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	<title>guspim.net &#187; User Research</title>
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	<description>Projectos Web, Produtividade e "Mundo da Vida"</description>
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		<title>[Entrevista] Bruno Figueiredo</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 10:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[User Research]]></category>
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		<description><![CDATA[ <p>Conheci o Bruno Figueiredo por altura da criação da <a href="http://groups.google.com/group/repux"> Rede Portuguesa de Experiência de Utilização (REPUX)</a>. Recordo-me que houve algum "atrito público" entre nós por discordámos sobre o processo que conduziu ao surgimento da <a href="http://www.usabilidade.org/">Associação Portuguesa de Profissionais de Usabilidade (APPU)</a>, de que é Presidente. Mas a querela rapidamente foi ultrapassada e desde então estabelecemos elos de ligação, ou não fossemos os dois fanáticos por design centrado no utilizador :-).</p> 

<p class="mb05">O Bruno poderia ainda ter ficado resentido com as inúmeras "negas" que lhe dei aos convites para fazer apresentações nos seminários de usabilidade que organiza, mas, pelo contrário, tornou-se informalmente uma espécie de conselheiro do <a href="http://www.survs.com">Survs</a>, sempre pronto a dar sugestões e a contribuir para o aperfeiçoamento da aplicação. </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-figueiredo/bruno_figueiredo.jpg" class="si" alt="Bruno Figueiredo" title="Bruno Figueiredo" height="207" width="150" /></p>
<dl>
<dt>Bruno Figueiredo</dt>
<dd>User Experience Designer
<dd>
</dl>
</div>
<p>Conheci o <a href="http://pt.linkedin.com/in/brunofigueiredo">Bruno Figueiredo</a> por altura da criação da <a href="http://groups.google.com/group/repux"> Rede Portuguesa de Experiência de Utilização (REPUX)</a>. Recordo-me que houve algum &#8220;atrito público&#8221; entre nós por discordarmos sobre o processo que conduziu ao surgimento da <a href="http://www.usabilidade.org/">Associação Portuguesa de Profissionais de Usabilidade (APPU)</a>, de que é Presidente. Mas a querela rapidamente foi ultrapassada e desde então estabelecemos elos de ligação, ou não fossemos os dois fanáticos por design centrado no utilizador :-).</p>
<p>O Bruno poderia ainda ter ficado ressentido com as inúmeras &#8220;negas&#8221; que lhe dei aos convites para fazer apresentações nos seminários de usabilidade que organiza, mas, pelo contrário, tornou-se informalmente uma espécie de conselheiro do <a href="http://www.survs.com">Survs</a>, sempre pronto a dar sugestões e a contribuir para o aperfeiçoamento da aplicação. </p>
<p>Sei que faz o mesmo com outras aplicações portuguesas, vestindo a camisola nacional das aplicações web como ninguém :-). E acreditem quando vos digo que só um louco menosprezaria os conselhos pertinentes que dá. </p>
<p>O seu último projecto é a todos os níveis impressionante: a realização de uma conferência de experiência de utilização, a <a href="http://www.ux-lx.com/">UX lx</a>, com um painel fortíssimo de oradores internacionais. Confesso que não considerava possível ver nomes como Jared Spool, Peter Merholz, Luke Wroblewski, Dan Saffer ou Bill Scott reunidos numa conferência em Portugal&#8230; </p>
<p>Após o seu regresso de Londres, onde trabalhou alguns anos, sem nunca deixar de estar atento à realidade portuguesa, é a altura ideal para ouvirmos o Bruno sobre uma série de assuntos que interessam particularmente à comunidade de experiência de utilização portuguesa.   </p>
<div id="interview">
<h2>Como é que um arquitecto &#8220;acaba&#8221; a trabalhar como consultor de experiência de utilização?  </h2>
<p>Eu escolhi o curso de arquitectura porque à data parecia ser um curso genérico para pessoas criativas. Sempre tive um leque alargado de interesses e via vários arquitectos expandirem a sua actividade para o design gráfico e de equipamento, por isso pareceu-me ser o melhor caminho a seguir. No segundo ano do curso equiparam o centro de informática da faculdade com computadores com acesso à internet e foi amor à primeira vista. Um ano depois estava a trabalhar na Tinta Invisível, a primeira empresa portuguesa de web design, na altura apenas com 5 pessoas. Aos poucos fui largando o web design e comecei a especializar-me nas questões de planeamento e fui naturalmente parar à área da experiência de utilização.</p>
<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-figueiredo/appu.gif" class="si" alt="APPU" title="APPU" height="38" width="200" />
</div>
<h2>A experiência de estar à frente da APPU tem sido gratificante? Por vezes não te sentes a lutar uma luta inglória? Ou, pelo contrário, consideras que o mercado está mais sensível à importância de uma boa experiência de utilização?</h2>
<p>Tem dias. Há alturas em que é muito gratificante, principalmente quando conseguimos a atenção do publico e da imprensa e as pessoas começam a falar disto. A APPU é uma associação bastante jovem e como tal tem muito poucos recursos e por vezes torna-se frustrante não ter os meios necessários para se fazer o que se pretende. No entanto considero que temos conseguido uma projecção muito boa com os meios reduzidos que temos, e aos poucos as pessoas começam a estar mais sensibilizadas para os problemas de usabilidade no seu dia-a-dia.  </p>
<h2>Estiveste alguns anos a trabalhar em Inglaterra, quais são as grandes diferenças que sentiste comparativamente a Portugal?      </h2>
<p>Embora as coisas não estejam no mesmo patamar que nos Estados Unidos, estão bastante mais avançados que em Portugal. A profissão não só é largamente reconhecida como já começou a segmentar-se, o que é um sinal de maturidade. Mesmo assim, ainda me surpreendi algumas vezes com empresas gigantes e de renome no mercado que não faziam ideia do tipo de contributo que um profissional da área poderia dar. Só sabiam que deviam ter um. Penso que Portugal poderá estar neste patamar dentro de 5 anos.</p>
<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-figueiredo/ux_lx.gif" class="si" alt="UX-lx" title="UX-lx" height="41" width="200" />
</div>
<h2>Estás a organizar uma conferência que reúne alguns dos profissionais de experiência de utilização mais reconhecidos internacionalmente? Como é possível ser &#8220;one man show&#8221; de um evento desta dimensão?  </h2>
<p>Já não é a primeira conferência internacional que organizo, por isso já tenho alguma experiência que me permite agilizar alguns processos. Por outro lado, o meu envolvimento em diversos projectos de organizações internacionais na área permitiu-me travar conhecimentos com muitos dos oradores da área, o que facilita bastante.      </p>
<p>No entanto, é um one man show temporariamente. Muito do que fiz pode ser feito desta forma mas à medida que se aproxima a data do evento vou necessitar de envolver mais pessoas. Alem disso o envolvimento recente da APPU na organização trará também una ajuda suplementar. </p>
<h2>Para terminar, indica-nos um livro, um disco e um filme que te tenham marcado…  </h2>
<p>Livros ha varios, mas posso indicar o Design of Everyday things do Donald Norman. Foi o livro que me fez abrir os olhos para as razoes por detrás da dificuldade da interacção das pessoas com os objectos. Disco é mais dificil, pois tenho um gosto bastante ecletico. Por isso é difícil apontar um. Filme, talvez o Cinema Paraíso, pelo retrato do carácter humanista da época introdutória do cinema. É um filme de que gosto muito.  </p>
</div>
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		<item>
		<title>Qual é o papel de um consultor de usabilidade?</title>
		<link>http://guspim.net/2009/12/21/qual-e-o-papel-de-um-consultor-de-usabilidade/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/12/21/qual-e-o-papel-de-um-consultor-de-usabilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 13:31:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[User Research]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[user experience]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><span class="mark">Um dos problemas da web portuguesa é a falta de conhecimento que os gestores de projectos web têm das várias áreas que gerem</span>, sendo que um dos sintomas dessa realidade é a sua falta de critério na contratação e acompanhamento de profissionais especializados.   </p>    

<p class="mb05">No <em><a href="http://guspim.net/2007/11/02/user-research-em-projectos-web/">user research</a></em>, área que em Portugal os profissionais ostentam, regra geral, o título de consultor de <a href="http://guspim.net/2008/02/19/o-que-e-a-usabilidade/">usabilidade</a> ou algo similar, esta situação acentua-se dado não existir formação académica que credencie a sua actividade.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
	 <img src="http://guspim.net/img/artigos/qual-e-o-papel-de-um-consultor-em-usabilidade/button.jpg" class="si" alt="" width="200" height="195" />
 </div>
<p><span class="mark">Um dos problemas da web portuguesa é a falta de conhecimento que os gestores de projectos web têm das várias áreas que gerem</span>, sendo que um dos sintomas dessa realidade é a sua falta de critério na contratação e acompanhamento de profissionais especializados.   </p>
<p>No <em><a href="http://guspim.net/2007/11/02/user-research-em-projectos-web/">user research</a></em>, área que em Portugal os profissionais ostentam, regra geral, o título de consultor de <a href="http://guspim.net/2008/02/19/o-que-e-a-usabilidade/">usabilidade</a> ou algo similar, esta situação acentua-se dado não existir formação académica que credencie a sua actividade.</p>
<p>Verifica-se cada vez mais uma preocupação em integrar o <em>user research</em> no desenvolvimento de projectos web, mas muitas vezes falta o conhecimento necessário para contratar a pessoa adequada para garantir a qualidade do trabalho.  </p>
<p><span class="mark">Como desempenho ambos os papéis, gestor e investigador, pensei que seria interessante fazer um &#8220;diagnóstico&#8221; de situação e propor algumas linhas orientadoras para a contratação e acompanhamento de consultores de usabilidade</span>.  </p>
<h2>O problema   </h2>
<p>O <em>user research</em> é muitas vezes “vendido” como algo de inquestionável; como a &#8220;maneira certa&#8221; de resolver  qualquer problema de design. O que nem sempre é transparente são as metodologias e técnicas aplicadas, nem a competência dos profissionais envolvidos para garantir o retorno do investimento.</p>
<p>Sendo uma actividade que congrega profissionais de áreas muito distintas (sociologia, psicologia, design, ergonomia, etc.), que condicionam a sua actuação, mais difícil se torna para um leigo perceber se está perante um trabalho de qualidade ou não.   </p>
<p>Numa excelente apresentação, intitulada &#8220;How to Lie with Design Research&#8221;, <a href="http://www.odannyboy.com/">Dan Saffer</a> vestiu a pele de um charlatão por vinte minutos e expôs com precisão cirúrgica algumas das más práticas e vigarices mais frequentes.</p>
<p><embed src="http://blip.tv/play/gdA8mJcIgdtj" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="405" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed> </p>
<p><span class="mark">Mas fica a pergunta no ar: como distinguir entre um &#8220;bom&#8221; e um &#8220;mau&#8221; trabalho?</span>     </p>
<p>Antes de mais, é necessário identificar onde se localizam os principais problemas:</p>
<ul>
<li>A montante, não são raras as vezes em que são encetadas investigações sem qualquer definição dos problemas a que se pretende dar resposta nem de métricas de avaliação do trabalho desenvolvido.  </li>
<li>A jusante, muitas vezes não existe uma avaliação objectiva dos resultados, logo não se pode medir o retorno da intervenção resultante da investigação.   </li>
</ul>
<h2>A “solução” </h2>
<p>A melhor forma de minimizar os problemas atrás referidos é garantir que se cumpram algumas condições que explorarei de seguida.  </p>
<h3>1. Definam o projecto </h3>
<p>Nem queiram imaginar a quantidade de projectos em que entrei a meio para constatar que as diferentes pessoas envolvidas tinham uma ideia completamente distinta sobre quais os objectivos e audiência…    </p>
<p>Chamem-lhe <em>creative brief</em>, <em>communication brief</em> ou qualquer outro nome que considerem adequado, mas qualquer projecto que não pretenda ser uma torre de babel tem de ter um documento orientador onde são definidos os objectivos, a audiência, a estratégia de comunicação, etc.   </p>
<h3>2. Contratem um especialista de competência reconhecida  </h3>
<p>A <a href="http://www.usabilidade.org/">Associação de Portuguesa de Profissionais de Usabilidade (APPU)</a> pode ajudar-vos a fazer uma triagem das empresas e profissionais a trabalhar em Portugal.  </p>
<h3>3. Definam objectivamente o(s) problema(s) que pretendem ver resolvido(s)  </h3>
<p>Não contratem um profissional porque consideram que o vosso <em>web site</em> não é “usável em geral”.  Contratem-no porque querem aumentar as vendas do produto x, aumentar a taxa de conversão ao serviço y, reduzir a carga de um call center através de uma boa ajuda on-line, etc. </p>
<p>É óbvio que o recenseamento de problemas pode ser feito em colaboração com o próprio consultor, mas o que é realmente fundamental é não cair na abstracção. Qualquer problema que não seja bem identificado não será certamente resolvido.        </p>
<h3>4. Trabalhem de forma colaborativa </h3>
<p>Independentemente do problema que esteja em cima da mesa, o trabalho do consultor é sempre compreender os objectivos, atitudes e comportamentos da vossa audiência para posteriormente conseguir articulá-los com os vossos objectivos de negócio.      </p>
<p>Nesse processo, a colaboração com os vários departamentos da organização é fundamental por duas razões:  </p>
<ul>
<li> Mais do que ninguém as pessoas da empresa têm ”conhecimento de domínio” concreto sobre a área de negócio. O consultor pode trabalhar um dia num <em>web site</em> de um banco e noutro numa universidade, mas muitas das pessoas da empresa trabalham nesse negócio há anos. Esse conhecimento é precioso, nenhum bom profissional de usabilidade o menospreza.            </li>
<li>Muitas vezes existe já informação sistematizada sobre a audiência na organização.     </li>
</ul>
<p>Trabalhem com o consultor. Exijam que este consiga fazer uma ponte clara entre os vossos objectivos de negócio e os objectivos do estudo. Questionem o que vos é apresentado e exijam explicações convincentes. </p>
<h3>5. Exijam uma clara definição das métricas de avaliação   </h3>
<p>Na proposta que vos for apresentada tem de estar explícito quais as métricas de avaliação das alterações propostas: o que se vai melhorar e qual a forma de “medir” essas alterações?     </p>
<h3>6. Avaliem as possíveis mais-valias   </h3>
<p>Com a proposta de alterações na mão, façam vocês uma análise custo / benefício das alterações. Caso a consideram satisfatória, avancem para a implementação. Caso contrário não hesitem em dar por terminado o trabalho nesse momento. </p>
<h3>7.  Avaliem qual foi o retorno de investimento real   </h3>
<p>Após implementadas as propostas decorrentes dos resultados da investigação, apliquem as métricas de avaliação e façam um balanço do trabalho real. De seguida, comparem-no com o que tirariam da intervenção de outro tipo de especialista. Não se deixem influenciar demasiado pelos títulos profissionais. </p>
<h2>Síntese </h2>
<p>Ficaram aqui alguns conselhos para que os gestores de projectos web consigam trabalhar de forma mais sustentada com consultores de usabilidade. </p>
<p><span class="mark">Não se esqueçam que no final do dia o que é relevante é aferir se o trabalho foi importante para vos aproximar mais dos vossos objectivos enquanto organização. Tudo o resto é mero artificio para inglês ver.</span> </p>
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		<item>
		<title>9 Pontos Incontornáveis da Monitorização da Reputação On-line</title>
		<link>http://guspim.net/2009/05/31/9-pontos-incontornaveis-da-monitorizacao-da-reputacao-on-line/</link>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2009 16:03:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[Negócio]]></category>
		<category><![CDATA[User Research]]></category>
		<category><![CDATA[monitorização]]></category>
		<category><![CDATA[reputação]]></category>
		<category><![CDATA[reputação on-line]]></category>
		<category><![CDATA[social]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Depois de vos ter alertado para a <a href="/2009/05/01/manual-de-monitorizacao-da-reputacao-on-line/">necessidade de monitorizar todas as conversas on-line que vos “envolvam”</a>, vou agora  <span class="mark">identificar qual o tipo de “actividade” a que devem estar especialmente atentos</span>.</p>

<p class=""mb05>A lista que apresento não é exaustiva, mas garanto-vos que se seguirem estes pontos já não haverá muito que escape ao vosso “radar”.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
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<p>Depois de vos ter alertado para a <a href="/2009/05/01/manual-de-monitorizacao-da-reputacao-on-line/">necessidade de monitorizar todas as conversas on-line que vos “envolvam”</a>, vou agora  <span class="mark">identificar qual o tipo de “actividade” a que devem estar especialmente atentos</span>.</p>
<p>A lista que apresento não é exaustiva, mas garanto-vos que se seguirem estes pontos já não haverá muito que escape ao vosso “radar”.</p>
<p>Para quem for novo nestas andanças, os pontos que se seguem podem ser um pouco difíceis de assimilar, ou até parecerem carentes de sentido. Os próximos artigos provar-vos-ão o contrário ;-).</p>
<h2>1. Nome da empresa e dos seus produtos e/ou serviços   </h2>
<p>Penso que este ponto é <em>self explanatory</em>: se alguém se refere a nós é óbvio que queremos, e devemos, saber o que disse.</p>
<p>Não cometam o erro de menosprezar algumas “vozes” por lhes atribuírem menos importância: na Web social as afirmações do “zé da esquina” por vezes propagam-se mais depressa do que as dos <em>mass media</em>. Estejam atentos! </p>
<h2>2. Url’s da empresa e dos seus produtos e/ou serviços  </h2>
<p>Por vezes as menções são feitas sem se denominar o sujeito. Imaginem que alguém faz a seguinte afirmação: “estes gajos são uma maravilha”. A única forma de detectarem quem são “os gajos” é através do url…   </p>
<h2>3. Comentários em blogs </h2>
<p>Estranhamente muitas das ferramentas que detectam os pontos 1 e 2 ignoram os comentários de blogs. No artigo que irei dedicar aos instrumentos de monitorização, falar-vos-ei de alguns que permitem contornar este “problema”.</p>
<h2>4. Actividade on-line dos principais sócios e empregados  </h2>
<p>Imagino que já estejam a pensar: “este tipo é um autêntico <em>control freak</em>…” Nada mais falso. Até sou apologista de uma política de comunicação aberta, desde que os comentários pessoais sejam feitos em nome próprio.  </p>
<p>Dito isto, é importante saber o que os nossos sócios dizem, e antecipar possíveis problemas daí derivados.</p>
<h2>5. Palavras relacionadas com a vossa área de negócio  </h2>
<p>Um olhar atento sobre o que se diz permite-nos sentir o pulso ao mercado e dá-nos pistas sobre a sua evolução.  </p>
<p>Um exemplo prático: eu estou no mercado dos inquéritos on-line, por isso sigo diariamente o que se diz na Web sobre <em>online surveys</em>, <em>survey tools</em>, <em>survey software</em> e muitos outros termos relacionados.</p>
<h2>6. Principais sítios onde se discutem as temáticas do vosso mercado (blogs, fóruns, redes sociais, etc) </h2>
<p>Não confundam este ponto com o anterior: o “rastreio” de palavras-chave dá-nos pistas e permitem aferir o “nível de popularidade” de certos termos; mas o verdadeiro sumo só se consegue se imergirmos bem fundo no que se diz por essa Web fora.    </p>
<p>Um das vantagens da Web social é que podemos acompanhar de perto tendências, obter feedback, etc. Basta frequentar os “sítios” certos.</p>
<h2>7. Aplicar os pontos 1, 2, 3 e 4 aos vossos principais concorrentes </h2>
<p>Nunca percam a vossa concorrência de vista. Por melhor que seja o vosso trabalho, o seu sucesso ou fracasso está sempre dependente das acções dos vossos concorrentes.</p>
<p>É fácil, principalmente em equipas pequenas, centrarmo-nos  tanto no que estamos a fazer que deixamos de olhar para a evolução do mercado. Não comentam esse erro: pode ser fatal!     </p>
<h2>8. Desempenho dos principais concorrentes    </h2>
<p>Hoje em dia existem várias ferramentas, como o <a href="http://www.compete.com">Compete</a> e o <a href="http://www.quantcast.com/">Quantcast</a>, que nos permitem ter uma visão do desempenho dos nossos concorrentes. Especialmente se foram negócios Web. </p>
<p>Apurem, no entanto, o vosso sentido crítico porque a fiabilidade destes instrumentos nem sempre é a melhor… O ideal é cruzarem vários. </p>
<h2>9. Alterações nos web sites dos concorrentes </h2>
<p>Imaginem que um concorrente vosso resolve alterar de um dia para o outro os preços da sua oferta. Vocês têm que saber imediatamente e, caso considerem pertinente, reagir.</p>
<h2>Conclusão    </h2>
<p>Depois desta longa, e aparentemente trabalhosa, lista muitos de vocês devem estar a pensar que têm que ficar em estado de alerta 24 sobre 24 horas&#8230;</p>
<p>Ainda ficarão mais convictos dessa ideia se vos dizer que já existem profissionais exclusivamente dedicados à gestão da reputação on-line. Mas não há razão para desesperar.</p>
<p>Felizmente <span class="mark">todos os dias surgem novos instrumentos para nos ajudar nesta tarefa hercúlea</span>. Esse será o tema de um próximo artigo…  </p>
<p>Um última nota: apesar <a href="/2009/05/01/manual-de-monitorizacao-da-reputacao-on-line/">desta série de artigos</a> se focar apenas na monitorização, não se esqueçam que muitas vezes depois de ouvir é preciso agir!</p>
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		<title>Manual de Monitorização da Reputação On-line</title>
		<link>http://guspim.net/2009/05/01/manual-de-monitorizacao-da-reputacao-on-line/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 May 2009 07:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[User Research]]></category>
		<category><![CDATA[monitorização]]></category>
		<category><![CDATA[reputação]]></category>
		<category><![CDATA[reputação on-line]]></category>
		<category><![CDATA[social]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><span class="mark">Com o advento dos social media a produção e disseminação de informação democratizou-se</span>, deixando de ser um “privilégio” de poucos para passar  a estar ao alcance de todos.  É caso para dizer que <span class="mark">os media somos  todos nós</span>… </p>

<p class="mb05"><span class="mark">Os blogs e as redes sociais, entre outros, redefiniram completamente a forma como comunicamos e interagimos</span>. Rapidamente as pessoas  descobriram o enorme potencial deste “novo mundo” para verbalizarem os seus pensamentos, assim como obter feedback sobre as suas ideias.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="200" height="486" title="Twitter" alt="Twitter" src="/img/artigos/manual-de-monitorizacao-da-reputacao-on-line/TwitterWords.gif"/>
</div>
<p><span class="mark">Com o advento dos social media a produção e disseminação de informação democratizou-se</span>, deixando de ser um “privilégio” de poucos para passar  a estar ao alcance de todos.  É caso para dizer que <span class="mark">os media somos  todos nós</span>… </p>
<p><span class="mark">Os blogs e as redes sociais, entre outros, redefiniram completamente a forma como comunicamos e interagimos</span>. Rapidamente as pessoas  descobriram o enorme potencial deste “novo mundo” para verbalizarem os seus pensamentos, assim como obter feedback sobre as suas ideias.</p>
<p>Perante este cenário, não podemos ser espectadores passivos; temos que usar estes “novos media” para <span class="mark">entrar na conversa desde o primeiro minuto</span>. Principalmente quando o assunto somos nós!</p>
<p>A criação de uma marca consistente, seja pessoal ou comercial, pode demorar anos; a sua destruição pode ter como foco uma única voz  descontente.</p>
<p>Não há que ter “medo” de perder o controlo; <span class="mark">existem uma série de ferramentas que nos permitem monitorizar tudo o que se diz on-line</span>, “tim  tim por tim tim”.</p>
<p>Vou <span class="mark">escrever vários artigos sobre esta temática, sendo que este primeiro servirá como “agregador” de todos os outros</span>. </p>
<p>Estes artigos terão com  eixo unificador a monitorização de “negócios”, mas quase tudo o que se dirá aqui servirá também para quem queira estar atento à sua “marca pessoal”. </p>
<p>Por último, deixo um apelo: há variadíssimas formas de monitorizar o que se passa on-line pelo que qualquer manual pecará sempre por defeito. <span class="mark">Conto convosco para me ajudarem na escrita do manual</span> e me  alertarem para eventuais omissões ;-) </p>
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			<wfw:commentRss>http://guspim.net/2009/05/01/manual-de-monitorizacao-da-reputacao-on-line/feed/</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>Anatomia da Experiência</title>
		<link>http://guspim.net/2008/10/29/anatomia-da-experiencia/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/10/29/anatomia-da-experiencia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 07:54:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[User Research]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A palavra experiência assume um peso cada vez maior tanto entre profissionais de áreas criativas como no próprio discurso publicitário.</p>

<p class="mb05">A explicação deste fenómeno levar-nos-ia a recuar um pouco no tempo, mas esse não é o meu propósito para hoje… Quero apenas focar-me numa simples pergunta: <span class="mark">mas afinal o que é uma experiência?</span>  </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<a href="http://astore.amazon.co.uk/guspimnet-21/detail/0596516835" class="naked"><img class="si" width="200" height="273" title="Subject to Change" alt="Subject to Change" src="/img/artigos/anatomia-da-experiencia/subjectToChange.jpg"/>   </a>
</div>
<p>A palavra experiência assume um peso cada vez maior tanto entre profissionais de áreas criativas como no próprio discurso publicitário.</p>
<p>A explicação deste fenómeno levar-nos-ia a recuar um pouco no tempo, mas esse não é o meu propósito para hoje… Quero apenas focar-me numa simples pergunta: <span class="mark">mas afinal o que é uma experiência?</span>  </p>
<h2>O que é uma experiência? </h2>
<p>Quando li o <a href="http://astore.amazon.co.uk/guspimnet-21/detail/0596516835">Subject to Change</a>, da <a href="http://www.adaptivepath.com/">Adaptive Path</a>, deparei-me com uma  &#8220;anatomia da experiência&#8221; que constitui uma excelente &#8220;resposta&#8221; a esta pergunta. </p>
<p>Abordando a questão numa perspectiva de negócio, o livro destrinça de forma cirúrgica quais as qualidades humanas que estão em jogo quando uma pessoa interage com produtos, serviços ou ambientes:   </p>
<ul>
<li><span class="mark">Motivações</span>: porque é que a pessoa se relaciona com a oferta e o que é que pretende tirar dela?</li>
<li><span class="mark">Expectativas</span>: que pré-noções é que tem sobre como a oferta funciona?</li>
<li><span class="mark">Percepções</span>: como é que a oferta afecta os seus sentidos (visão, audição, olfacto, gosto e tacto)?</li>
<li><span class="mark">Habilidades</span>: como é que consegue interagir física e cognitivamente com a oferta?</li>
<li><span class="mark">Fluxo</span>: como é que se relaciona com a oferta ao longo do tempo?</li>
<li><span class="mark">Cultura</span>: que conjunto de códigos, regras comportamentais e sistemas de crenças a condicionam? </li>
</ul>
<h2>Um pequeno exercício&#8230;  </h2>
<p>Com base nesta &#8220;anatomia&#8221; proponho-vos o seguinte: da próxima vez que tiverem uma boa ou má experiência tentem identificar quais destas qualidades tiveram maior peso na vossa opinião.</p>
<p>Este &#8220;exercício&#8221; permite-vos interiorizar as diferentes dimensões de uma experiência e, consequentemente, treinar o cérebro para o &#8220;desenho de experiências&#8221; ;-). </p>
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		<title>Testes de Usabilidade</title>
		<link>http://guspim.net/2008/09/21/testes-de-usabilidade/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/09/21/testes-de-usabilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 10:18:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[User Research]]></category>
		<category><![CDATA[técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[testes de usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Após os artigos em que expliquei o que é o <a href="http://guspim.net/2007/11/02/user-research-em-projectos-web/">user research</a> e a <a href="http://guspim.net/2008/02/19/o-que-e-a-usabilidade/">usabilidade</a>, estamos em condições de partir numa “viagem” em torno das várias técnicas de investigação.   </p>

<p class="mb05">Quando chegarmos ao nosso destino talvez faça um <span class="mark">compêndio em forma de e-book</span>. Mas até lá ainda temos um longo caminho a percorrer…</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="200" height="150" src="/img/artigos/testes-de-usabilidade/utilizadorFrustrado.jpg" alt="Utilizador frustrado" title="Utilizador frustrado"/>
</div>
<p>Após os artigos em que expliquei o que é o <a href="http://guspim.net/2007/11/02/user-research-em-projectos-web/">user research</a> e a <a href="http://guspim.net/2008/02/19/o-que-e-a-usabilidade/">usabilidade</a>, estamos em condições de partir numa “viagem” em torno das várias técnicas de investigação.   </p>
<p>Quando chegarmos ao nosso destino talvez faça um <span class="mark">compêndio em forma de e-book</span>. Mas até lá ainda temos um longo caminho a percorrer…</p>
<p>Como sei que alguns de vocês gostavam de sustentar o vosso trabalho em user research, mas têm algum receio da curva de aprendizagem; optei por começar a nossa viagem pelos testes de usabilidade. </p>
<p>Esta técnica permite diagnosticar rapidamente problemas e não implica um grande investimento para pôr em prática. Ou seja, é ideal para quem se quer iniciar no user research!</p>
<h2>O que é um teste de usabilidade?</h2>
<p><span class="mark">O teste de usabilidade é uma entrevista estruturada em que é pedido aos utilizadores de um produto ou serviço, ou a indivíduos cujo perfil se insira no seu público-alvo, que realizem um conjunto de tarefas.</span></p>
<p>O objectivo é aferir a facilidade de utilização, tempo de execução de tarefa e a percepção que o utilizador tem da experiência de utilização. </p>
<h2>Como se faz? </h2>
<p>É usual iniciar-se um teste de usabilidade com uma entrevista preliminar com o objectivo de contextualizar o participante nas tarefas que lhe vão ser propostas. </p>
<p>Esta entrevista visa, igualmente, construir uma relação de confiança entre facilitador e participante, de forma a que quando o participante realizar as tarefas que lhe são propostas já se sinta confortável com o teste.</p>
<p>A seguir, propõe-se, sucessivamente, um conjunto de tarefas ao participante,  pedindo-lhe que verbalize o que faz e o que pensa.  </p>
<p>Por vezes termina-se com uma troca de impressões ou pedido ao entrevistado para preencher um pequeno questionário sobre o teste.</p>
<h2>Com se analisa?</h2>
<p>A análise centra-se essencialmente em aferir se o utilizador consegue realizar as tarefas propostas e qual a dificuldade que tem em o fazer. Contudo, esta é apenas a ponta do iceberg, pois os testes podem revelar muito mais informação. </p>
<p>A validade e pertinência de extrapolação de um teste de usabilidade não está relacionada com a sua representatividade estatística. </p>
<p>Normalmente aponta-se o número de 5 testes para identificar a maior parte dos problemas de usabilidade de uma interface. </p>
<h2>Síntese</h2>
<p>Provavelmente este artigo soube-vos a pouco… Ficaram com uma luzes sobre o que é um teste de usabilidade, mas continuam sem saber muito bem como fazer um …</p>
<p>Não se preocupem. <span class="mark">Apenas descrevi em  traços muito gerais (eu diria mesmo superficiais) esta técnica porque tenciono, num próximo artigo, “partir” para o terreno e falar-vos das questões mais “operacionais” ;-)</span>.</p>
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		<title>REPUX</title>
		<link>http://guspim.net/2008/09/09/repux/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/09/09/repux/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 07:46:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[User Research]]></category>
		<category><![CDATA[arquitectura da informação]]></category>
		<category><![CDATA[design de interacção]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Interfaces]]></category>
		<category><![CDATA[rede]]></category>
		<category><![CDATA[REPUX]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Repuquê?! Será uma seita metodista ortodoxa, um novo elixir da juventude ou uma organização para-militar?</p>

<p class="mb05">Nada disso. <span class="mark">A <a href="http://groups.google.com/group/repux">Rede Portuguesa de User Experience (REPUX)</a> é um grupo informal que tem como objectivo ajudar a criar e dinamizar uma comunidade de profissionais de user experience em Portugal.</span></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Repuquê?! Será uma seita metodista ortodoxa, um novo elixir da juventude ou uma organização para-militar?</p>
<p>Nada disso. <span class="mark">A <a href="http://groups.google.com/group/repux">Rede Portuguesa de User Experience (REPUX)</a> é um grupo informal que tem como objectivo ajudar a criar e dinamizar uma comunidade de profissionais de user experience em Portugal.</span></p>
<p>Procura-se pôr em contacto designers de interacção, especialistas em usabilidade, arquitectos da informação e outros profissionais de áreas contíguas.</p>
<p>O projecto, que <a href="http://groups.google.com/group/repux/msg/05197da80976544b">iniciei com o Diogo Garrido</a> em 2003, tem como &#8220;centro nevrálgico&#8221; uma <a href="http://groups.google.com/group/repux">mailing list</a> que gostava de ver mais activa (muito mais activa&#8230;).</p>
<p>Se a vossa actividade gira em torno da experiência de utilização, abandonem a malfadada aversão lusa à participação e <a href="http://groups.google.com/group/repux">digam de vossa justiça</a> o que vos passa pela cabeça ;-). </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>[Entrevista] Joana Viana (1)</title>
		<link>http://guspim.net/2008/09/04/entrevista-joana-viana-1/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/09/04/entrevista-joana-viana-1/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 17:22:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-learning]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[User Research]]></category>
		<category><![CDATA[ciências da educação]]></category>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Escola Superior de Educação – Instituto Politécnic]]></category>
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		<category><![CDATA[Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da]]></category>
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		<category><![CDATA[Gabinete de Apoio à Produção de Conteúdos Multiméd]]></category>
		<category><![CDATA[gael]]></category>
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		<category><![CDATA[historias]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Superior Técnico]]></category>
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		<category><![CDATA[UI&DCE]]></category>
		<category><![CDATA[Unidade de I&D de Ciências da Educação da Univer]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A Joana Viana é uma das pessoas com quem tenho mais prazer em trabalhar. Tem aquele brilho nos olhos de quem tem paixão pelo que faz.</p>

<p class="mb05">Quando foi trabalhar para o GAEL rapidamente percebi que seria a companheira ideal para projectos de investigação, assim como admirei desde logo a sua capacidade de gestão e planeamento.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-joana-viana-1/joanaviana.jpg" class="si" alt="Joana Viana" title="Joana Viana" height="150" width="150"></p>
<dl>
<dt>Joana Viana</dt>
<dd>Formadora, investigadora, gestora de conteúdos, &#8230;</dd>
</dl>
</div>
<p>A Joana Viana é uma das pessoas com quem tenho mais prazer em trabalhar. Tem aquele brilho nos olhos de quem tem paixão pelo que faz.   </p>
<p>Quando foi trabalhar para o GAEL rapidamente percebi que seria a companheira ideal para projectos de investigação, assim como admirei desde logo a sua capacidade de gestão e planeamento.</p>
<p>Apesar dos mais de dez anos que nos separam, é das pessoas que melhor lidou até hoje com a minha conhecida dureza no esgrimir de ideias, demonstrando sempre jogo de cintura para aceitar as críticas e retorquir com argumentos pertinentes.</p>
<p>Pelos conselhos que lhe dou, por vezes sinto-me como uma espécie de “mentor” dela, mas frequentemente os papéis invertem-se e sou eu quem bebe do seu conhecimento e experiência.</p>
<p>A sua contínua sede de novos saberes e a dinâmica que incute aos projectos em que se envolve constituem um excelente exemplo do que deve ser um profissional preparado para enfrentar os desafios da sociedade actual.     </p>
<div id="interview">
<h2>Quando descobriste a tua vocação profissional? </h2>
<p>Bem, a vocação profissional pode ser abordada de diversas formas… Mas se me centrar na vocação profissional no que toca às Ciências da Educação, domínio onde me insiro e, de facto, me sinto realizada, essa foi apenas descoberta na própria Licenciatura!  Eu explico… </p>
<p>As Ciências da Educação são uma área de intervenção profissional menos conhecida do que muitas outras actividades profissionais que podemos enunciar, mais tradicionais e reconhecidas. Eu, desde criança, desejava seguir Matemática. Era a minha área de eleição… </p>
<p>No entanto, lembro-me de estar a iniciar o 10º ano e começar a reflectir sobre o meu futuro. Do que conhecia achei que para seguir a área de Matemática provavelmente iria ser professora, mas eu não queria nem me imaginava a ser professora! Portanto, comecei a tentar perceber o que poderia “ser” ao nível profissional (o que não é uma tarefa nada fácil quando somos adolescentes…).</p>
<p>Considerei Psicologia uma área interessante e com a qual me identificava. Decidi que iria fazer a Licenciatura. </p>
<p>Durante as pesquisas para ingressar no ensino superior, descobri que nas mesmas Faculdades existia o curso de Ciências da Educação, com algumas disciplinas iguais nos dois cursos, especialmente no 1º ano. Pesquisei melhor sobre o curso de Ciências da Educação e sobre as respectivas saídas profissionais. Agradou-me, mas continuava a querer Psicologia. </p>
<div class="siContainer"><a class="naked" href="http://www.fpce.ul.pt"><img src="/img/artigos/entrevista-joana-viana-1/fpcelogo.gif" class="si" alt="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)" title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)"  width="200" height="144" / >  </a> </div>
<p>No concurso nacional de acesso ao ensino superior optei por colocar Ciências da Educação na 2ª opção, para a <a href="http://www.fpce.ul.pt">Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)</a>. Não entrei na Licenciatura em Psicologia por duas décimas! </p>
<p>Desde as primeiras aulas de Ciências da Educação, os primeiros trabalhos, as primeiras leituras e o contacto directo com a área, o domínio de intervenção e as suas potencialidades fiquei rendida! </p>
<p>Percebi que estava muito enganada. Compreendi que o que eu sempre desejei foi Ciências da Educação e não Psicologia! Mas não sabia, nem podia saber, pois não conhecia&#8230;</p>
<p>Não me formei para ser professora, mas fiquei intrinsecamente ligada à Educação, ao Ensino, à Formação, a todo o tipo de actividades educativas e formativas… </p>
<h2>Fala-nos um pouco sobre o teu percurso académico e profissional.</h2>
<p>Até ao 9º ano de escolaridade posso dizer que fui a designada “boa aluna” (pelo menos em termos de resultados escolares): lembro-me que no 2º e 3º períodos tinha 5 a todas as disciplinas. </p>
<p>No ensino secundário, optei pela área “científico &#8211; natural” e fui uma aluna “média”. Tive a minha primeira negativa, na prova global de inglês! Fiquei com alguma aversão ao inglês (o que ainda hoje é notório…) e as Professoras que tive não ajudaram a melhorar “essa relação”.</p>
<p>Durante a Licenciatura envolvi-me no curso, naquilo que fazia em cada disciplina! Tive consciência da importância de estar atenta ao contributo de cada área disciplinar para aquilo que poderia vir a fazer em termos práticos, ao nível profissional. </p>
<p>Poucas foram as disciplinas que considero terem sido desnecessárias&#8230; Vários foram os Professores, os pensamentos e as leituras que me marcaram durante esse percurso!</p>
<p>No 2º semestre do 3º ano tinha de escolher uma área de especialização do curso, sobre a qual tinha 2 ou 3 disciplinas específicas em cada um dos semestres seguintes. Eu desejava a área de Desenvolvimento Curricular, pois incluía as Tecnologias Educativas – a minha área de eleição para intervir. Nenhum colega iria escolher essa área, e perante este cenário não queria ser a única aluna… Optei por Formação de Adultos. </p>
<p>Não me arrependo, pois adquiri imensos conhecimentos, desenvolvi competências e realizei aprendizagens essenciais para a minha intervenção profissional, mesmo na área das tecnologias educativas.</p>
<p>O último ano da licenciatura consistia em desenvolver um estágio curricular. Durante o 4º ano, o <a href="http://gael.ist.utl.pt/">Gabinete de Apoio à Produção de Conteúdos Multimédia e e-Learning (GAEL)</a>, no <a href="http://www.ist.utl.pt/">Instituto Superior Técnico</a>, nomeadamente o Projecto <a href="http://www.e-escola.pt">e-escola</a>, apresentou-se como um potencial contexto para o desenvolvimento do estágio. No entanto, e como sou de Leiria, pensei que poderia tentar conciliar dois estágios, e nesse sentido, enviei a proposta para quatro Instituições em Leiria. </p>
<p>Na <a href="http://www.esel.ipleiria.pt/">Escola Superior de Educação – Instituto Politécnico de Leiria (ESE-IPL)</a> deram-me a possibilidade de apresentar uma proposta, que envolvesse adultos seniores (ou adultos maiores, como se começam a designar!) e as TIC (após articulação entre o meu currículo e os objectivos da <acronym title="Escola Superior de Educação – Instituto Politécnico de Leiria">ESE-IPL</acronym>). </p>
<div class="siContainer"><a class="naked" href="http://blogs.esel.ipleiria.pt/teclar/projecto/"><img src="/img/artigos/entrevista-joana-viana-1/logoTeclar.gif" class="si" alt="Projecto Teclar, Ensinar e Aprender entre Gerações com Tecnologias" title="Projecto Teclar, Ensinar e Aprender entre Gerações com Tecnologias" height="163" width="200" /> </a>  </div>
<p>Apresentei a proposta para o desenvolvimento do <a href="http://blogs.esel.ipleiria.pt/60mais/category/projecto-teclar/">Projecto Teclar, Ensinar e Aprender entre Gerações com Tecnologias</a>, que foi aceite. </p>
<p>Desenvolvi os dois estágios, em Leiria e em Lisboa, entre Outubro de 2005 e Junho de 2006: coordenação e formação no Projecto Teclar e gestão educativa de conteúdos no Projecto e-escola. No final dos dois estágios tive a possibilidade de continuar a articular as duas actividades profissionais, onde continuo neste momento!	</p>
<p>Durante a licenciatura colaborei e participei nalgumas iniciativas ligadas ao uso das tecnologias na educação, ao “serviço do ensino e da aprendizagem” (frase muito utilizada pelo Professor Fernando Costa, com quem comecei a colaborar e a desenvolver o meu percurso profissional! Obrigado especial!):</p>
<ul>
<li>Curso de Verão &#8211; Desenho de Projectos de e-learning, em 2004 e em 2005, na  <acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE-UL</acronym> e no <a href"http://64.131.66.67/~cnededu/index.php?domain_name=www"><acronym title="Centro Naval de Ensino a Distância">CNED</acronym></a> </li>
<li> Projectos de investigação e formação na área das Tecnologias Educativas e do Desenvolvimento Curricular </li>
<li>Desenvolvimento do CD-ROM sobre a <acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE-UL</acronym>, os cursos e as saídas profissionais, para divulgação junto de alunos do ensino secundário (especialmente no Fórum Estudante – FIL)</li>
<li>Colaborei também na organização do Colóquio da <acronym title="  Association Francophone Internationale de Recherche Scientifique en Education">AFIRSE</acronym> , nos anos 2005 e 2006, (que se realiza todos os anos na <acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE-UL</acronym> com temáticas diferentes).  </li>
</ul>
<p>Desde 2006, colaboro no Projecto eNote da <acronym title="Unidade de I&#038;D de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">UI&#038;DCE</acronym>, coordenado pelo Professor Fernando Costa. </p>
<p>No ano lectivo 2007/2008, colaborei na disciplina de Tecnologias Educativas I e II, especialmente nas aulas práticas, dos alunos do 1º e 2º anos da Licenciatura em Ciências da Educação da <acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE-UL</acronym>.</p>
<p>Desde Fevereiro deste ano colaboro no <a href="http://www.60mais.ipleiria.pt/">Projecto IPL 60+ </a> dinamizado pelo <a href="http://www.ipleiria.pt/">Instituto Politécnico de Leiria (IPL)</a> e dirigido a adultos com mais de 60 anos, numa perspectiva de formação ao longo da vida.</p>
<p>Com base no estudo que realizei contigo sobre a experiência de utilização do portal e-escola durante o ano de 2006, fomos convidados a escrever um artigo (“Investigação centrada no utilizador em projectos Web de natureza educativa. Experiência de utilização do portal e-escola”) para o livro <a href="http://www.portoeditora.pt/ficha.asp?ID=34080">As TIC na Educação em Portugal</a>, editado pela Porto Editora, em Abril de 2008. </p>
<p>Actualmente estou também a desenvolver o Mestrado em Ciências da Educação – Área de Especialização em Tecnologias Educativas, na <acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE-UL</acronym>.</p>
<h2>Quais são os teus principais projectos actuais? </h2>
<ul>
<li>Desenvolvo o Projecto Teclar em Leiria (na <acronym title="Escola Superior de Educação – Instituto Politécnico de Leiria">ESE-IPL</acronym>) </li>
<li>Faço gestão educativa de conteúdos no <acronym title="Gabinete de Apoio à Produção de Conteúdos Multimédia e e-Learning do Instituto Superior Técnico">GAEL-IST</acronym> </li>
<li>Desenvolvo o meu projecto de mestrado, em Ciências da Educação, na área de Tecnologias Educativas</li>
<li>Colaboro no Programa IPL 60+ desenvolvido pelo <acronym title="Instituto Politécnico de Leiria">IPL</acronym> </li>
</ul></div>
<p> Numa <a href="/2008/10/02/entrevista-joana-viana-2/">segunda parte desta entrevista</a>, a publicar brevemente, a Joana falar-nos-á em maior profundidade de alguns dos seus projectos, assim como fará um pouco de &#8220;futurologia&#8221; ;-).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://guspim.net/2008/09/04/entrevista-joana-viana-1/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>SAPO Unplugged 08 &#8211; Usabilidade</title>
		<link>http://guspim.net/2008/05/19/sapo-unplugged-08-usabilidade/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/05/19/sapo-unplugged-08-usabilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 May 2008 21:54:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
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		<category><![CDATA[adaptive path]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Figueiredo]]></category>
		<category><![CDATA[Henning Fisher]]></category>
		<category><![CDATA[Ivo Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[laboratório]]></category>
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		<category><![CDATA[universidade de aveiro]]></category>
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		<description><![CDATA[ <p >No próximo dia 21 de Maio o <a href="http://www.sapo.pt/">SAPO</a> inaugura um laboratório na <a href="http://www.ua.pt/">Universidade de Aveiro</a> que será um espaço dedicado à realização de projectos de alunos e docentes no âmbito de um protocolo de colaboração assinado pelas duas instituições.</p>
     
<p class=mb05"">Para assinalar a data realizar-se-á uma conferência subordinada ao tema usabilidade na reitoria da universidade. </p> ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo dia 21 de Maio o <a href="http://www.sapo.pt/">SAPO</a> inaugura um laboratório na <a href="http://www.ua.pt/">Universidade de Aveiro</a> que será um espaço dedicado à realização de projectos de alunos e docentes no âmbito de um protocolo de colaboração assinado pelas duas instituições.</p>
<p>Para assinalar a data realizar-se-á uma conferência subordinada ao tema usabilidade na reitoria da universidade. </p>
<div class="liContainer mb15 "><a href="http://labs.sapo.pt/eventos/unplugged08/" class="naked broken_link"><img src="/img/artigos/SAPO-Unplugged-08/sapounplugged08.gif" class="li" alt="SAPO Unplugged 08" title="SAPO Unplugged 08" height="332" width="442" /></a></div>
<p class="clear">O evento, que se inicia às 14h, contará com os seguintes oradores: </p>
<ul>
<li><a href="http://adaptivepath.com/aboutus/henning.php" class="broken_link">Henning Fisher (Adaptive Path)</a></li>
<li> Óscar Mealha (Universidade de Aveiro)</li>
<li> Pedro Branco (Universidade do Minho) </li>
<li> <a href="http://www.ivogomes.com/">Ivo Gomes (Log)</a></li>
<li> <a href="http://patriciaepedro.com/pedro/blog/">Pedro Custódio (SAPO)</a> </li>
<li> <a href="http://www.usabilidade.org/">Bruno Figueiredo (APPU)</a></li>
</ul>
<p>A entrada é gratuita.   </p>
<p>Uma última nota para o <a href="http://labs.sapo.pt/eventos/unplugged08/" class="broken_link">web site do evento</a>, que me parece um conceito extremamente bem pensado e aplicado.</p>
<p>Ah&#8230; Já me estava a esquecer de dizer que vou dar um salto a Aveiro para assistir ao evento e apoiar o <a href="http://blog.centopeia.com/2008/05/13/sapo-unplugged-08/">crescente</a> <a href="http://celso.arrifana.org/archives/449-Unplugged-08.html">interesse</a> que o SAPO tem demonstrado pela área da usabilidade.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>[Livro] Observing the User Experience: A Practitioner&#8217;s Guide to User Research</title>
		<link>http://guspim.net/2008/04/27/livro-observing-the-user-experience-a-practitioners-guide-to-user-research/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 20:34:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[User Research]]></category>
		<category><![CDATA[Mike Kuniavsky]]></category>
		<category><![CDATA[user experience]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quanto vos tento "evangelizar" sobre as virtudes do <em>user research</em> é expectável que me perguntem por onde começar. </p>

<p class="mb05">Para além da necessária <span class="mark">paixão</span> que tem que estar presente em qualquer bom profissional, independentemente da sua área de actividade, um <span class="mark">percurso académico</span> em sociologia, psicologia ou ergonomia, entre outras, ajuda. Sendo que a paixão é um requisito, enquanto a formação académica não.</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><a href="http://astore.amazon.co.uk/guspimnet-21/detail/1558609237/203-6395343-1114311" class="naked"><br />
<img class="si" width="200" height="251" title=" Observing the User Experience: A Practitioner's Guide to User Research" alt="Observing the User Experience: A Practitioner's Guide to User Research" src="/img/artigos/observing-the-user-experience/ObservUX.jpg"/></a>
<p><a href="http://astore.amazon.co.uk/guspimnet-21/detail/1558609237/203-6395343-1114311">Observing the User Experience: A Practitioner&#8217;s Guide to User Research </a>
</p>
</div>
<p>Quanto vos tento &#8220;evangelizar&#8221; sobre as virtudes do <em>user research</em> é expectável que me perguntem por onde começar. </p>
<p>Para além da necessária <span class="mark">paixão</span> que tem que estar presente em qualquer bom profissional, independentemente da sua área de actividade, um <span class="mark">percurso académico</span> em sociologia, psicologia ou ergonomia, entre outras, ajuda. Sendo que a paixão é um requisito, enquanto a formação académica não.</p>
<p>Quanto a <span class="mark">literatura de referência</span>, se tivesse que indicar apenas uma única obra não hesitaria um segundo e estenderia o dedo na direcção do <a href="http://astore.amazon.co.uk/guspimnet-21/detail/1558609237/203-6395343-1114311">Observing the User Experience: A Practitioner&#8217;s Guide to User Research</a>. </p>
<p>Este livro, escrito por um dos fundadores da <a href="http://www.adaptivepath.com/"> Adaptive Path</a>, <a href="http://www.orangecone.com/">Mike Kuniavsky</a>, é uma autêntica &#8220;bíblia&#8221; do <em>user research,</em> tanto para iniciados como para praticantes experientes.  </p>
<p>Num estilo acessível e estimulante, repleto de histórias de sucessos e fracassos, Mike Kuniavsky apresenta-nos as <span class="mark">principais técnicas de <em>user research</em> que nos permitem aferir os objectivos, comportamentos e atitudes dos utilizadores</span>.</p>
<p>Sendo muito mais do que um simples compêndio	 de técnicas, o livro transporta-nos, também, numa viagem que vai desde a <span class="mark">articulação entre os objectivos de negócio e os objectivos dos utilizadores</span>, passando por uma <span class="mark">análise dos vários elementos da experiência de utilização</span>, pela <span class="mark">comunicação dos resultados</span> e acabando na <span class="mark">criação de uma cultura corporativa centrada no utilizador</span>. </p>
<p>Existem certamente livros muito mais especializados, e com maior grau de profundidade, sobre cada uma das técnicas, mas não conheço nenhum que <span class="mark">exponha de forma tão bem estruturada e articulada o <em>métier</em> de um investigador de <em>user research</em></span>. </p>
<p>Como nota final, um livro de 560 páginas que à nona página já &#8220;ordena&#8221; ao leitor em tom imperativo &#8220;faz um teste de usabilidade já&#8221; tinha mesmo que me conquistar. Mas os <span class="mark">testes de usabilidade de guerrilha</span> serão assunto para outro artigo ;-).  </p>
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		</item>
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