainda temos a boa disposição e humor aguçado do Sr. Zé que contribuem decisivamente para o prazer do repasto.</p>
<p>Sexta-feira, num jantar com colegas do secundário, voltei a uma descoberta recente, mas muito apreciada: o restaurante <a href="http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/desenvReg.asp?reg=387529">Senhora Mãe</a>.</p>
<p>A qualidade da comida continua excelente, recomendo vivamente o rosbife e o sorvet de tangerina e limão , mas infelizmente já não existe o luxo que era ter o restaurante só para “nós” que se verificava quando o Senhora Mãe era menos conhecido. Confesso que jantar ladeado por despedidas de solteira e turistas não é bem o meu ambiente preferido&#8230; Talvez durante a semana se consiga reviver o encanto inicial…          </p>
<p>A seguir dei um salto ao Bairro Alto para rever os amigos a quem chamo família, a que se seguiu uma visita ao Lux para um curto pé de dança. Outrora boémio convicto, actualmente as noites para mim apenas fazem sentido pelos amigos. O que é mais do que um excelente motivo para voltar.</p>
<p>Sábado… Bem, sábado voltei ao templo do peixe fresco: o restaurante <a href="http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/desenvArtigo.asp?art=4050&#038;rev=2&#038;tit=&#038;cat=376">As Furnas</a>, na Ericeira. Não hesitem, se querem provar o mar este é o sítio indicado. Desta vez ainda tive a sorte de ter um cicerone de luxo. Não poderia estar em melhores mãos. Não escolhi nada, limitei-me à degustação.               </p>
<p>Então vejam bem o tratamento VIP dado ao paladar… Começámos por percebes, seguidos de umas amêijoas à bolhão pato de cair para o lado e por camarões tigre com uma carne certamente abençoada por alguma entidade divina. Para prato principal foi escolhido um imponente robalo que se estivesse mais fresco fugiria do prato rumo ao mar que rodeia o restaurante. Para terminar uma tarte de maçã com uma bola de gelado que só por si justificava uma visita ao tempo. Tudo regado por um Quinta do Carmo 2002 tinto que dispensa qualquer descrição. Sim, mesmo com peixe dificilmente quebro a minha lealdade ao tinto.   </p>
<h2>O regresso à labuta </h2>
<p>Estou agora de regresso a um ritmo de trabalho intenso, pautado pelo intercalar entre o trabalho diurno no técnico e o nocturno e de fins-de-semana na aplicação de inquéritos. A diferença? A produtividade aumentou consideravelmente depois do <em>reset</em> feito à cabeça.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://guspim.net/2008/02/18/notas-soltas-edicao-do-ocio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>15</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aprende GTD em 45 minutos!</title>
		<link>http://guspim.net/2008/01/15/aprende-gtd-em-45-minutos/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/01/15/aprende-gtd-em-45-minutos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2008 18:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[david allen]]></category>
		<category><![CDATA[getting things done]]></category>
		<category><![CDATA[gtd]]></category>
		<category><![CDATA[productivity]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://guspim.net/2008/01/15/aprende-gtd-em-45-minutos/</guid>
		<description><![CDATA[<p>O David Allen, criador do <a href="http://www.davidco.com/">Getting Things Done (GTD)</a>, de que <a href="http://guspim.net/2007/11/02/crash_course_em_gtd/">falei aqui</a> anteriormente, fez uma apresentação no <a href="http://www.google.com/">Google</a> há alguns meses que é uma excelente introdução a este sistema de gestão de tempo. </p>

<p class="mb05">Em apenas 45 minutos qualquer pessoa aprende os princípios base do GTD, transmitidos de forma simples e focada em problemas reais, e rapidamente percebe se tem perfil para o adoptar ou não.</p>       ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"> <img src="/img/artigos/crashCourseGtd/gtdBookCover.jpg" class="si" width="200" height="323" alt=" Getting Things Done: The Art of Stress-Free Productivity" title=" Getting Things Done: The Art of Stress-Free Productivity" />
<p><a href="http://astore.amazon.co.uk/guspimnet-21/detail/0749922648/203-7942325-2799901">Getting Things Done</a> </p>
</div>
<p>O David Allen, criador do <a href="http://www.davidco.com/">Getting Things Done (GTD)</a>, de que <a href="http://guspim.net/2007/11/02/crash_course_em_gtd/">falei aqui</a> anteriormente, fez uma apresentação no <a href="http://www.google.com/">Google</a> há alguns meses que é uma excelente introdução a este sistema de gestão de tempo. </p>
<p>Em apenas 45 minutos qualquer pessoa aprende os princípios base do GTD, transmitidos de forma simples e focada em problemas reais, e rapidamente percebe se tem perfil para o adoptar ou não.</p>
<p>Para além do interesse da apresentação em si, é também um bom exemplo de como manter o interesse do público do princípio ao fim sem recurso a grandes artifícios técnicos.                </p>
<p>Fica aqui o vídeo da apresentação.</p>
<p><object width="425" height="355" class="mb2 mt2" ><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Qo7vUdKTlhk&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Qo7vUdKTlhk&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p>Aproveitei e fiz um update ao artigo <a href="http://guspim.net/2007/11/02/crash_course_em_gtd/">Crash Course em GTD</a> com este vídeo.  </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://guspim.net/2008/01/15/aprende-gtd-em-45-minutos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ano Novo, Vida Nova?</title>
		<link>http://guspim.net/2007/12/30/ano-novo-vida-nova/</link>
		<comments>http://guspim.net/2007/12/30/ano-novo-vida-nova/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 Dec 2007 17:23:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[ano novo]]></category>
		<category><![CDATA[resoluções]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://guspim.net/2007/12/30/ano-novo-vida-nova/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Por esta altura do ano muitos de nós fazemos um <span class="mark">balanço pessoal, profissional e social</span> do ano que termina e pensamos no que queremos mudar no ano seguinte.  </p>

<p class="mb05">Estas resoluções são supostas serem postas em prática no primeiro dia do ano e terminadas quando o objectivo delineado for cumprido. </p>      ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/ano-novo-vida-nova/clock.jpg" class="si" alt="Relógio" title="Relógio" height="201" width="200" /></div>
<p>Por esta altura do ano muitos de nós fazemos um <span class="mark">balanço pessoal, profissional e social</span> do ano que termina e pensamos no que queremos mudar no ano seguinte.  </p>
<p><?php tpbc_list ();?></p>
<p>Estas resoluções são supostas serem postas em prática no primeiro dia do ano e terminadas quando o objectivo delineado for cumprido. </p>
<p>Entre as resoluções mais comuns encontramos as seguintes:  </p>
<ul>
<li>Perder peso.</li>
<li>Ficar em boa forma física.</li>
<li>Deixar de fumar.</li>
<li>Beber menos.</li>
<li>Ter uma alimentação mais equilibrada. </li>
<li>Reduzir o stress.</li>
<li>Mudar de emprego.</li>
<li>Poupar dinheiro.</li>
<li>Pagar uma dívida.</li>
<li>Fazer uma viagem.</li>
</ul>
<p><span class="mark">Fizeram este exercício o ano passado? Se sim, quantos desses objectivos foram efectivamente alcançados?</span> Se forem como o comum dos mortais, provavelmente poucos&#8230;     </p>
<p>Não difiro da generalidade das pessoas nesta matéria. Tenho por hábito fazer um balanço anual do ano que finda e planear o que pretendo mudar/atingir no ano seguinte.   </p>
<p>No entanto, nos últimos anos tenho vindo a conseguir concretizar cada vez mais resoluções de início de ano, assim como outro tipo de objectivos.</p>
<p> Penso que <span class="mark">a principal razão desta mudança foi ter começado a utilizar um método de organização pessoal</span> (<a href="http://www.davidco.com/">Getting Things Done</a>), de que já falei noutro <a href="http://guspim.net/2007/11/02/crash_course_em_gtd/">artigo</a>.</p>
<p><span class="mark">O mais importante não é o método escolhido, mas sim ter-se uma abordagem racional às metas que se traça.</span> Saber diagnosticar o que se quer mudar e delinear os caminhos mais indicados para o conseguir.  </p>
<p>Deixo-vos, aqui, um apanhado de artigos sobre esta matéria, que certamente vos ajudarão a pensar as resoluções de início de ano sobre um novo prisma: </p>
<ul>
<li><a href="http://www.lifehack.org/articles/productivity/20-questions-to-help-you-reflect-the-past-year.html">20 Questions to Help You Reflect the Past Year</a>   </li>
<li><a href="http://www.lifehack.org/articles/lifestyle/8-ways-to-achieve-success-in-2008.html">8 Ways to Achieve Success in 2008</a> </li>
<li><a href="http://www.lifehack.org/articles/lifehack/14-tips-for-resolutions-that-stick-in-the-new-year.html">14 Tips For Resolutions That Stick in the New Year</a> </li>
<li><a href="http://www.lifehack.org/articles/productivity/how-to-use-a-todo-list-to-make-2008-your-best-year-ever.html">How to Use a Todo List to Make 2008 Your Best Year Ever</a></li>
<li><a href="http://www.lifehack.org/articles/lifestyle/6-guilt-free-steps-to-review-your-new-year-resolutions.html">6 Guilt-Free Steps To Review Your New Year Resolutions</a></li>
<li><a href="http://www.happiness-project.com/happiness_project/2008/01/this-wednesday.html">Twelve tips for keeping your resolutions after the zeal of 1/1/08 has worn off.</a></li>
<li><a href="http://zenhabits.net/2008/01/7-essential-tips-to-make-2008-your-best-year-ever/">7 Essential Tips to Make 2008 Your Best Year Ever</a></li>
<li><a href="http://zenhabits.net/2008/01/resolution-makeover-5-things-to-consider-when-setting-this-years-goals/">Resolution Makeover: 5 Things To Consider When Setting This Year’s Goals</a></li>
<li><a href="http://www.lifehack.org/articles/lifehack/how-to-write-a-personal-mission-statement-to-make-2008-your-best-year-ever.html">How to Write a Personal Mission Statement to Make 2008 Your Best Year Ever</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://guspim.net/2007/12/30/ano-novo-vida-nova/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crash Course em GTD</title>
		<link>http://guspim.net/2007/11/02/crash_course_em_gtd/</link>
		<comments>http://guspim.net/2007/11/02/crash_course_em_gtd/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Nov 2007 20:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[crash course]]></category>
		<category><![CDATA[david allen]]></category>
		<category><![CDATA[getting things done]]></category>
		<category><![CDATA[gtd]]></category>
		<category><![CDATA[produtivdade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://zuca.mac/2007/02/27/crash_course_em_gtd/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Como a maioria dos mortais, quer o admitam ou n&#227;o, para mim <span class="mark">o in&#237;cio de um novo ano</span> &#233; sempre marcado por um <span class="mark">rodopio incessante de ideias.</span> 2005, nesse aspecto, foi um ano igual aos outros.</p>
<p class="mb05">Essas <span class="mark">ideias passaram a projectos que iriam revolucionar a minha vida</span> e trazer-me &#34;realiza&#231;&#227;o profissional&#34;, &#34;rios de dinheiro&#34;, &#34;o amor da minha vida&#34; e uma &#34;sa&#250;de de ferro&#34;. Enfim, os pilares convencionais de uma &#8220;vida feliz&#8221; na sua vis&#227;o mais id&#237;lica da sociedade ocidental. <span class="mark">Escusado ser&#225; dizer que a concretiza&#231;&#227;o do sonho foi no m&#225;ximo residual, mas algo mudou...</span></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"> <img src="/img/artigos/crashCourseGtd/gtdBookCover.jpg" class="si" width="200" height="323" alt=" Getting Things Done: The Art of Stress-Free Productivity" title=" Getting Things Done: The Art of Stress-Free Productivity" />
<p><a href="http://astore.amazon.co.uk/guspimnet-21/detail/0749922648/203-7942325-2799901">Getting Things Done</a> </p>
</div>
<blockquote class="clearL"><p>&quot;It&apos;s possible for a person to have an overhealming number of things to do and still function productively with a clear head and a positive sense of relaxed control.&quot;</p>
<p class="source">David Allen <em>in</em> <a href="http://www.amazon.co.uk/gp/product/0749922648/202-7550924-3428654?ie=UTF8&#038;tag=guspimnet-21&#038;linkCode=xm2&#038;camp=1634&#038;creativeASIN=0749922648">Getting Things Done</a> </p>
</blockquote>
<p>Como a maioria dos mortais, quer o admitam ou n&atilde;o, para mim o in&iacute;cio de um novo ano &eacute; sempre marcado por um <span class="mark">rodopio incessante de ideias.</span> 2005, nesse aspecto, foi um ano igual aos outros.</p>
<p>Essas <span class="mark">ideias passaram a projectos que iriam revolucionar a minha vida</span> e trazer-me &quot;realiza&ccedil;&atilde;o profissional&quot;, &quot;rios de dinheiro&quot;, &quot;o amor da minha vida&quot; e uma &quot;sa&uacute;de de ferro&quot;. Enfim, os pilares convencionais de uma &ldquo;vida feliz&rdquo; na sua vis&atilde;o mais id&iacute;lica da sociedade ocidental. <span class="mark">Escusado ser&aacute; dizer que a concretiza&ccedil;&atilde;o do sonho foi no m&aacute;ximo residual, mas algo mudou&#8230;</span></p>
<h2>O Sistema</h2>
<p>Contrariamente a anos anteriores em que as ideias rapidamente se desvaneceram por falta de um enquadramento funcional que as permitisse p&ocirc;r em pr&aacute;tica, 2005 foi o ano em que lentamente (muito lentamente mesmo&#8230;) comecei adoptar o &ldquo;sistema de gest&atilde;o de tempo&rdquo; <span class="mark2"><a href="http://www.amazon.co.uk/gp/product/0749922648/202-7550924-3428654?ie=UTF8&#038;tag=guspimnet-21&#038;linkCode=xm2&#038;camp=1634&#038;creativeASIN=0749922648">Getting Things Done (GTD)</a> </span>.</p>
<p>Quem n&atilde;o conhe&ccedil;a o GTD e olhe para a capa do livro que lhe d&aacute; forma, e ilustra este artigo, rapidamente chega &agrave; conclus&atilde;o que eu aderi a uma seita evang&eacute;lica ou algo similar. Sendo agn&oacute;stico convicto e muito pouco perme&aacute;vel a teorias de auto-ajuda, esse seria um cen&aacute;rio pouco prov&aacute;vel. </p>
<p>Conheci o GTD atrav&eacute;s de blogs de profissionais da minha &aacute;rea que tinham encontrado neste sistema uma solu&ccedil;&atilde;o para problemas de organiza&ccedil;&atilde;o similares aos meus. Caso n&atilde;o tivesse essa opini&atilde;o avalizada penso que nunca teria pegado num livro que tem como sub-t&iacute;tulo <em>How to Achieve Stress-Free Productivity.</em>..</p>
<p><span class="mark">A pedra de toque deste m&eacute;todo consiste em libertar o c&eacute;rebro do que o seu criador, David Allen, designa de <em>open loops</em></span>, que basicamente s&atilde;o todo o tipo de tarefas que temos de fazer no dia-a-dia e que ainda n&atilde;o coloc&aacute;mos num sistema em que confiemos. O corol&aacute;rio da elimina&ccedil;&atilde;o dos <em>open loops</em> &eacute; uma <span class="mark">diminui&ccedil;&atilde;o do stress e um aumento da produtividade</span>.</p>
<div class="liContainer"><img class="li" src="/img/artigos/crashCourseGtd/gtdWorkflow.gif" width="504" height="771" alt="GTD Workflow" title="GTD workflow" />
<p>Esquema do workflow traduzido e adaptado do <a href="http://www.amazon.co.uk/gp/product/0749922648/202-7550924-3428654?ie=UTF8&#038;tag=guspimnet-21&#038;linkCode=xm2&#038;camp=1634&#038;creativeASIN=0749922648">Getting Things Done</a> </p>
</div>
<h2>As 5 Fases para Dominar o Workflow</h2>
<p>  Entre os <em>open loops</em> e a realização concreta das tarefas existem 5 fases que apresentarei de seguida. Antes fica um “aviso à navegação”: no &#8220;papel&#8221; o sistema é um pouco massudo e por vezes difícil de compreender;  apenas com a prática se percebe realmente a sua &#8220;mecânica&#8221; e mais-valias.    </p>
<h3>1&ordf; Recolha do <em>stuff</em></h3>
<p>Recolha de todas as &#8220;coisas&#8221; que entraram no nosso &quot;mundo psicol&oacute;gico ou f&iacute;sico&quot; e que n&atilde;o pertencem ao s&iacute;tio onde se encontram e para as quais ainda n&atilde;o definimos um resultado desej&aacute;vel nem a pr&oacute;xima ac&ccedil;&atilde;o a empreender (ex: ideias, emais, facturas, etc.).</p>
<h3>2&ordf; Processamento dos itens recolhidos.</h3>
<p>Definir cada um dos itens e decidir se estes s&atilde;o accion&aacute;veis e agir em conformidade.</p>
<p>Se um item n&atilde;o for accion&aacute;vel nesse momento, poder&aacute; ter tr&ecirc;s destinos diferentes:</p>
<ul>
<li>Ser deitado fora, caso n&atilde;o seja necess&aacute;rio.</li>
<li>Posto em &quot;incuba&ccedil;&atilde;o&quot;, caso possa ser accion&aacute;vel no futuro.</li>
<li>Arquivado num sistema de materiais de refer&ecirc;ncia.</li>
</ul>
<p>Caso seja accion&aacute;vel &eacute; necess&aacute;rio responder a duas quest&otilde;es:</p>
<ul>
<li>Qual o projecto em que se insere?</li>
<li>Qual &eacute; a pr&oacute;xima ac&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria?</li>
</ul>
<p>Ap&oacute;s ser definida essa ac&ccedil;&atilde;o, existem tr&ecirc;s op&ccedil;&otilde;es:</p>
<ul>
<li>Faz&ecirc;-la (caso o tempo de execu&ccedil;&atilde;o seja inferior a dois minutos).</li>
<li>Delega-la (caso o tempo de execu&ccedil;&atilde;o seja superior a dois minutos devemos questionar-nos se somos mesmo a pessoa para fazer essa ac&ccedil;&atilde;o, caso n&atilde;o sejamos devemos delega-la).</li>
<li>Deferi-la (caso a ac&ccedil;&atilde;o demore mais de dois minutos a executar, e sejamos a pessoa indicada a faz&ecirc;-la, devemos deferi-la para a fazer noutra altura).</li>
</ul>
<h3>3&ordf; A Organiza&ccedil;&atilde;o objectiva das decis&otilde;es tomadas no Processamento.</h3>
<p>Pessoalmente n&atilde;o fa&ccedil;o uma separa&ccedil;&atilde;o r&iacute;gida entre estas duas fases, e fa&ccedil;o o processamento e organiza&ccedil;&atilde;o dos itens de forma cont&iacute;nua.</p>
<p>J&aacute; expliquei as op&ccedil;&otilde;es a tomar com os itens n&atilde;o accion&aacute;veis, para gerir os itens accion&aacute;veis &eacute; necess&aacute;ria uma lista de projectos, um sistema de materiais de refer&ecirc;ncia, um calend&aacute;rio, uma lista de &quot;lembretes&quot; (destesto esta palavra) das pr&oacute;ximas ac&ccedil;&otilde;es e uma lista de &quot;lembretes&quot; (mas detesto mesmo!) sobre as &quot;coisas&quot; de que estamos &agrave; espera para poder tomar decis&otilde;es.</p>
<h3>4&ordf; Revis&atilde;o</h3>
<p>A revis&atilde;o c&iacute;clica do sistema garante o grau de confian&ccedil;a que podemos ter nele e &eacute; fundamental ao seu sucesso.</p>
<h3>5&ordf; A Execu&ccedil;&atilde;o das tarefas</h3>
<p>O objectivo do m&eacute;todo. Uma boa implementa&ccedil;&atilde;o do sistema facilita a escolha das tarefas mais adequadas a cada contexto espacial e temporal.</p>
<h2>Pr&oacute;xima Ac&ccedil;&atilde;o</h2>
<blockquote><p>&quot;A journey of a thousand miles begins with a single step.&quot;</p>
<p class="source"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Confucius">Confucius</a></p>
</blockquote>
<div class="siContainer"> <img src="/img/artigos/crashCourseGtd/nextAction.gif" class="si" width="172" height="206" alt=" Próxima Acção" title="Próxima Acção" /></div>
<p>O princ&iacute;pio da <span class="mark">pr&oacute;xima ac&ccedil;&atilde;o</span> &eacute; simultaneamente o <em>trigger</em> do m&eacute;todo e o <em>boost</em> que lhe confere a din&acirc;mica.</p>
<p>A ideia &eacute; dividir um projecto (tudo o que seja mais do que uma ac&ccedil;&atilde;o / tarefa &eacute; considerado um projecto) em v&aacute;rias ac&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas, estando sempre identificada a pr&oacute;xima ac&ccedil;&atilde;o a empreender.</p>
<p>Um <span class="mark">projecto</span>, por maior e mais complexo que seja, nunca é pensado como uma tarefa hercúlea, impossível de alcançar, mas sim como um <span class="mark">conjunto de pequenas tarefas que se vão realizando pouco a pouco</span>.</p>
<p>O pensar um projecto como um conjunto de ac&ccedil;&otilde;es / tarefas sequenciais foi fundamental para vencer a in&eacute;rcia em rela&ccedil;&atilde;o a alguns dos projectos em que trabalho presentemente ou que finalizei nos &uacute;ltimos dois anos e meio. &Eacute; l&oacute;gico que j&aacute; aplicava este princ&iacute;pio na organiza&ccedil;&atilde;o das partes estruturantes de &quot;grandes projectos&quot; antes de aderir ao GTD, mas &eacute; o levar deste conceito ao extremo e aplica-lo a todo o tipo de projectos que faz a diferen&ccedil;a.</p>
<h2>&#8220;Ferramentas&#8221;</h2>
<div class="siContainer"> <img src="/img/artigos/crashCourseGtd/omnifocus.jpg" class="si" width="128" height="128" alt=" OmniFocus" title=" OmniFocus" />
<p><a href="http://www.omnigroup.com/applications/omnifocus/">OmniFocus</a> </p>
</div>
<p> GTD é agnóstico em relação ao hardware e software que usamos para o implementar, pessoalmente, e como sou utilizador de <a href="http://www.apple.com/br/macosx/">Mac</a>, uso o <a href="http://www.omnigroup.com/applications/omnifocus/">OmniFocus</a> (ainda em alpha privada) e o <a href="http://quicksilver.blacktree.com/" class="broken_link">Quicksilver</a> para a gest&atilde;o de listas de projectos e pr&oacute;ximas ac&ccedil;&otilde;es, e o <a href="http://www.apple.com/macosx/features/ical/">iCal</a> como calend&aacute;rio, mas quem usar outras plataformas, ou n&atilde;o gostar destas ferramentas encontra uma vasta pan&oacute;plia de alternativas (<a href="http://www.43folders.com/2004/09/03/introducing-the-hipster-pda/">Hipster PDA</a> , <a href="http://shared.snapgrid.com/index.html" class="broken_link">GTDTiddlyWiki</a>, <a href="http://www.gtdgmail.com/">GTDGmail</a>, <a href="http://gtd.jeffsandquist.com/Default.aspx?Page=GTDTools&#038;AspxAutoDetectCookieSupport=1">etc</a>.).</p>
<h2>Implementa&ccedil;&atilde;o</h2>
<p>Como qualquer sistema, seja ele de que natureza for, o GTD deve ser interpretado com um espírito crítico aguçado e algum humor. Aconselho que tenham essa postura desde a implementação, adaptando o sistema ao vosso estilo de vida e não o contrário.</p>
<p>O sistema que implementei est&aacute; longe de ser um c&oacute;pia fiel do que David Allen prop&otilde;e, at&eacute; porque <span class="mark">o GTD &eacute; manifestamente mais orientado para executivos do que para profissionais criativos</span>. Para al&eacute;m disso, jamais teria paci&ecirc;ncia para fazer o <em>setup</em> do sistema da forma que &eacute; sugerida no livro, i.e., dois dias seguidos de labuta intensa, sem distrac&ccedil;&otilde;es. Estando permanentemente em &quot;modo multi-tarefa&quot;, por mais que me digam que tal n&atilde;o &eacute; produtivo, e sendo avesso a tarefas repetitivas, associo a ideia desses dois dias seguidos a implementar o m&eacute;todo a uma linha de montagem a executar a mesma tarefa vezes sem conta&#8230;</p>
<p>A integra&ccedil;&atilde;o do GTD no meu dia-a-dia foi gradual e com m&uacute;ltiplos recuos e adapta&ccedil;&otilde;es ao contexto espec&iacute;fico da minha actividade pessoal e profissional.</p>
<p>Por exemplo, a revis&atilde;o semanal do sistema &eacute; fundamental para garantir o seu bom funcionamento. Normalmente o per&iacute;odo temporal em que teria mais disponibilidade para realizar esta revis&atilde;o seria entre sexta &agrave; noite e s&aacute;bado de manh&atilde;, mas como conciliar a revis&atilde;o com a cabe&ccedil;a pesada depois de uma noite de copos com os amigos?! Aqui entra o famoso desenrascan&ccedil;o que nos caracteriza e acabo por fazer uma revis&atilde;o apenas aos projectos mais importantes para a semana seguinte.</p>
<h2>Dependência</h2>
<div class="siContainer"> <img src="/img/artigos/crashCourseGtd/pills.jpg" class="si" width="200" height="144" alt="comprimidos" title="comprimidos" /></div>
<p>Para al&eacute;m do necess&aacute;rio ajustamento do m&eacute;todo ao estilo de vida de cada um, aconselho vivamente que o questionem a cada momento, e n&atilde;o o aceitem acriticamente. Quero com isto dizer que o GTD existe para nos ajudar na nossa organiza&ccedil;&atilde;o e gest&atilde;o de tempo e n&atilde;o para nos tornar fan&aacute;ticos da produtividade, e passarmos mais tempo a planear minuciosamente os projectos que temos em m&atilde;o do que a trabalhar neles. </p>
<p><span class="mark">As teorias da produtividade s&atilde;o viciantes, e &eacute; necess&aacute;rio questionar continuamente se o tempo que &quot;perdermos&quot; com elas nos d&aacute; mais-valias reais ao nosso dia-a-dia.</span></p>
<h2>Síntese</h2>
<p>O GTD é um sistema que <span class="mark">pode ter um papel significativo no aumento da produtividade</span>, mas a sua utilização deve ser ponderada com uma grande dose de bom senso.</p>
<p>No meu caso, conjuntamente com a minha conversão a Mac, foi um dos pilares da minha produtividade ter aumentado exponencialmente nos últimos dois anos e meio.</p>
<p><span class="mark">Experimentem!</span> </p>
<h2>Links &Uacute;teis</h2>
<ul >
<li><a href="http://www.amazon.co.uk/gp/product/0749922648/202-7550924-3428654?ie=UTF8&#038;tag=guspimnet-21&#038;linkCode=xm2&#038;camp=1634&#038;creativeASIN=0749922648">Getting Things Done (Livro)</a></li>
<li><a href="http://phobos.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewAlbum?id=2087142&amp;s=143453">Getting Things Done (Audiobook)</a></li>
<li><a href="http://www.43folders.com/2004/09/08/getting-started-with-getting-things-done/">Getting started with &ldquo;Getting Things Done&quot;</a></li>
<li><a href="http://www.omnigroup.com/applications/omnifocus/">OmniFocus</a></li>
<li><a href="http://kinkless.com/kgtd" class="broken_link">Kinkless GTD</a></li>
<li><a href="http://quicksilver.blacktree.com/" class="broken_link">Quicksilver</a></li>
</ul>
<p><strong class="mark">Update:</strong> Após a publicação deste artigo o David Allen fez uma apresentação no <a href="http://www.google.com/">Google</a> que é uma excelente introdução ao GTD.</p>
<p><object width="425" height="355" class="mb2 mt2"  ><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Qo7vUdKTlhk&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Qo7vUdKTlhk&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://guspim.net/2007/11/02/crash_course_em_gtd/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

