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	<title>guspim.net &#187; Uncategorized</title>
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	<description>Projectos Web, Produtividade e "Mundo da Vida"</description>
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		<title>Simplenote</title>
		<link>http://guspim.net/2010/03/29/simplenote/</link>
		<comments>http://guspim.net/2010/03/29/simplenote/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 12:54:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ouvi falar do <a href="http://simplenoteapp.com/">Simplenote</a> pela boca do Merlin Mann, numa <a href="http://macpowerusers.com/2010/03/mpu-023-workflows-with-merlin-mann/">entrevista sobre workflows</a> no podcast Mac Power Users. Como tinha uma enorme embirração pelo Notes, a app nativa de notas do iPhone, resolvi testar em que medida o Simplenote se adaptava ao meu próprio workflow.</p>

<p class="mb05">Rapidamente percebi o fascínio do Merlin por esta aplicação, aliás este 3 em 1, que não só contrasta claramente com a abordagem demasiado estilizada do Notes como também permite a sincronização com um serviço web e com várias aplicações desktop (eu uso o <a href="http://notational.net/">Notational Velocity</a>).</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
  <a href="http://simplenoteapp.com/" class="naked"><img src="/img/artigos/simplenote/simplenote.png" class="si" alt="Simplenote" title="Simplenote" height="200" width="200" /</a>
</div>
<p>Ouvi falar do <a href="http://simplenoteapp.com/">Simplenote</a> pela boca do Merlin Mann, numa <a href="http://macpowerusers.com/2010/03/mpu-023-workflows-with-merlin-mann/">entrevista sobre workflows</a> no podcast Mac Power Users. Como tinha uma enorme embirração pelo Notes, a app nativa de notas do iPhone, resolvi testar em que medida o Simplenote se adaptava ao meu próprio workflow.</p>
<p>Rapidamente percebi o fascínio do Merlin por esta aplicação, aliás este 3 em 1, que não só contrasta claramente com a abordagem demasiado estilizada do Notes como também permite a sincronização com um serviço web e com várias aplicações desktop (eu uso o <a href="http://notational.net/">Notational Velocity</a>).</p>
<p>Só alguns dias mais tarde é que percebi que o Simplenote é uma das únicas aplicações que está integrada com o <a href="http://www.smileonmymac.com/TextExpander/touch/index.html">Textexpander Touch</a> no iPhone, o que me permite acelerar brutalmente a tomada de notas através do uso de shortcuts para gerar trechos de texto previamente definidos.</p>
<p>Com um setup que me garante ter notas sincronizadas entre 1 iPhone, 2 desktops e a web, o Simplenote não só passou a ser parte integrante do meu workflow como diria mesmo que o revolucionou. Ultimamente andava a carregar a aplicação de gestão de tarefas que utilizo, o <a href="http://www.omnigroup.com/products/omnifocus/">OmniFocus</a>, com pequenas notas que fazia sobre vários projectos; o Simplenote veio alterar esse workflow ao dar &#8220;casa própria&#8221; a essas notas que não são obviamente tarefas.  </p>
<p>Após este relato, fica o conselho para os fanáticos da produtividade que por aí andam: não se agarrem demasiado a nenhum sistema ou teoria, mudem de vez em quando uma das &#8220;peças da engrenagem&#8221; e vão ver que têm agradáveis surpresas.</p>
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		<title>[Entrevista] Bruno Figueiredo</title>
		<link>http://guspim.net/2010/01/08/entrevista-bruno-figueiredo/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 10:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[User Research]]></category>
		<category><![CDATA[appu]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[REPUX]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ux-lx]]></category>

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		<description><![CDATA[ <p>Conheci o Bruno Figueiredo por altura da criação da <a href="http://groups.google.com/group/repux"> Rede Portuguesa de Experiência de Utilização (REPUX)</a>. Recordo-me que houve algum "atrito público" entre nós por discordámos sobre o processo que conduziu ao surgimento da <a href="http://www.usabilidade.org/">Associação Portuguesa de Profissionais de Usabilidade (APPU)</a>, de que é Presidente. Mas a querela rapidamente foi ultrapassada e desde então estabelecemos elos de ligação, ou não fossemos os dois fanáticos por design centrado no utilizador :-).</p> 

<p class="mb05">O Bruno poderia ainda ter ficado resentido com as inúmeras "negas" que lhe dei aos convites para fazer apresentações nos seminários de usabilidade que organiza, mas, pelo contrário, tornou-se informalmente uma espécie de conselheiro do <a href="http://www.survs.com">Survs</a>, sempre pronto a dar sugestões e a contribuir para o aperfeiçoamento da aplicação. </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-figueiredo/bruno_figueiredo.jpg" class="si" alt="Bruno Figueiredo" title="Bruno Figueiredo" height="207" width="150" /></p>
<dl>
<dt>Bruno Figueiredo</dt>
<dd>User Experience Designer
<dd>
</dl>
</div>
<p>Conheci o <a href="http://pt.linkedin.com/in/brunofigueiredo">Bruno Figueiredo</a> por altura da criação da <a href="http://groups.google.com/group/repux"> Rede Portuguesa de Experiência de Utilização (REPUX)</a>. Recordo-me que houve algum &#8220;atrito público&#8221; entre nós por discordarmos sobre o processo que conduziu ao surgimento da <a href="http://www.usabilidade.org/">Associação Portuguesa de Profissionais de Usabilidade (APPU)</a>, de que é Presidente. Mas a querela rapidamente foi ultrapassada e desde então estabelecemos elos de ligação, ou não fossemos os dois fanáticos por design centrado no utilizador :-).</p>
<p>O Bruno poderia ainda ter ficado ressentido com as inúmeras &#8220;negas&#8221; que lhe dei aos convites para fazer apresentações nos seminários de usabilidade que organiza, mas, pelo contrário, tornou-se informalmente uma espécie de conselheiro do <a href="http://www.survs.com">Survs</a>, sempre pronto a dar sugestões e a contribuir para o aperfeiçoamento da aplicação. </p>
<p>Sei que faz o mesmo com outras aplicações portuguesas, vestindo a camisola nacional das aplicações web como ninguém :-). E acreditem quando vos digo que só um louco menosprezaria os conselhos pertinentes que dá. </p>
<p>O seu último projecto é a todos os níveis impressionante: a realização de uma conferência de experiência de utilização, a <a href="http://www.ux-lx.com/">UX lx</a>, com um painel fortíssimo de oradores internacionais. Confesso que não considerava possível ver nomes como Jared Spool, Peter Merholz, Luke Wroblewski, Dan Saffer ou Bill Scott reunidos numa conferência em Portugal&#8230; </p>
<p>Após o seu regresso de Londres, onde trabalhou alguns anos, sem nunca deixar de estar atento à realidade portuguesa, é a altura ideal para ouvirmos o Bruno sobre uma série de assuntos que interessam particularmente à comunidade de experiência de utilização portuguesa.   </p>
<div id="interview">
<h2>Como é que um arquitecto &#8220;acaba&#8221; a trabalhar como consultor de experiência de utilização?  </h2>
<p>Eu escolhi o curso de arquitectura porque à data parecia ser um curso genérico para pessoas criativas. Sempre tive um leque alargado de interesses e via vários arquitectos expandirem a sua actividade para o design gráfico e de equipamento, por isso pareceu-me ser o melhor caminho a seguir. No segundo ano do curso equiparam o centro de informática da faculdade com computadores com acesso à internet e foi amor à primeira vista. Um ano depois estava a trabalhar na Tinta Invisível, a primeira empresa portuguesa de web design, na altura apenas com 5 pessoas. Aos poucos fui largando o web design e comecei a especializar-me nas questões de planeamento e fui naturalmente parar à área da experiência de utilização.</p>
<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-figueiredo/appu.gif" class="si" alt="APPU" title="APPU" height="38" width="200" />
</div>
<h2>A experiência de estar à frente da APPU tem sido gratificante? Por vezes não te sentes a lutar uma luta inglória? Ou, pelo contrário, consideras que o mercado está mais sensível à importância de uma boa experiência de utilização?</h2>
<p>Tem dias. Há alturas em que é muito gratificante, principalmente quando conseguimos a atenção do publico e da imprensa e as pessoas começam a falar disto. A APPU é uma associação bastante jovem e como tal tem muito poucos recursos e por vezes torna-se frustrante não ter os meios necessários para se fazer o que se pretende. No entanto considero que temos conseguido uma projecção muito boa com os meios reduzidos que temos, e aos poucos as pessoas começam a estar mais sensibilizadas para os problemas de usabilidade no seu dia-a-dia.  </p>
<h2>Estiveste alguns anos a trabalhar em Inglaterra, quais são as grandes diferenças que sentiste comparativamente a Portugal?      </h2>
<p>Embora as coisas não estejam no mesmo patamar que nos Estados Unidos, estão bastante mais avançados que em Portugal. A profissão não só é largamente reconhecida como já começou a segmentar-se, o que é um sinal de maturidade. Mesmo assim, ainda me surpreendi algumas vezes com empresas gigantes e de renome no mercado que não faziam ideia do tipo de contributo que um profissional da área poderia dar. Só sabiam que deviam ter um. Penso que Portugal poderá estar neste patamar dentro de 5 anos.</p>
<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-figueiredo/ux_lx.gif" class="si" alt="UX-lx" title="UX-lx" height="41" width="200" />
</div>
<h2>Estás a organizar uma conferência que reúne alguns dos profissionais de experiência de utilização mais reconhecidos internacionalmente? Como é possível ser &#8220;one man show&#8221; de um evento desta dimensão?  </h2>
<p>Já não é a primeira conferência internacional que organizo, por isso já tenho alguma experiência que me permite agilizar alguns processos. Por outro lado, o meu envolvimento em diversos projectos de organizações internacionais na área permitiu-me travar conhecimentos com muitos dos oradores da área, o que facilita bastante.      </p>
<p>No entanto, é um one man show temporariamente. Muito do que fiz pode ser feito desta forma mas à medida que se aproxima a data do evento vou necessitar de envolver mais pessoas. Alem disso o envolvimento recente da APPU na organização trará também una ajuda suplementar. </p>
<h2>Para terminar, indica-nos um livro, um disco e um filme que te tenham marcado…  </h2>
<p>Livros ha varios, mas posso indicar o Design of Everyday things do Donald Norman. Foi o livro que me fez abrir os olhos para as razoes por detrás da dificuldade da interacção das pessoas com os objectos. Disco é mais dificil, pois tenho um gosto bastante ecletico. Por isso é difícil apontar um. Filme, talvez o Cinema Paraíso, pelo retrato do carácter humanista da época introdutória do cinema. É um filme de que gosto muito.  </p>
</div>
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