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	<title>guspim.net &#187; Projectos</title>
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	<description>Projectos Web, Produtividade e "Mundo da Vida"</description>
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		<title>Tempos de Mudança</title>
		<link>http://guspim.net/2011/02/09/tempos-de-mudanca/</link>
		<comments>http://guspim.net/2011/02/09/tempos-de-mudanca/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 21:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Após um longo silêncio, volto hoje a escrever aqui para anunciar o fim desde blog. Ou talvez não. Tenho planos para um novo espaço, mas permanecerão no segredo dos deuses até à sua concretização. Vou, todavia, aproveitar para vos falar um pouco do que se passou desde o último post. </p>   
<p class="mb05">Como sabem, tive o privilégio de fazer parte da equipa que criou o <a href="http://www.survs.com">Survs</a> e o projectou para um sucesso estrondoso, expresso no crescimento exponencial da sua base de utilizadores e na <a href="http://techcrunch.com/2009/05/12/survs-is-now-taking-questions/">aclamação</a> em <a href="http://www.flickr.com/photos/survs/3878980158/">uníssono</a> da <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/survs_web_surveys_private_beta.php">crítica especializada</a>. Em Novembro do ano passado decidi que era tempo de abraçar outros desafios. Para muitos parecerá uma opção estranha; para mim é algo de natural.</p>      ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após um longo silêncio, volto hoje a escrever aqui para anunciar o fim desde blog. Ou talvez não. Tenho planos para um novo espaço, mas permanecerão no segredo dos deuses até à sua concretização. Vou, todavia, aproveitar para vos falar um pouco do que se passou desde o último post. </p>
<p>Como sabem, tive o privilégio de fazer parte da equipa que criou o <a href="http://www.survs.com">Survs</a> e o projectou para um sucesso estrondoso, expresso no crescimento exponencial da sua base de utilizadores e na <a href="http://techcrunch.com/2009/05/12/survs-is-now-taking-questions/">aclamação</a> em <a href="http://www.flickr.com/photos/survs/3878980158/">uníssono</a> da <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/survs_web_surveys_private_beta.php">crítica especializada</a>. Em Novembro do ano passado decidi que era tempo de abraçar outros desafios. Para muitos parecerá uma opção estranha; para mim é algo de natural.</p>
<p>O sonho de fundar uma startup é hoje cada vez mais vulgar, e eu aconselho vivamente a experiência: muito do que sou hoje profissionalmente devo à fantástica aventura que foi a <a href="http://www.enoughpepper.com">Enough Pepper</a>. </p>
<p>Contudo, contrariamente a muitos sonhadores que se queixam de intermináveis horas passadas num qualquer cubículo cinzento a trabalhar para um patrão austero e pardacento, eu tenho um emprego das “9 as 5” (só no papel) que me dá um gozo incrível. Mesmo. </p>
<p>Desde que o <a href="http://www.ist.utl.pt">Técnico</a> me abriu as portas, depois de ter optado por deixar o <a href="http://www.bcp.pt">Millennium bcp</a>, cresci imenso ao lado de uma equipa fantástica com uma capacidade de renovação e readaptação impressionantes. Não me recordo de um dia que não vá trabalhar com um sorriso estampado nos lábios.</p>
<p>Acontece que, com projectos cada vez mais interessantes, e com as responsabilidades acrescidas que fui tendo, comecei gradualmente a ter mais prazer no meu trabalho diurno &#8211; Técnico &#8211; do que nocturno &#8211; Survs. E acreditem que o Survs era tudo menos um sacrifício.  </p>
<p>E os constrangimentos inerentes a qualquer sector da função pública perguntarão vocês? Adoro-os. Não há nada que me dê mais gozo do que obstáculos para ultrapassar. Está-me no sangue. Mais, detesto o discurso derrotista de sindicalistas e afins que se preocupam mais em choramingar do que em reinventar o sistema por dentro. Nunca posso prever o dia de amanhã, nem sei se ficarei para sempre na função pública, mas posso garantir-vos que muito do que ouvem são realidades distorcidas daqueles que preferem a inércia à acção. </p>
<p>Acresce que tenho uma quase obsessão pelo estudo e optimização de métodos de trabalho. Ao longo dos anos, de certa forma inconscientemente, fui desenvolvendo uma <em>framework</em> &#8211; com base em princípios de gestão, experiência de utilização e métodos de produtividade &#8211; que me permite questionar e optimizar workflows dos mais diversos tipos. E que melhor palco para pôr em prática esta abordagem que uma instituição pública do ensino superior português?</p>
<p>De momento estou dedicado a um dos mais estimulantes desafios da minha vida, a coordenação da Área de Ligação ao Utilizador da Direcção de Informática do Instituto Superior Técnico. Para além do <a href="http://nme.ist.utl.pt">Núcleo de Multimédia e e-Learning</a>, de que assumi a coordenação desde o início de 2010, tenho também agora sob a minha alçada o Núcleo de Suporte ao Utilizador e o Núcleo de Microinformática. </p>
<p>Para mim esta situação é ouro sobre azul: não só é plena de  constrangimentos como eu tanto gosto, como centra-se numa área que há muito me fascina e que sobre a qual muito aprendi com a experiência do Survs, o apoio ao utilizador. </p>
<p>Não vos vou maçar com pormenores, mas no fundo o desafio é criar uma cultura de serviço ao utilizador numa escola de engenheiros. Pior (eu diria melhor), na Direcção de Serviços de Informática, conhecida (injustamente) por ser um “antro de geeks” com pouca apetência para o contacto com o público. </p>
<p>Não se esqueçam, no entanto, que eu falei de desafios, no plural… Vou começar a aceitar, muito criteriosamente, trabalhos de consultoria em colaboração com alguns dos profissionais que mais admiro. Terão é que esperar pelo renascer deste espaço para conhecerem melhor o tipo de projectos em que me pretendo envolver…</p>
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		<title>Banco de Padrões de Design do Instituto Superior Técnico</title>
		<link>http://guspim.net/2010/07/23/banco-de-padroes-de-design-do-instituto-superior-tecnico/</link>
		<comments>http://guspim.net/2010/07/23/banco-de-padroes-de-design-do-instituto-superior-tecnico/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 16:14:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Interfaces]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Foi lançado recentemente o <a href="http://bpd.ist.utl.pt/">Banco de Padrões de Design do Instituto Superior Técnico (BPDIST)</a>, um projecto pelo qual tenho especial carinho pois sintetiza grande parte do conhecimento que a equipa do <a href="http://nme.ist.utl.pt/">Núcleo de Multimédia e e-Learning do Técnico (NME)</a> foi adquirindo ao longo dos últimos anos.</p>

<p class="mb05">O objectivo primordial do BPDIST foi dotar as populações docente, não docente e estudantil do IST de meios que lhes permitam produzir web sites e aplicações de forma autónoma ou com uma intervenção mínima do NME. Mais tarde, a inexistência de outros bancos de padrões de design em língua portuguesa fez-nos decidir abrir o acesso para além do "Universo IST". </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="176" height="160" title="Banco de Padrões de Design do Instituto Superior Técnico (BPDIST)" alt="Banco de Padrões de Design do Instituto Superior Técnico (BPDIST)" src="/img/artigos/banco-de-padroes-de-design-do-instituto-superior-tecnico/bpd_logo.gif"/>
</div>
<p>Foi lançado recentemente o <a href="http://bpd.ist.utl.pt/">Banco de Padrões de Design do Instituto Superior Técnico (BPDIST)</a>, um projecto pelo qual tenho especial carinho pois sintetiza grande parte do conhecimento que a equipa do <a href="http://nme.ist.utl.pt/">Núcleo de Multimédia e e-Learning do Técnico (NME)</a> foi adquirindo ao longo dos últimos anos.</p>
<p>O objectivo primordial do BPDIST foi dotar as populações docente, não docente e estudantil do IST de meios que lhes permitam produzir web sites e aplicações de forma autónoma ou com uma intervenção mínima do NME. Mais tarde, a inexistência de outros bancos de padrões de design em língua portuguesa fez-nos decidir abrir o acesso para além do &#8220;Universo IST&#8221;. </p>
<p>A ideia de trabalharmos com padrões de design no NME (na altura GAEL) partiu do <a href="http://www.workingbruno.com/">Bruno Monteiro</a> aquando da redacção do Guia de Estilo para a Web do IST em 2004. Só uns anos mais tarde é que viríamos a corporizar essa intenção ao construir, muito lentamente, o que é o hoje o BPDIST. </p>
<p>Quando assumi a coordenação do NME no início deste ano decidi que o estado de maturação do BPDIST era suficiente para ser partilhado com um público mais alargado. Desde então ainda se sucederam múltiplos ajustes e revisões, mas finalmente reunimos consenso na equipa para lançar oficialmente o projecto. </p>
<p>O excelente feedback que temos recebido dá-nos alento para melhorar continuamente o BPDIST e torná-lo cada vez mais aberto à colaboração de todos. </p>
<p>Uma última nota&#8230; É com muito agrado que tenho assistido nos últimos anos ao consolidar de uma comunidade web portuguesa capaz de empreender iniciativas de peso e de defender activamente a adopção de boas práticas e a partilha de conhecimento. O BPDIST enquadra-se nesse mesmo &#8220;movimento&#8221; e confiamos que este é apenas o primeiro de muitos outros contributos para a evolução da web portuguesa. </p>
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		<item>
		<title>Entrevista da Enough Pepper ao Made in Portugal da TSF</title>
		<link>http://guspim.net/2009/10/21/entrevista-da-enough-pepper-ao-made-in-portugal-da-tsf/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/10/21/entrevista-da-enough-pepper-ao-made-in-portugal-da-tsf/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 07:57:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[Enough Pepper]]></category>
		<category><![CDATA[survs]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="mb05">Eu e o Paulo Andrade demos uma entrevista ao programa <a href="http://tsf.sapo.pt/Programas/programa.aspx?content_id=1015543">Made in Portugal</a> da TSF sobre a aplicação de inquéritos <a href="https://www.survs.com/">Survs</a> que desenvolvemos em conjunto com os outros dois sócios da <a href="http://www.enoughpepper.com/">Enough Pepper</a>, o João Alfaiate e o Miguel Arroz.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="136" height="92" title="TSF" alt="TSF" src="/img/artigos/entrevista-da-enough-pepper-ao-made-in-portugal-da-tsf/tsf.gif"/></a>    </a>
</div>
<p>Eu e o Paulo Andrade demos uma entrevista ao programa <a href="http://tsf.sapo.pt/Programas/programa.aspx?content_id=1015543">Made in Portugal</a> da TSF sobre a aplicação de inquéritos <a href="https://www.survs.com/">Survs</a> que desenvolvemos em conjunto com os outros dois sócios da <a href="http://www.enoughpepper.com/">Enough Pepper</a>, o João Alfaiate e o Miguel Arroz.</p>
<p>A entrevista para além de se debruçar sobre o percurso feito até aqui, revela também qual o &#8220;tempero especial&#8221; que aplicamos aos projectos em que nos envolvemos :-).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que é que o Fernando Pessoa nos pode ensinar sobre empreendedorismo?</title>
		<link>http://guspim.net/2009/06/23/o-que-e-que-o-fernando-pessoa-nos-pode-ensinar-sobre-empreendedorismo/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 13:03:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[IST]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[survs]]></category>
		<category><![CDATA[Técnico]]></category>

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		<description><![CDATA[<p >Quem já passou pela experiência de lançar uma <em>startup</em> com parcos recursos, sabe que é uma dualidade constante entre momentos de puro gozo, em que transpiramos auto-confiança, e outros em que a pergunta "será possível?" nos martela a cabeça num loop interminável. </p>    

<p class="mb05">Num projecto de cariz diferente, em que estive envolvido recentemente (o novo <a href="http://www.ist.utl.pt">web site do IST</a>), recebemos uma crítica menos positiva que originou uma intensa troca de emails carregados de referências poéticas. Sim, os engenheiros também sentem :-).</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="200" height="309" title="Fernando Pessoa" alt="Fernando Pessoa" src="/img/artigos/o-que-e-que-o-fernando-pessoa-nos-pode-ensinar-sobre-empreendedorismo/pessoa.jpg"/>    </a>
</div>
<p>Quem já passou pela experiência de lançar uma <em>startup</em> com parcos recursos, sabe que é uma dualidade constante entre momentos de puro gozo, em que transpiramos auto-confiança, e outros em que a pergunta &#8220;será possível?&#8221; nos martela a cabeça num loop interminável. </p>
<p>Num projecto de cariz diferente, em que estive envolvido recentemente (o novo <a href="http://www.ist.utl.pt">web site do IST</a>), recebemos uma crítica menos positiva que originou uma intensa troca de emails carregados de referências poéticas. Sim, os engenheiros também sentem :-).</p>
<p>Deixou-vos aqui um dos poemas citados, “A Maior Empresa do Mundo”, de Fernando Pessoa, para lerem nas alturas em que os índices de confiança estiverem mais baixos ;-).  </p>
<div id="interview">
<p>Posso ter defeitos, viver ansioso<br /> e ficar irritado algumas vezes,<br /> mas não me esqueço de que a minha vida  <br />é a maior empresa do mundo,<br />  e que posso evitar que ela vá á falência.</p>
<p>Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver<br /> apesar de todos os desafios,<br /> incompreensões e períodos de crise. </p>
<p> Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas <br />  e tornar-se num autor da própria história.</p>
<p>	É atravessar desertos fora de si,<br /> mas ser capaz de encontrar um oásis<br />  no recôndito da sua alma.<br /> É agradecer a Deus a cada manhã <br />pelo milagre da vida. </p>
<p>Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.<br /> É saber falar de si mesmo.<br /> É ter coragem para ouvir um não.<br /> É ter segurança para receber uma critica,<br /> mesmo que injusta.</p>
<p> Pedras no caminho?<br /> Guardo-as todas,<br />  um dia vou construir um castelo&#8230;</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>9 Atributos de um Bom Nome Comercial</title>
		<link>http://guspim.net/2008/12/26/9-atributos-de-um-bom-nome-comercial/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Dec 2008 14:44:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócio]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[comercial]]></category>
		<category><![CDATA[nome]]></category>
		<category><![CDATA[produto]]></category>
		<category><![CDATA[serviço]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quantos serão os negócios cujo nome foi decidido à última da hora, mesmo em cima do registo comercial? Muitos, certamente. Erro crasso, pois um <span class="mark">bom nome pode ser decisivo no sucesso de uma empresa, produto ou serviço</span>.      </p>
<p class="mb05">Mas o que é um bom nome? Não tenho uma resposta categórica para vos dar, mas sim propor um <span class="mark">conjunto de atributos</span> que vos poderão ser úteis no processo criativo: </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="200" height="326" src="/img/artigos/9-atributos-de-um-bom-nome-comercial/nameTag.jpg" alt="Etiqueta" title="Etiqueta"/>
</div>
<p>Quantos serão os negócios cujo nome foi decidido à última da hora, mesmo em cima do registo comercial? Muitos, certamente. Erro crasso, pois <span class="mark">um bom nome pode ser decisivo no sucesso de uma empresa, produto ou serviço</span>.      </p>
<p>Mas o que é um bom nome? Não tenho uma resposta categórica para vos dar, mas sim propor um <span class="mark">conjunto de atributos</span> que vos poderão ser úteis no processo criativo: </p>
<ol>
<li><span class="mark">Remeter para o mercado onde actua</span>. Deve conseguir-se identificar imediatamente o tipo de oferta.</li>
<li><span class="mark">Fácil de pronunciar</span>. Se é fácil de pronunciar mais vezes será repetido. </li>
<li><span class="mark">Ser memorizável</span>. Se não nos lembrarmos dele… </li>
<li><span class="mark">Curto</span>. Não deixar margem para criação de diminutivos que o desvirtuem.</li>
<li><span class="mark">Distinto</span>. Deve diferenciar-se claramente dos seus concorrentes. </li>
<li><span class="mark">Popular</span>. Deve agradar ao público-alvo desde o primeiro contacto.</li>
<li><span class="mark">Divertido de dizer</span>. Se for divertido as pessoas tenderão a repeti-lo.</li>
<li><span class="mark">Poder transforma-se num verbo</span>. Se for fácil fazer derivações tem mais hipóteses de começar a fazer parte da linguagem comum. Pensem em “googlar” ;-).</li>
<li><span class="mark">Ser facilmente “googlável” </span>(vêem como a questão do verbo pega?!). Nomes demasiado genéricos dificilmente são encontrados nos motores de busca. E hoje em dia quem não aparece no Google não existe…   </li>
</ol>
<p>Imagino que estejam a pensar que é difícil encontrar um nome que reuna todos os atributos. Não é grave. O importante é encontrar o melhor compromisso.   </p>
<p>Notem, também, que os atributos se sobrepõem: se um nome for distinto será mais facilmente memorizável; se for curto será provavelmente mais fácil de pronunciar; e por aí fora…</p>
<p>Há ainda quem defenda, como é o caso de <a href="http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2005/10/the_new_rules_o.html">Seth Godin</a>, que o posição alcançada em pesquisa nos motores de busca é mais relevante que qualquer outro atributo.</p>
<p>Ah… Um último conselho, não utilizem nomes provisórios porque a tendência é afeiçoarem-se  a eles; sejam estes bem conseguidos ou não. Se tiverem que ter um “nome de código” até encontrarem o nome final optem por algo que saibam que nunca escolherão.</p>
<h2>Um exemplo prático </h2>
<p>Quando <a href="http://www.enoughpepper.com">tivemos</a> que “nomear” a nossa aplicação de inquéritos demorámos algum tempo até chegar a um consenso em torno do nome actual &#8211; <a href="http://www.survs.com">Survs</a>.</p>
<p>O Survs opera num mercado altamente competitivo, povoado por inúmeras aplicações, sendo a designação <em>survey</em> quase uma constante em todas elas. </p>
<p>Neste caso, a escolha de um bom nome era vital para o sucesso do negócio. Tivemos por isso particular preocupação em que este tivesse todas os atributos que consideramos importantes.  </p>
<h2>Síntese</h2>
<p>No processo criativo para a obtenção de um bom nome comercial não vejam a lista que sugeri como algo absoluto. Vejam-na antes como uma referência útil que poderá ajudar a “arrumar as ideias”.   </p>
<p><span class="mark">E vocês, querem sugerir mais algum atributo? Ou discordam de algum dos que falei?</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Entrevista ao 2.0 Webmania</title>
		<link>http://guspim.net/2008/12/14/entrevista-ao-20-webmania/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/12/14/entrevista-ao-20-webmania/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 14:49:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[2.0 Webmania]]></category>
		<category><![CDATA[guspim]]></category>
		<category><![CDATA[gustavo pimenta]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>No âmbito de uma série de <a href="http://2.0.bloguite.com/category/portugal-20">entrevistas</a> que o <a href="http://2.0.bloguite.com/">2.0 Webmania</a> está a fazer a responsáveis por projectos web nacionais, <a href="http://2.0.bloguite.com/portugal-20/gustavo-pimenta-no-portugal-20-no-ano-de-2008-parte-viii.html">respondi</a> a algumas perguntas feitas pelo seu editor, o Rui Costa.</p>  

<p class="mb05">As entrevistas surgem no seguimento do artigo <a href="http://2.0.bloguite.com/geral/portugal-20-no-ano-de-2008-parte-1.html">Portugal 2.0 no ano de 2008</a> onde o Rui faz o seu relato pessoal da evolução da Web em Portugal.</p> ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<a class="naked" href="http://2.0.bloguite.com/"><br />
<img class="si" width="200" height="57" src="/img/artigos/entrevista-ao-20-webmania/20Webmania.gif" alt="2.0 Webmania" title="2.0 Webmania"/><br />
</a>
</div>
<p>No âmbito de uma série de <a href="http://2.0.bloguite.com/category/portugal-20">entrevistas</a> que o <a href="http://2.0.bloguite.com/">2.0 Webmania</a> está a fazer a responsáveis por projectos web nacionais, <a href="http://2.0.bloguite.com/portugal-20/gustavo-pimenta-no-portugal-20-no-ano-de-2008-parte-viii.html">respondi</a> a algumas perguntas feitas pelo seu editor,  Rui Costa.</p>
<p>As entrevistas surgem no seguimento do artigo <a href="http://2.0.bloguite.com/geral/portugal-20-no-ano-de-2008-parte-1.html">Portugal 2.0 no ano de 2008</a> onde o Rui faz o seu relato pessoal da evolução da Web em Portugal.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Enough Pepper</title>
		<link>http://guspim.net/2008/09/30/enough-pepper/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/09/30/enough-pepper/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 05:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[Enough Pepper]]></category>
		<category><![CDATA[survs]]></category>
		<category><![CDATA[xSort]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Não, não vos vou dar nenhuma receita culinária (pelo menos neste artigo), mas sim falar um pouco da "minha" empresa cujo <a href="http://www.enoughpepper.com">web site</a> lançámos a semana passada.</p>     

<p class="mb05">A Enough Pepper é a <span class="mark">empresa de desenvolvimento de aplicações informáticas</span> que fundei com o <a href="http://terminalapp.net/">Miguel Arroz</a>, o <a href="http://www.letspushthingsforward.com/">João Alfaiate</a> e o Paulo Andrade no início deste ano. Ou melhor, é um sonho comum tornado realidade. </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não, não vos vou dar nenhuma receita culinária (pelo menos neste artigo), mas sim falar um pouco da &#8220;minha&#8221; empresa cujo <a href="http://www.enoughpepper.com">web site</a> lançámos a semana passada.</p>
<p>A Enough Pepper é a <span class="mark">empresa de desenvolvimento de aplicações informáticas</span> que fundei com o <a href="http://terminalapp.net/">Miguel Arroz</a>, o <a href="http://www.letspushthingsforward.com/">João Alfaiate</a> e o Paulo Andrade no início deste ano. Ou melhor, <span class="mark">é um sonho comum tornado realidade</span>. </p>
<div class="liContainer">
<a href="http://www.enoughpepper.com" class="naked"><img class="si imgBorder" width="720" height="702" title="Enough Pepper" alt="Enough Pepper" src="/img/artigos/enough-pepper/enoughPepper.jpg"/> </a>
</div>
<p>Mais do que uma simples empresa, a Enough Pepper é a <span class="mark">expressão viva de uma filosofia de trabalho assente na colaboração</span>, não só entre os membros da equipa, mas, também, com o meio envolvente.</p>
<p>Hum, pensam vocês, que conversa é esta? O que é que este tipo quer dizer? Que <span class="mark">pensamos nos projectos como &#8220;organismos vivos&#8221;</span>; que não traçamos planos na pedra; mas sim aprendemos com as experiências e adapta-mo-nos continuamente ao que nos rodeia. Nem que seja para cortar a direito com tudo o que é convenção ;-).  </p>
<p>Enquanto gestor de projecto das várias aplicações da empresa, é particularmente motivador trabalhar com pessoas que, tal como eu, acreditam que <a href="http://guspim.net/2007/12/02/gerir-a-rir/">boa disposição</a> e frontalidade são aptidões tão importantes para o sucesso como a competência técnica.</p>
<p>É impressionante que numa equipa em que quase todos são conhecidos pela sua personalidade vincada (pensem no rezingão da Branca de Neve e os Sete Anões) nunca tenha havido uma discussão grave. </p>
<p>Os dois principais projectos são o <a href="http://www.survs.com">Survs</a>, de que já falei aqui, e o <a href="http://www.xsortapp.com">xSort</a> que será tema de um próximo artigo. Na calha está uma terceira aplicação, mas que só deverá ver a luz do dia no próximo ano.</p>
<p>Ah&#8230; <span class="mark">O nome; acabei por não falar nele</span>&#8230; A ideia é simples: desenvolvemos aplicações que se definem por um equilíbrio entre a simplicidade de utilização e o poder que oferecem. Pensem num prato com o tempero certo; nem mais nem menos: no ponto!</p>
<p>Qualquer semelhança entre o nome e o meu apelido é pura coincidência. A sério, nem sequer foi sugerido por mim&#8230;  </p>
]]></content:encoded>
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		<title>REPUX</title>
		<link>http://guspim.net/2008/09/09/repux/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/09/09/repux/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 07:46:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[User Research]]></category>
		<category><![CDATA[arquitectura da informação]]></category>
		<category><![CDATA[design de interacção]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Interfaces]]></category>
		<category><![CDATA[rede]]></category>
		<category><![CDATA[REPUX]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Repuquê?! Será uma seita metodista ortodoxa, um novo elixir da juventude ou uma organização para-militar?</p>

<p class="mb05">Nada disso. <span class="mark">A <a href="http://groups.google.com/group/repux">Rede Portuguesa de User Experience (REPUX)</a> é um grupo informal que tem como objectivo ajudar a criar e dinamizar uma comunidade de profissionais de user experience em Portugal.</span></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Repuquê?! Será uma seita metodista ortodoxa, um novo elixir da juventude ou uma organização para-militar?</p>
<p>Nada disso. <span class="mark">A <a href="http://groups.google.com/group/repux">Rede Portuguesa de User Experience (REPUX)</a> é um grupo informal que tem como objectivo ajudar a criar e dinamizar uma comunidade de profissionais de user experience em Portugal.</span></p>
<p>Procura-se pôr em contacto designers de interacção, especialistas em usabilidade, arquitectos da informação e outros profissionais de áreas contíguas.</p>
<p>O projecto, que <a href="http://groups.google.com/group/repux/msg/05197da80976544b">iniciei com o Diogo Garrido</a> em 2003, tem como &#8220;centro nevrálgico&#8221; uma <a href="http://groups.google.com/group/repux">mailing list</a> que gostava de ver mais activa (muito mais activa&#8230;).</p>
<p>Se a vossa actividade gira em torno da experiência de utilização, abandonem a malfadada aversão lusa à participação e <a href="http://groups.google.com/group/repux">digam de vossa justiça</a> o que vos passa pela cabeça ;-). </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Survs Blog</title>
		<link>http://guspim.net/2008/08/25/survs-blog/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/08/25/survs-blog/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 17:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[Enough Pepper]]></category>
		<category><![CDATA[inquéritos]]></category>
		<category><![CDATA[inquéritos on-line]]></category>
		<category><![CDATA[questionários]]></category>
		<category><![CDATA[survs]]></category>
		<category><![CDATA[survs blog]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Infelizmente, não tenho conseguido escrever aqui tanto quanto queria sobre o <a href="http://www.survs.com">Survs</a>, mas em contrapartida já lançámos o nosso <a href="http://blog.survs.com/">blog</a> onde, a partir de agora, o ritmo de novidades será em crescendo. </p>

<p class="mb05">Quem preferir um acompanhamento mais contínuo pode também seguir-nos no <a href="http://twitter.com/survs">twitter</a>, onde as notícias serão dadas em "primeira mão".</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><a class="naked" href="http://www.survs.com"><img class="si" width="200" height="76" title="Survs" alt="Survs" src="/img/artigos/survs/survsLogo.gif"/></a></div>
<p>Infelizmente, não tenho conseguido escrever aqui tanto quanto queria sobre o <a href="http://www.survs.com">Survs</a>, mas em contrapartida já lançámos o nosso <a href="http://blog.survs.com/">blog</a> onde, a partir de agora, o ritmo de novidades será em crescendo. </p>
<p>Quem preferir um acompanhamento mais contínuo pode também seguir-nos no <a href="http://twitter.com/survs">twitter</a>, onde as notícias serão dadas em &#8220;primeira mão&#8221;.</p>
<p>Escusado será dizer que tanto eu como o resto da equipa estamos sempre disponíveis para trocar impressões convosco. Não hesitem em iniciar uma conversa connosco, seja através do <a href="http://blog.survs.com/">blog</a>, do <a href="http://twitter.com/survs">twitter</a> ou por <a href="mailto:survs@survs.com">email</a>!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>[Notas Soltas] Edição da Catarse</title>
		<link>http://guspim.net/2008/08/18/notas-soltas-edicao-da-catarse/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/08/18/notas-soltas-edicao-da-catarse/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 12:48:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[goraz]]></category>
		<category><![CDATA[João do Grão]]></category>
		<category><![CDATA[José Valente]]></category>
		<category><![CDATA[O Sacas]]></category>
		<category><![CDATA[restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[survs]]></category>
		<category><![CDATA[survs guspim historiasdegente simples joaodograo osacas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Após umas curtas, mas retemperantes, férias na Costa Vicentina, quero aproveitar estas notas soltas para vos falar um pouco sobre o <span class="mark">lado negativo da fantástica aventura que tem sido o <a href="http://www.survs.com/">Survs</a></span>. </p>

<p class="mb05">E porquê escrever sobre este assunto? Talvez porque necessite de<span class="mark"> verbalizar o que sinto numa espécie de catarse pública</span>; e também porque a minha experiência poderá servir de <span class="mark">exemplo para os <em>workaholics</em> que por aí andam</span>.    </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após umas curtas, mas retemperantes, férias na Costa Vicentina, quero aproveitar estas notas soltas para vos falar um pouco sobre o <span class="mark">lado negativo da fantástica aventura que tem sido o <a href="http://www.survs.com/">Survs</a></span>. </p>
<p>E porquê escrever sobre este assunto? Talvez porque necessite de<span class="mark"> verbalizar o que sinto numa espécie de catarse pública</span>; e também porque a minha experiência poderá servir de <span class="mark">exemplo para os <em>workaholics</em> que por aí andam</span>.    </p>
<p>Não terminarei o artigo sem antes vos passar as habituais <span class="mark">dicas gastronómicas</span> e falar de um <span class="mark">blog muito especial</span>. </p>
<h2>Ó tempo volta para trás… </h2>
<p>Afinal  queixo-me de quê? De tempo, ou melhor, da falta dele para estar presente em todos os “espaços” em que queria, e devia, marcar presença. </p>
<p>As consequências de uma aposta forte num projecto “paralelo” totalmente feito nos &#8220;tempos livres&#8221; é que todo o &#8220;resto&#8221; da nossa vida tende necessariamente a ficar para trás.</p>
<p>Estava consciente desta situação, porém vivia na ilusão de que todos os que me rodeiam percebiam o que implica o Survs. </p>
<p>Mas de um momento para o outro deparei-me com múltiplos alertas daqueles que gosto de ter perto de mim. Todos se queixavam do mesmo: da minha ausência.</p>
<p>Apesar de a minha memória também se ausentar frequentemente, recordo-me como se fosse hoje de uma cena recorrente durante a minha recruta no Regimento de Engenharia n.º 1.   </p>
<p>E a história reza assim: o furriel Palma (um caricato alentejano com quem passei uma das melhores noites de copos da minha vida) gritava alto e em bom som dia após dia  “senhor pimenta, só você é que está certo: tá tudo a acertar o passo pelo pimenta!”.</p>
<p>Estes constantes avisos durante os treinos de marcha, quando eu trocava o passo por estar perdido em pensamentos desfazados da rigidez militar, tiveram dois resultados práticos: </p>
<ul>
<li>(1) aprendi a marchar para não sofrer a ira dos meus “camaradas”, que tinham de constantemente acertar o passo por mim;</li>
<li>(2) e comecei a ficar mais atento à possibilidade de estar errado quando toda a gente me indica o sentido oposto para o qual me dirijo.</li>
</ul>
<p>Conclusão: os protestos daqueles que mais valorizo só podiam ter um significado: eu estava “errado”. Chegava a hora de acertar o passo. </p>
<p>Depois deste desabafo, em jeito de carta aberta à família (de sangue e de escolha), passemos a outras notas mais leves…    </p>
<h2>Ócio</h2>
<p>Num acto de puro egoísmo não vos deixo aqui o contacto do monte onde passei férias na Costa Vicentina; a relação preço /qualidade é tão absurda que tenho receio que se torne demasiado conhecido. É daqueles segredos que só se transmitem de boca a orelha. Literalmente. </p>
<p>Contudo, posso dar-vos uma dica de um restaurante que para mim continua a ser um destino obrigatório do sudoeste luso: <a href="http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/desenvRegArtigo.asp?reg=337734">O Sacas</a>. </p>
<p>Comecem com uma pratada de percebes, sigam para uns filetes de peixe aranha acompanhados de migas e rematem com uma feijoada de búzios. Quando vier a conta terão ainda a agradável surpresa de constatar que os preços são mais do que justos. Experimentem, garanto que que não se arrependem!</p>
<p>Mas foi Já em Lisboa que degustei a melhor refeição deste verão: um magnífico goraz cozinhado no forno pelo António, amigo da maggy e dono do centenário restaurante <a href="http://www.lifecooler.com/Portugal/restaurantes/RestauranteJoaodoGrao">João do Grão</a>. </p>
<p>Para além dos seus inquestionáveis dotes culinários, partilhar uma refeição com o António é toda uma experiência de sapiência na arte de comer bem.  </p>
<p>Se forem apreciadores de bom bacalhau, uma visita ao João do Grão é pura e simplesmente obrigatória. </p>
<h2>Era uma vez…      </h2>
<p>Por fim, deixo-vos aqui uma sugestão para visitarem o blog <a href="http://historiasdegentesimples.blogspot.com/2008/06/prlogo.html">“histórias de gente simples”</a>. Neste espaço, o José Valente, um contador de histórias nato, descreve-nos, em português da época, como era a vida rural na Beira Baixa na segunda metade do século vinte.</p>
<p>Quando soube que a leitura destas histórias era privilégio de poucos não pude deixar de incentivar o zé a partilhar os seus relatos, misto de ficção e realidade, com todos nós. Aproveitem para aprender como se conta uma história ;-).  </p>
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