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	<title>guspim.net</title>
	
	<link>http://guspim.net</link>
	<description>Projectos Web, Produtividade e "Mundo da Vida"</description>
	<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 23:06:41 +0000</pubDate>
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		<title>The Village Pet Store And Charcoal Grill</title>
		<link>http://guspim.net/2008/10/31/the-village-pet-store-and-charcoal-grill/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/10/31/the-village-pet-store-and-charcoal-grill/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 19:10:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guspim</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>

		<category><![CDATA[arte]]></category>

		<category><![CDATA[arte de rua]]></category>

		<category><![CDATA[banksy]]></category>

		<category><![CDATA[nova York]]></category>

		<category><![CDATA[rua]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quando vos <a href="/2007/11/02/a-arte-esta-na-rua/">falei</a> do Banksy alertei para o seu “agnosticismo técnico”, mas confesso que, mesmo acompanhando de perto as suas intervenções, fiquei realmente surpreso com a última...     </p>
	
<p class="mb05">O artista abriu uma loja de animais em Nova York com contornos um pouco distintos do habitual... </p>  
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p>&#8220;New Yorkers don’t care about art, they care about pets. So I’m exhibiting them instead. I wanted to make art that questioned our relationship with animals and the ethics and sustainability of factory farming, but it ended up as chicken nuggets singing.&#8221;</p>
<p class="source">
<a href="http://www.woostercollective.com/2008/10/banksy_talks_about_the_village_pet_store.html">Banksy in Wooster</a>
</p>
</blockquote>
<p>Quando vos <a href="/2007/11/02/a-arte-esta-na-rua/">falei</a> do Banksy alertei para o seu “agnosticismo técnico”, mas confesso que, mesmo acompanhando de perto as suas intervenções, fiquei realmente surpreso com a última&#8230;     </p>
<p>O artista abriu uma loja de animais em Nova York com contornos um pouco distintos do habitual&#8230; </p>
<p><object width="504" height="284"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1980309&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1980309&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="504" height="284"></embed></object></p>
<blockquote>
<p>&#8220;I took all the money I made exploiting an animal in my last show and used it to fund a new show about the exploitation of animals. If its art and you can see it from the street, I guess it could still be considered street art&#8221;</p>
<p class="source">
<a href="http://www.woostercollective.com/2008/10/banksy_talks_about_the_village_pet_store.html">Banksy in Wooster</a>
</p>
</blockquote>
<p>Se por acaso estiverem em Nova York ainda vão a tempo de visitar a loja que fecha… …hoje. Como é certamente improvável que estejam, podem sempre visitar o <a href="http://thevillagepetstoreandcharcoalgrill.com/">web site</a>  do projecto ;-).</p>
<p>Para quem ainda não conhece o trabalho do Banksy, reproduzo aqui a selecção que fiz no <a href="/2007/11/02/a-arte-esta-na-rua/">artigo</a> que escrevi sobre arte de rua:</p>
<ul>
<li>Colocar uma obra sua retratando <a href="http://news.bbc.co.uk/1/hi/entertainment/arts/4563751.stm">um homem das cavernas a empurrar um carro de supermercado</a> no <a href="http://www.thebritishmuseum.ac.uk/">British Museum</a>. Após ter sido descoberta o museu decidiu adiciona-la à sua colecção permanente.</li>
<li> Pintar no muro erguido por Israel entre este país e a Palestina <a href="http://arts.guardian.co.uk/pictures/0,,1543331,00.html">nove trabalhos seus</a> como forma de protesto contra este “muro da vergonha” considerado ilegal pelas Nações Unidas.</li>
<li><a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/entertainment/5310416.stm">Substituir nos locais de venda 500 cópias do CD Paris</a> da <em>socialite</em> <a href="http://parishiltonrecord.com/">Paris Hilton</a> por uma versão com o grafismo e texto alterados por si e com <em>remixes</em> de <a href="http://www.dangermousesite.com/">Danger Mouse</a>.</li>
</ul>
<p>Estes são apenas alguns exemplos do inúmero leque de intervenções do Banksy pelo mundo fora. A Wikipedia tem um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Banksy#Art_stunts">registo</a> bem mais completo.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Anatomia da Experiência</title>
		<link>http://guspim.net/2008/10/29/anatomia-da-experiencia/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/10/29/anatomia-da-experiencia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 07:54:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guspim</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>

		<category><![CDATA[User Research]]></category>

		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A palavra experiência assume um peso cada vez maior tanto entre profissionais de áreas criativas como no próprio discurso publicitário.</p>

<p class="mb05">A explicação deste fenómeno levar-nos-ia a recuar um pouco no tempo, mas esse não é o meu propósito para hoje… Quero apenas focar-me numa simples pergunta: <span class="mark">mas afinal o que é uma experiência?</span>  </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<a href="http://astore.amazon.co.uk/guspimnet-21/detail/0596516835" class="naked"><img class="si" width="200" height="273" title="Subject to Change" alt="Subject to Change" src="/img/artigos/anatomia-da-experiencia/subjectToChange.jpg"/>   </a>
</div>
<p>A palavra experiência assume um peso cada vez maior tanto entre profissionais de áreas criativas como no próprio discurso publicitário.</p>
<p>A explicação deste fenómeno levar-nos-ia a recuar um pouco no tempo, mas esse não é o meu propósito para hoje… Quero apenas focar-me numa simples pergunta: <span class="mark">mas afinal o que é uma experiência?</span>  </p>
<h2>O que é uma experiência? </h2>
<p>Quando li o <a href="http://astore.amazon.co.uk/guspimnet-21/detail/0596516835">Subject to Change</a>, da <a href="http://www.adaptivepath.com/">Adaptive Path</a>, deparei-me com uma  &#8220;anatomia da experiência&#8221; que constitui uma excelente &#8220;resposta&#8221; a esta pergunta. </p>
<p>Abordando a questão numa perspectiva de negócio, o livro destrinça de forma cirúrgica quais as qualidades humanas que estão em jogo quando uma pessoa interage com produtos, serviços ou ambientes:   </p>
<ul>
<li><span class="mark">Motivações</span>: porque é que a pessoa se relaciona com a oferta e o que é que pretende tirar dela?</li>
<li><span class="mark">Expectativas</span>: que pré-noções é que tem sobre como a oferta funciona?</li>
<li><span class="mark">Percepções</span>: como é que a oferta afecta os seus sentidos (visão, audição, olfacto, gosto e tacto)?</li>
<li><span class="mark">Habilidades</span>: como é que consegue interagir física e cognitivamente com a oferta?</li>
<li><span class="mark">Fluxo</span>: como é que se relaciona com a oferta ao longo do tempo?</li>
<li><span class="mark">Cultura</span>: que conjunto de códigos, regras comportamentais e sistemas de crenças a condicionam? </li>
</ul>
<h2>Um pequeno exercício&#8230;  </h2>
<p>Com base nesta &#8220;anatomia&#8221; proponho-vos o seguinte: da próxima vez que tiverem uma boa ou má experiência tentem identificar quais destas qualidades tiveram maior peso na vossa opinião.</p>
<p>Este &#8220;exercício&#8221; permite-vos interiorizar as diferentes dimensões de uma experiência e, consequentemente, treinar o cérebro para o &#8220;desenho de experiências&#8221; ;-). </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>[Entrevista] Joana Viana (2)</title>
		<link>http://guspim.net/2008/10/02/entrevista-joana-viana-2/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/10/02/entrevista-joana-viana-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 10:49:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guspim</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

		<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>

		<category><![CDATA[e-learning]]></category>

		<category><![CDATA[ciências da educação]]></category>

		<category><![CDATA[educação]]></category>

		<category><![CDATA[Escola Superior de Educação – Instituto Politécnic]]></category>

		<category><![CDATA[ESE-IPL]]></category>

		<category><![CDATA[Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da]]></category>

		<category><![CDATA[FPCE-UL]]></category>

		<category><![CDATA[Joana Viana]]></category>

		<category><![CDATA[Teclar]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Após uma <a href="/2008/09/04/entrevista-joana-viana-1/">primeira parte da entrevista</a> focada no percurso académico e profissional da Joana, vamos conhecer um pouco melhor alguns dos seus projectos e saber como perspectiva o futuro.</p>

<p class="mb05">Não posso deixar de manifestar aqui alguma "inveja saudável" pelas experiências vividas pela Joana no Projecto Teclar. Depois de lerem a resposta à primeira pergunta, e os testemunhos dos participantes, vão perceber porquê ;-). </p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="150" height="150" title="Joana Viana" alt="Joana Viana" src="/img/artigos/entrevista-joana-viana-1/joanaviana.jpg"/></p>
<dl>
<dt>Joana Viana</dt>
<dd>Formadora, investigadora, gestora de conteúdos, …</dd>
</dl>
</div>
<p>Após uma <a href="/2008/09/04/entrevista-joana-viana-1/">primeira parte da entrevista</a> focada no percurso académico e profissional da Joana, vamos conhecer um pouco melhor alguns dos seus projectos e saber como perspectiva o futuro.</p>
<p>Não posso deixar de manifestar aqui alguma &#8220;inveja saudável&#8221; pelas experiências vividas pela Joana no Projecto Teclar. Depois de lerem a resposta à primeira pergunta, e os testemunhos dos participantes, vão perceber porquê ;-). </p>
<p>Esta não será certamente a última &#8220;presença&#8221; da Joana neste espaço, pois tencionamos escrever em co-autoria alguns artigos sobre técnicas de investigação. </p>
<div id="interview">
<h2>O que é o projecto Teclar? Partilha algumas experiência(s) gratificante(s) que tenhas tido no Teclar.</h2>
<p>O <a href="http://blogs.esel.ipleiria.pt/60mais/category/projecto-teclar/">Projecto Teclar, Ensinar e Aprender entre Gerações com Tecnologias</a>, constitui um espaço de aprendizagem e partilha de experiências e conhecimentos, entre adultos com mais de 50 anos e crianças alunos do 1º ciclo, com base na realização de actividades centradas no uso do computador e da Internet.</p>
<div class="siContainer">
<a class="naked" href="http://blogs.esel.ipleiria.pt/teclar/projecto/"><br />
<img class="si" width="200" height="163" title="Projecto Teclar, Ensinar e Aprender entre Gerações com Tecnologias" alt="Projecto Teclar, Ensinar e Aprender entre Gerações com Tecnologias" src="/img/artigos/entrevista-joana-viana-1/logoTeclar.gif"/><br />
</a>
</div>
<p>É desenvolvido na Escola Superior de Educação de Leiria (ESEL), do Instituto Politécnico de Leiria (IPL), desde Novembro de 2005, e tem como objectivo aproximar os mais velhos dos mais novos, em termos de conhecimentos e aprendizagens, associados ao uso das novas tecnologias, mobilizando os saberes, experiências e memória individual e colectiva dos adultos envolvidos. </p>
<p>Adultos e crianças aprendem colaborativamente, constituindo as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) o impulso das aprendizagens realizadas, troca de saberes e interacção entre as duas gerações.</p>
<p>Com a sua participação, os adultos elevam a auto-estima, a auto-confiança e motivação para aprenderem; estreitam a relação estabelecida com os mais novos, netos e filhos, ao nível de conhecimentos e aprendizagens associadas à utilização das novas tecnologias, podendo desenvolver actividades juntos no computador e comunicarem pela Internet. </p>
<p>Por seu lado, as crianças têm a oportunidade de aprenderem temáticas curriculares e desenvolverem competências ao nível do saber ser e do saber estar, de modo não formal e não escolar, em contacto com “novos” educadores.</p>
<div class="mb2 mt2">   <object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/esZYr-hnMFk&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/esZYr-hnMFk&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></div>
<p>O blogue <a href="http://projectoteclar.blogspot.com">“Experiências no Projecto Teclar”</a> constitui o espaço social de partilha entre todos os intervenientes (directos ou indirectos) no Teclar. Especialmente os adultos usam-no como um espaço de partilha e comunicação uns com os outros. </p>
<p>Desde a importância da relação entre as pessoas, a liderança e a capacidade de dinamização e de motivação num projecto como este, até à partilha de ideias, de conhecimentos, de boas práticas, de sentimentos e de frustrações… tudo é determinante para que seja possível resultar!</p>
<blockquote><p>“Para mim, o Projecto Teclar foi como um totoloto com Jackpot, que saiu na minha vida, não no sentido do ganho material mas sim do conhecimento.” </p>
<p class="source">	 Eugénia Ferrari     </p>
</blockquote>
<p>É fabuloso a forma como os adultos encaram e interpretam as novas aprendizagens que realizam, o contacto que estabelecem com este “novo mundo das tecnologias”; as possibilidades que lhes são criadas pelas competências que desenvolvem a este nível, para uma melhor integração na sociedade, comunicação e relação interpessoal, especialmente com a família e amigos! </p>
<p>Ver os adultos rejuvenescer no contacto com as crianças; criarem laços de afectividade como se fossem avós e netos; resolverem problemas em grupo e gerirem conflitos… é delicioso! As crianças a explicarem com doçura e espontaneidade como copiar ficheiros, como inserir uma imagem num slide do PowerPoint, como guardar as imagens da Internet para o computador, como fazer a animação da apresentação, ou como criar uma pasta…</p>
<p>Uma das Crescidas do Teclar diz que a Internet “são janelas sempre a abrir, a abrir para o mundo!”. É uma frase que memorizei&#8230;</p>
<p>É mais do que gratificante a alegria dos adultos com as aprendizagens que realizam, com o facto de comunicarem com os filhos ou netos por e-mail ou por messenger, por saberem pesquisar na Internet, navegar por todo o mundo!</p>
<blockquote><p>“O Projecto Teclar alterou de forma positiva toda a minha vida. Além de aprender a dominar as novas tecnologias, descobri uma excelente forma de combater a solidão.” </p>
<p class="source">	 Margarida Martins    </p>
</blockquote>
<p>Ouvi-los dizer e, sobretudo, presenciar o combate à solidão que foi possível para alguns dos adultos com a sua participação no Teclar, ao ocuparem parte do tempo livre ao computador, na Internet, a conversarem à noite uns com os outros, por chat (messenger, gtalk). Estarem confiantes a ajudar os netos a pesquisarem informações na Internet, realizarem os trabalhos e imprimirem!</p>
<p>A alegria dos adultos ao dizerem que conseguiram, que foram capazes sozinhos!</p>
<p>Em cada ano do projecto houve colaboração com diferentes escolas do 1º ciclo. Cada escola, com a sua especificidade, tornou o projecto mais singular e diversificado, mais motivante e pertinente para todos os intervenientes. </p>
<blockquote><p>“O contacto com as crianças foi muito bom (…). Foram amáveis connosco, respeitaram-nos e aceitaram algumas sugestões que lhes demos. Fiquei muito sensibilizado quando ontem me cruzei na rua com uma criança do meu grupo. Eu nem dava por ela, mas a Ana Patrícia atravessou a rua para me vir dar um beijo e apresentar-me à mãe. Que maravilha! Não sei descrever o que senti…” </p>
<p class="source">	António Dias   </p>
</blockquote>
<p>Posso dizer que o Teclar constitui uma comunidade de aprendizagem, dinamizada por actores sociais, com diferentes papéis na comunidade educativa: crianças em idade escolar, adultos aposentados, professora do 1º ciclo, alunas da licenciatura em ensino básico do 1º ciclo (estagiárias), eu e a comunidade educativa envolvida (pais das crianças, familiares dos adultos, alunos, professores, etc…). </p>
<p>A experiência ao longo destes três anos tem sido formidável, muito gratificante, com momentos de verdadeira aprendizagem, colaboração e partilha de saberes, aquisição de valores e atitudes, emoções, convívio, alegria, amizade e boa disposição! </p>
<p>Cada encontro inter-geracional constituiu um momento intenso, carregado de emoções e afectividade, muito para além das aprendizagens ou aquisição de conhecimentos escolares ou no âmbito das tecnologias. </p>
<p>Em síntese, para mim, poder estar num ambiente tão agradável, presenciar a alegria das aprendizagens e descobertas destes adultos, aprender com a sua sabedoria, com as suas experiências e histórias de vida, e concomitantemente promover novas aprendizagens, novos conhecimentos, novas formas de usar o computador e a Internet em beneficio do seu desenvolvimento pessoal, das relações sociais, culturais e afectivas, é um enorme prazer, orgulho e satisfação! É para mim, mais do que uma realização profissional, factor de realização humana!</p>
<p>Escolho terminar com uma frase bem interessante para o contexto do Teclar: </p>
<blockquote><p>“Ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar.” </p>
<p class="source">Píndaro (poeta romano)</p>
</blockquote>
<h2>Como foi a experiência de dar aulas na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)?</h2>
<div class="siContainer">
<a class="naked" href="http://www.fpce.ul.pt"><br />
<img class="si" width="200" height="144" title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)" alt="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)" src="/img/artigos/entrevista-joana-viana-1/fpcelogo.gif"/><br />
</a>
</div>
<p>Muito interessante, enriquecedora!</p>
<p>A grande mais-valia e o valor que retive foi o facto de poder viver, sentir, experimentar o ensino, na sala de aula, enquanto professora, quando há tão pouco tempo fui (e aliás continuo a ser) aluna! </p>
<p>A mistura e confronto das aprendizagens adquiridas nas duas situações têm sido riquíssimas, do ponto de vista da minha formação pessoal e profissional.</p>
<p>As Ciências da Educação incluem todos os processos e situações de ensino, de educação e de formação. Neste caso, tenho a possibilidade de colocar em prática os conhecimentos e competências adquiridas a esse nível, ao mesmo tempo que confronto com as experiências vividas enquanto aluna e o que sobre isso possa ter aprendido!</p>
<p>Para além disso, foi gratificante poder ter esta experiência nesta fase do meu percurso profissional, pouco tempo após ter concluído a Licenciatura. </p>
<p>O próprio contexto em que aconteceu foi muito importante para mim. Por um lado, ser a disciplina de Tecnologias Educativas, área em que tenho trabalhado e que me interessa, e por outro, o facto de ter sido responsável pelas aulas práticas, que de certa forma permitem e propiciam uma relação mais próxima com os alunos, com as suas questões, dificuldades, problemas, reflexões… exigindo essencialmente um papel de tutoria da minha parte. Não se cinge à preparação de uma aula que segue um determinado planeamento. Está “quase tudo” em aberto. Os alunos estão a realizar actividades práticas, em grupo, com estratégias e tempos diferentes.</p>
<p>Em termos de formação e investigação na área das tecnologias educativas, a experiência foi também enriquecedora visto que me permitiu contactar com um grupo de jovens e perceber qual a sua relação com as TIC, quais as suas atitudes, comportamentos e competências no uso das tecnologias, em que contextos as utilizam, com que objectivos.</p>
<div class="miContainer">
<img class="si" width="442" height="295" title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)" alt="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)" src="/img/artigos/entrevista-joana-viana-2/aulaFPCE.jpg"/>
</div>
<h2>O que te vês a fazer daqui a 5 anos? </h2>
<p>Pergunta difícil…!</p>
<p>Apesar de ter alguns projectos pessoais e profissionais a médio e longo prazo (ou talvez sejam ambições), ao longo do meu percurso de vida, nas várias “frentes” nunca fui de planear a esse nível. Deixei que os acontecimentos se desenrolassem e que as oportunidades surgissem. </p>
<p>Contudo, tenho consciência que o empenho, a motivação e a vontade com que fui intervindo, crescendo e interagindo contribuiu para as metas que fui alcançando e o que consegui até hoje. Como diria Josso, “o que sou hoje é condicionado pelo que fui ontem e pelo que serei amanhã”.</p>
<p>Daqui a 5 anos espero continuar a intervir no domínio das Ciências da Educação, a formar e a formar-me, a educar e a ser educada… neste processo contínuo! </p>
<p>Quem sabe preparar-me para um doutoramento?! Evoluir nalguns dos projectos actuais… </p>
<p>Gostava de intervir noutras áreas das Ciências da Educação, que não apenas as Tecnologias Educativas. O que de certa forma vou conciliando nos meus projectos actuais: desenvolvimento curricular, educação não formal, relação escola-comunidade…</p>
<p>Não me imagino apenas com uma actividade profissional! Mas tudo pode mudar.</p>
<p>Gostaria de desenvolver e implementar um projecto de um “centro educativo”, ou seja, um espaço com articulação de vários níveis e processos de ensino e educação: desde a educação pré-escolar, actividades de tempos livres, dinamização de projectos com diversas escolas, em diversas áreas; até à animação sociocultural e desenvolvimento comunitário; para crianças, jovens e adultos! </p>
<h2>Como é que vês a escola do futuro?   </h2>
<p>Haverá escola no futuro como a conhecemos hoje?! Tenho dúvidas…</p>
<p>Estou certa de que continuará a existir educação, formação, a vários níveis, … No entanto, a escola-instituição como a conhecemos actualmente não mudou desde que começou… Ou continua assim, ou se existirem mudanças, provavelmente deixará de se chamar escola!</p>
<p>Aprender através de outras fontes, de outros recursos, de outras ferramentas, de outras estratégias?! Talvez seja possível com a evolução das tecnologias, da investigação, da ciência, das sociedades, das práticas, das atitudes, … </p>
<h2>Para terminar, indica-nos um livro, um disco e um filme que te tenham marcado.  </h2>
<ul>
<li>Filme – Into the wild</li>
<li>Livro - Ensaios sobre educação, de João dos Santos; </li>
<li>Disco – um disco é muito difícil, mas elego os Pearl Jam e a Katie Melua como bandas sonoras que marcaram a minha vida…   </li>
</ul>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Enough Pepper</title>
		<link>http://guspim.net/2008/09/30/enough-pepper/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/09/30/enough-pepper/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 05:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guspim</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gestão de Projectos]]></category>

		<category><![CDATA[Projectos]]></category>

		<category><![CDATA[Enough Pepper]]></category>

		<category><![CDATA[survs]]></category>

		<category><![CDATA[xSort]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Não, não vos vou dar nenhuma receita culinária (pelo menos neste artigo), mas sim falar um pouco da "minha" empresa cujo <a href="http://www.enoughpepper.com">web site</a> lançámos a semana passada.</p>     

<p class="mb05">A Enough Pepper é a <span class="mark">empresa de desenvolvimento de aplicações informáticas</span> que fundei com o <a href="http://terminalapp.net/">Miguel Arroz</a>, o <a href="http://www.letspushthingsforward.com/">João Alfaiate</a> e o Paulo Andrade no início deste ano. Ou melhor, é um sonho comum tornado realidade. </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não, não vos vou dar nenhuma receita culinária (pelo menos neste artigo), mas sim falar um pouco da &#8220;minha&#8221; empresa cujo <a href="http://www.enoughpepper.com">web site</a> lançámos a semana passada.</p>
<p>A Enough Pepper é a <span class="mark">empresa de desenvolvimento de aplicações informáticas</span> que fundei com o <a href="http://terminalapp.net/">Miguel Arroz</a>, o <a href="http://www.letspushthingsforward.com/">João Alfaiate</a> e o Paulo Andrade no início deste ano. Ou melhor, <span class="mark">é um sonho comum tornado realidade</span>. </p>
<div class="liContainer">
<a href="http://www.enoughpepper.com" class="naked"><img class="si imgBorder" width="720" height="702" title="Enough Pepper" alt="Enough Pepper" src="/img/artigos/enough-pepper/enoughPepper.jpg"/> </a>
</div>
<p>Mais do que uma simples empresa, a Enough Pepper é a <span class="mark">expressão viva de uma filosofia de trabalho assente na colaboração</span>, não só entre os membros da equipa, mas, também, com o meio envolvente.</p>
<p>Hum, pensam vocês, que conversa é esta? O que é que este tipo quer dizer? Que <span class="mark">pensamos nos projectos como &#8220;organismos vivos&#8221;</span>; que não traçamos planos na pedra; mas sim aprendemos com as experiências e adapta-mo-nos continuamente ao que nos rodeia. Nem que seja para cortar a direito com tudo o que é convenção ;-).  </p>
<p>Enquanto gestor de projecto das várias aplicações da empresa, é particularmente motivador trabalhar com pessoas que, tal como eu, acreditam que <a href="http://guspim.net/2007/12/02/gerir-a-rir/">boa disposição</a> e frontalidade são aptidões tão importantes para o sucesso como a competência técnica.</p>
<p>É impressionante que numa equipa em que quase todos são conhecidos pela sua personalidade vincada (pensem no rezingão da Branca de Neve e os Sete Anões) nunca tenha havido uma discussão grave. </p>
<p>Os dois principais projectos são o <a href="http://www.survs.com">Survs</a>, de que já falei aqui, e o <a href="http://www.xsortapp.com">xSort</a> que será tema de um próximo artigo. Na calha está uma terceira aplicação, mas que só deverá ver a luz do dia no próximo ano.</p>
<p>Ah&#8230; <span class="mark">O nome; acabei por não falar nele</span>&#8230; A ideia é simples: desenvolvemos aplicações que se definem por um equilíbrio entre a simplicidade de utilização e o poder que oferecem. Pensem num prato com o tempero certo; nem mais nem menos: no ponto!</p>
<p>Qualquer semelhança entre o nome e o meu apelido é pura coincidência. A sério, nem sequer foi sugerido por mim&#8230;  </p>
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		</item>
		<item>
		<title>Testes de Usabilidade</title>
		<link>http://guspim.net/2008/09/21/testes-de-usabilidade/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/09/21/testes-de-usabilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 10:18:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guspim</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>

		<category><![CDATA[User Research]]></category>

		<category><![CDATA[técnicas]]></category>

		<category><![CDATA[testes de usabilidade]]></category>

		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Após os artigos em que expliquei o que é o <a href="http://guspim.net/2007/11/02/user-research-em-projectos-web/">user research</a> e a <a href="http://guspim.net/2008/02/19/o-que-e-a-usabilidade/">usabilidade</a>, estamos em condições de partir numa “viagem” em torno das várias técnicas de investigação.   </p>

<p class="mb05">Quando chegarmos ao nosso destino talvez faça um <span class="mark">compêndio em forma de e-book</span>. Mas até lá ainda temos um longo caminho a percorrer…</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="200" height="150" src="/img/artigos/testes-de-usabilidade/utilizadorFrustrado.jpg" alt="Utilizador frustrado" title="Utilizador frustrado"/>
</div>
<p>Após os artigos em que expliquei o que é o <a href="http://guspim.net/2007/11/02/user-research-em-projectos-web/">user research</a> e a <a href="http://guspim.net/2008/02/19/o-que-e-a-usabilidade/">usabilidade</a>, estamos em condições de partir numa “viagem” em torno das várias técnicas de investigação.   </p>
<p>Quando chegarmos ao nosso destino talvez faça um <span class="mark">compêndio em forma de e-book</span>. Mas até lá ainda temos um longo caminho a percorrer…</p>
<p>Como sei que alguns de vocês gostavam de sustentar o vosso trabalho em user research, mas têm algum receio da curva de aprendizagem; optei por começar a nossa viagem pelos testes de usabilidade. </p>
<p>Esta técnica permite diagnosticar rapidamente problemas e não implica um grande investimento para pôr em prática. Ou seja, é ideal para quem se quer iniciar no user research!</p>
<h2>O que é um teste de usabilidade?</h2>
<p><span class="mark">O teste de usabilidade é uma entrevista estruturada em que é pedido aos utilizadores de um produto ou serviço, ou a indivíduos cujo perfil se insira no seu público-alvo, que realizem um conjunto de tarefas.</span></p>
<p>O objectivo é aferir a facilidade de utilização, tempo de execução de tarefa e a percepção que o utilizador tem da experiência de utilização. </p>
<h2>Como se faz? </h2>
<p>É usual iniciar-se um teste de usabilidade com uma entrevista preliminar com o objectivo de contextualizar o participante nas tarefas que lhe vão ser propostas. </p>
<p>Esta entrevista visa, igualmente, construir uma relação de confiança entre facilitador e participante, de forma a que quando o participante realizar as tarefas que lhe são propostas já se sinta confortável com o teste.</p>
<p>A seguir, propõe-se, sucessivamente, um conjunto de tarefas ao participante,  pedindo-lhe que verbalize o que faz e o que pensa.  </p>
<p>Por vezes termina-se com uma troca de impressões ou pedido ao entrevistado para preencher um pequeno questionário sobre o teste.</p>
<h2>Com se analisa?</h2>
<p>A análise centra-se essencialmente em aferir se o utilizador consegue realizar as tarefas propostas e qual a dificuldade que tem em o fazer. Contudo, esta é apenas a ponta do iceberg, pois os testes podem revelar muito mais informação. </p>
<p>A validade e pertinência de extrapolação de um teste de usabilidade não está relacionada com a sua representatividade estatística. </p>
<p>Normalmente aponta-se o número de 5 testes para identificar a maior parte dos problemas de usabilidade de uma interface. </p>
<h2>Síntese</h2>
<p>Provavelmente este artigo soube-vos a pouco… Ficaram com uma luzes sobre o que é um teste de usabilidade, mas continuam sem saber muito bem como fazer um …</p>
<p>Não se preocupem. <span class="mark">Apenas descrevi em  traços muito gerais (eu diria mesmo superficiais) esta técnica porque tenciono, num próximo artigo, “partir” para o terreno e falar-vos das questões mais “operacionais” ;-)</span>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>REPUX</title>
		<link>http://guspim.net/2008/09/09/repux/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/09/09/repux/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 07:46:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guspim</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Design de Interfaces]]></category>

		<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>

		<category><![CDATA[Projectos]]></category>

		<category><![CDATA[User Research]]></category>

		<category><![CDATA[arquitectura da informação]]></category>

		<category><![CDATA[design de interacção]]></category>

		<category><![CDATA[rede]]></category>

		<category><![CDATA[REPUX]]></category>

		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Repuquê?! Será uma seita metodista ortodoxa, um novo elixir da juventude ou uma organização para-militar?</p>

<p class="mb05">Nada disso. <span class="mark">A <a href="http://groups.google.com/group/repux">Rede Portuguesa de User Experience (REPUX)</a> é um grupo informal que tem como objectivo ajudar a criar e dinamizar uma comunidade de profissionais de user experience em Portugal.</span></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Repuquê?! Será uma seita metodista ortodoxa, um novo elixir da juventude ou uma organização para-militar?</p>
<p>Nada disso. <span class="mark">A <a href="http://groups.google.com/group/repux">Rede Portuguesa de User Experience (REPUX)</a> é um grupo informal que tem como objectivo ajudar a criar e dinamizar uma comunidade de profissionais de user experience em Portugal.</span></p>
<p>Procura-se pôr em contacto designers de interacção, especialistas em usabilidade, arquitectos da informação e outros profissionais de áreas contíguas.</p>
<p>O projecto, que <a href="http://groups.google.com/group/repux/msg/05197da80976544b">iniciei com o Diogo Garrido</a> em 2003, tem como &#8220;centro nevrálgico&#8221; uma <a href="http://groups.google.com/group/repux">mailing list</a> que gostava de ver mais activa (muito mais activa&#8230;).</p>
<p>Se a vossa actividade gira em torno da experiência de utilização, abandonem a malfadada aversão lusa à participação e <a href="http://groups.google.com/group/repux">digam de vossa justiça</a> o que vos passa pela cabeça ;-). </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>[Entrevista] Joana Viana (1)</title>
		<link>http://guspim.net/2008/09/04/entrevista-joana-viana-1/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/09/04/entrevista-joana-viana-1/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 17:22:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guspim</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

		<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>

		<category><![CDATA[User Research]]></category>

		<category><![CDATA[e-learning]]></category>

		<category><![CDATA[ciências da educação]]></category>

		<category><![CDATA[e-escola]]></category>

		<category><![CDATA[educação]]></category>

		<category><![CDATA[Escola Superior de Educação – Instituto Politécnic]]></category>

		<category><![CDATA[ESE-IPL]]></category>

		<category><![CDATA[Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da]]></category>

		<category><![CDATA[FPCE-UL]]></category>

		<category><![CDATA[Gabinete de Apoio à Produção de Conteúdos Multiméd]]></category>

		<category><![CDATA[gael]]></category>

		<category><![CDATA[gustavo pimenta]]></category>

		<category><![CDATA[historias]]></category>

		<category><![CDATA[Instituto Superior Técnico]]></category>

		<category><![CDATA[Joana Viana]]></category>

		<category><![CDATA[Teclar]]></category>

		<category><![CDATA[UI&amp;DCE]]></category>

		<category><![CDATA[Unidade de I&amp;D de Ciências da Educação da Univer]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A Joana Viana é uma das pessoas com quem tenho mais prazer em trabalhar. Tem aquele brilho nos olhos de quem tem paixão pelo que faz.</p>

<p class="mb05">Quando foi trabalhar para o GAEL rapidamente percebi que seria a companheira ideal para projectos de investigação, assim como admirei desde logo a sua capacidade de gestão e planeamento.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-joana-viana-1/joanaviana.jpg" class="si" alt="Joana Viana" title="Joana Viana" height="150" width="150"></p>
<dl>
<dt>Joana Viana</dt>
<dd>Formadora, investigadora, gestora de conteúdos, &#8230;</dd>
</dl>
</div>
<p>A Joana Viana é uma das pessoas com quem tenho mais prazer em trabalhar. Tem aquele brilho nos olhos de quem tem paixão pelo que faz.   </p>
<p>Quando foi trabalhar para o GAEL rapidamente percebi que seria a companheira ideal para projectos de investigação, assim como admirei desde logo a sua capacidade de gestão e planeamento.</p>
<p>Apesar dos mais de dez anos que nos separam, é das pessoas que melhor lidou até hoje com a minha conhecida dureza no esgrimir de ideias, demonstrando sempre jogo de cintura para aceitar as críticas e retorquir com argumentos pertinentes.</p>
<p>Pelos conselhos que lhe dou, por vezes sinto-me como uma espécie de “mentor” dela, mas frequentemente os papéis invertem-se e sou eu quem bebe do seu conhecimento e experiência.</p>
<p>A sua contínua sede de novos saberes e a dinâmica que incute aos projectos em que se envolve constituem um excelente exemplo do que deve ser um profissional preparado para enfrentar os desafios da sociedade actual.     </p>
<div id="interview">
<h2>Quando descobriste a tua vocação profissional? </h2>
<p>Bem, a vocação profissional pode ser abordada de diversas formas… Mas se me centrar na vocação profissional no que toca às Ciências da Educação, domínio onde me insiro e, de facto, me sinto realizada, essa foi apenas descoberta na própria Licenciatura!  Eu explico… </p>
<p>As Ciências da Educação são uma área de intervenção profissional menos conhecida do que muitas outras actividades profissionais que podemos enunciar, mais tradicionais e reconhecidas. Eu, desde criança, desejava seguir Matemática. Era a minha área de eleição… </p>
<p>No entanto, lembro-me de estar a iniciar o 10º ano e começar a reflectir sobre o meu futuro. Do que conhecia achei que para seguir a área de Matemática provavelmente iria ser professora, mas eu não queria nem me imaginava a ser professora! Portanto, comecei a tentar perceber o que poderia “ser” ao nível profissional (o que não é uma tarefa nada fácil quando somos adolescentes…).</p>
<p>Considerei Psicologia uma área interessante e com a qual me identificava. Decidi que iria fazer a Licenciatura. </p>
<p>Durante as pesquisas para ingressar no ensino superior, descobri que nas mesmas Faculdades existia o curso de Ciências da Educação, com algumas disciplinas iguais nos dois cursos, especialmente no 1º ano. Pesquisei melhor sobre o curso de Ciências da Educação e sobre as respectivas saídas profissionais. Agradou-me, mas continuava a querer Psicologia. </p>
<div class="siContainer"><a class="naked" href="http://www.fpce.ul.pt"><img src="/img/artigos/entrevista-joana-viana-1/fpcelogo.gif" class="si" alt="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)" title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)"  width="200" height="144" / >  </a> </div>
<p>No concurso nacional de acesso ao ensino superior optei por colocar Ciências da Educação na 2ª opção, para a <a href="http://www.fpce.ul.pt">Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE-UL)</a>. Não entrei na Licenciatura em Psicologia por duas décimas! </p>
<p>Desde as primeiras aulas de Ciências da Educação, os primeiros trabalhos, as primeiras leituras e o contacto directo com a área, o domínio de intervenção e as suas potencialidades fiquei rendida! </p>
<p>Percebi que estava muito enganada. Compreendi que o que eu sempre desejei foi Ciências da Educação e não Psicologia! Mas não sabia, nem podia saber, pois não conhecia&#8230;</p>
<p>Não me formei para ser professora, mas fiquei intrinsecamente ligada à Educação, ao Ensino, à Formação, a todo o tipo de actividades educativas e formativas… </p>
<h2>Fala-nos um pouco sobre o teu percurso académico e profissional.</h2>
<p>Até ao 9º ano de escolaridade posso dizer que fui a designada “boa aluna” (pelo menos em termos de resultados escolares): lembro-me que no 2º e 3º períodos tinha 5 a todas as disciplinas. </p>
<p>No ensino secundário, optei pela área “científico - natural” e fui uma aluna “média”. Tive a minha primeira negativa, na prova global de inglês! Fiquei com alguma aversão ao inglês (o que ainda hoje é notório…) e as Professoras que tive não ajudaram a melhorar “essa relação”.</p>
<p>Durante a Licenciatura envolvi-me no curso, naquilo que fazia em cada disciplina! Tive consciência da importância de estar atenta ao contributo de cada área disciplinar para aquilo que poderia vir a fazer em termos práticos, ao nível profissional. </p>
<p>Poucas foram as disciplinas que considero terem sido desnecessárias&#8230; Vários foram os Professores, os pensamentos e as leituras que me marcaram durante esse percurso!</p>
<p>No 2º semestre do 3º ano tinha de escolher uma área de especialização do curso, sobre a qual tinha 2 ou 3 disciplinas específicas em cada um dos semestres seguintes. Eu desejava a área de Desenvolvimento Curricular, pois incluía as Tecnologias Educativas – a minha área de eleição para intervir. Nenhum colega iria escolher essa área, e perante este cenário não queria ser a única aluna… Optei por Formação de Adultos. </p>
<p>Não me arrependo, pois adquiri imensos conhecimentos, desenvolvi competências e realizei aprendizagens essenciais para a minha intervenção profissional, mesmo na área das tecnologias educativas.</p>
<p>O último ano da licenciatura consistia em desenvolver um estágio curricular. Durante o 4º ano, o <a href="http://gael.ist.utl.pt/">Gabinete de Apoio à Produção de Conteúdos Multimédia e e-Learning (GAEL)</a>, no <a href="http://www.ist.utl.pt/">Instituto Superior Técnico</a>, nomeadamente o Projecto <a href="http://www.e-escola.pt">e-escola</a>, apresentou-se como um potencial contexto para o desenvolvimento do estágio. No entanto, e como sou de Leiria, pensei que poderia tentar conciliar dois estágios, e nesse sentido, enviei a proposta para quatro Instituições em Leiria. </p>
<p>Na <a href="http://www.esel.ipleiria.pt/">Escola Superior de Educação – Instituto Politécnico de Leiria (ESE-IPL)</a> deram-me a possibilidade de apresentar uma proposta, que envolvesse adultos seniores (ou adultos maiores, como se começam a designar!) e as TIC (após articulação entre o meu currículo e os objectivos da <acronym title="Escola Superior de Educação – Instituto Politécnico de Leiria">ESE-IPL</acronym>). </p>
<div class="siContainer"><a class="naked" href="http://blogs.esel.ipleiria.pt/teclar/projecto/"><img src="/img/artigos/entrevista-joana-viana-1/logoTeclar.gif" class="si" alt="Projecto Teclar, Ensinar e Aprender entre Gerações com Tecnologias" title="Projecto Teclar, Ensinar e Aprender entre Gerações com Tecnologias" height="163" width="200" /> </a>  </div>
<p>Apresentei a proposta para o desenvolvimento do <a href="http://blogs.esel.ipleiria.pt/60mais/category/projecto-teclar/">Projecto Teclar, Ensinar e Aprender entre Gerações com Tecnologias</a>, que foi aceite. </p>
<p>Desenvolvi os dois estágios, em Leiria e em Lisboa, entre Outubro de 2005 e Junho de 2006: coordenação e formação no Projecto Teclar e gestão educativa de conteúdos no Projecto e-escola. No final dos dois estágios tive a possibilidade de continuar a articular as duas actividades profissionais, onde continuo neste momento!	</p>
<p>Durante a licenciatura colaborei e participei nalgumas iniciativas ligadas ao uso das tecnologias na educação, ao “serviço do ensino e da aprendizagem” (frase muito utilizada pelo Professor Fernando Costa, com quem comecei a colaborar e a desenvolver o meu percurso profissional! Obrigado especial!):</p>
<ul>
<li>Curso de Verão - Desenho de Projectos de e-learning, em 2004 e em 2005, na  <acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE-UL</acronym> e no <a href"http://64.131.66.67/~cnededu/index.php?domain_name=www"><acronym title="Centro Naval de Ensino a Distância">CNED</acronym></a> </li>
<li> Projectos de investigação e formação na área das Tecnologias Educativas e do Desenvolvimento Curricular </li>
<li>Desenvolvimento do CD-ROM sobre a <acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE-UL</acronym>, os cursos e as saídas profissionais, para divulgação junto de alunos do ensino secundário (especialmente no Fórum Estudante – FIL)</li>
<li>Colaborei também na organização do Colóquio da <acronym title="  Association Francophone Internationale de Recherche Scientifique en Education">AFIRSE</acronym> , nos anos 2005 e 2006, (que se realiza todos os anos na <acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE-UL</acronym> com temáticas diferentes).  </li>
</ul>
<p>Desde 2006, colaboro no Projecto eNote da <acronym title="Unidade de I&#038;D de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">UI&#038;DCE</acronym>, coordenado pelo Professor Fernando Costa. </p>
<p>No ano lectivo 2007/2008, colaborei na disciplina de Tecnologias Educativas I e II, especialmente nas aulas práticas, dos alunos do 1º e 2º anos da Licenciatura em Ciências da Educação da <acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE-UL</acronym>.</p>
<p>Desde Fevereiro deste ano colaboro no <a href="http://www.60mais.ipleiria.pt/">Projecto IPL 60+ </a> dinamizado pelo <a href="http://www.ipleiria.pt/">Instituto Politécnico de Leiria (IPL)</a> e dirigido a adultos com mais de 60 anos, numa perspectiva de formação ao longo da vida.</p>
<p>Com base no estudo que realizei contigo sobre a experiência de utilização do portal e-escola durante o ano de 2006, fomos convidados a escrever um artigo (“Investigação centrada no utilizador em projectos Web de natureza educativa. Experiência de utilização do portal e-escola”) para o livro <a href="http://www.portoeditora.pt/ficha.asp?ID=34080">As TIC na Educação em Portugal</a>, editado pela Porto Editora, em Abril de 2008. </p>
<p>Actualmente estou também a desenvolver o Mestrado em Ciências da Educação – Área de Especialização em Tecnologias Educativas, na <acronym title="Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa">FPCE-UL</acronym>.</p>
<h2>Quais são os teus principais projectos actuais? </h2>
<ul>
<li>Desenvolvo o Projecto Teclar em Leiria (na <acronym title="Escola Superior de Educação – Instituto Politécnico de Leiria">ESE-IPL</acronym>) </li>
<li>Faço gestão educativa de conteúdos no <acronym title="Gabinete de Apoio à Produção de Conteúdos Multimédia e e-Learning do Instituto Superior Técnico">GAEL-IST</acronym> </li>
<li>Desenvolvo o meu projecto de mestrado, em Ciências da Educação, na área de Tecnologias Educativas</li>
<li>Colaboro no Programa IPL 60+ desenvolvido pelo <acronym title="Instituto Politécnico de Leiria">IPL</acronym> </li>
</ul></div>
<p> Numa <a href="/2008/10/02/entrevista-joana-viana-2/">segunda parte desta entrevista</a>, a publicar brevemente, a Joana falar-nos-á em maior profundidade de alguns dos seus projectos, assim como fará um pouco de &#8220;futurologia&#8221; ;-).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://guspim.net/2008/09/04/entrevista-joana-viana-1/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevistas</title>
		<link>http://guspim.net/2008/08/28/entrevistas/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/08/28/entrevistas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 18:03:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guspim</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

		<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>

		<category><![CDATA[historias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Não são raras as vezes em que sinto vontade de partilhar convosco “histórias” de algumas das pessoas que constituem a vasta e heterogénea “rede social” que fui construindo ao longo do tempo.</p>

<p class="mb05">Mas como transmitir essas “histórias”? Penso que nada melhor do que serem os próprios protagonistas a narrarem as suas vivências na primeira pessoa, limitando-me eu à condução das entrevistas.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><img class="si" title="Micro" alt="Micro" src="/img/artigos/entrevistas/micro.jpg" height="290" width="200"></a></div>
<p>Não são raras as vezes em que sinto vontade de partilhar convosco “histórias” de algumas das pessoas que constituem a vasta e heterogénea “rede social” que fui construindo ao longo do tempo.</p>
<p>Mas como transmitir essas “histórias”? Penso que nada melhor do que serem os próprios protagonistas a narrarem as suas vivências na primeira pessoa, limitando-me eu à condução das entrevistas.</p>
<p>Algumas entrevistas serão autênticas histórias de vida, outras centrar-se-ão apenas num único projecto ou acontecimento.</p>
<p>Brevemente publicarei a primeira entrevista; mas por agora não levanto mais o véu para aguçar a vossa curiosidade…</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://guspim.net/2008/08/28/entrevistas/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Survs Blog</title>
		<link>http://guspim.net/2008/08/25/survs-blog/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/08/25/survs-blog/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 17:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guspim</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>

		<category><![CDATA[Enough Pepper]]></category>

		<category><![CDATA[inquéritos]]></category>

		<category><![CDATA[inquéritos on-line]]></category>

		<category><![CDATA[questionários]]></category>

		<category><![CDATA[survs]]></category>

		<category><![CDATA[survs blog]]></category>

		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Infelizmente, não tenho conseguido escrever aqui tanto quanto queria sobre o <a href="http://www.survs.com">Survs</a>, mas em contrapartida já lançámos o nosso <a href="http://blog.survs.com/">blog</a> onde, a partir de agora, o ritmo de novidades será em crescendo. </p>

<p class="mb05">Quem preferir um acompanhamento mais contínuo pode também seguir-nos no <a href="http://twitter.com/survs">twitter</a>, onde as notícias serão dadas em "primeira mão".</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><a class="naked" href="http://www.survs.com"><img class="si" width="200" height="76" title="Survs" alt="Survs" src="/img/artigos/survs/survsLogo.gif"/></a></div>
<p>Infelizmente, não tenho conseguido escrever aqui tanto quanto queria sobre o <a href="http://www.survs.com">Survs</a>, mas em contrapartida já lançámos o nosso <a href="http://blog.survs.com/">blog</a> onde, a partir de agora, o ritmo de novidades será em crescendo. </p>
<p>Quem preferir um acompanhamento mais contínuo pode também seguir-nos no <a href="http://twitter.com/survs">twitter</a>, onde as notícias serão dadas em &#8220;primeira mão&#8221;.</p>
<p>Escusado será dizer que tanto eu como o resto da equipa estamos sempre disponíveis para trocar impressões convosco. Não hesitem em iniciar uma conversa connosco, seja através do <a href="http://blog.survs.com/">blog</a>, do <a href="http://twitter.com/survs">twitter</a> ou por <a href="mailto:survs@survs.com">email</a>!</p>
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		<title>[Notas Soltas] Edição da Catarse</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 12:48:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guspim</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>

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		<category><![CDATA[goraz]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Após umas curtas, mas retemperantes, férias na Costa Vicentina, quero aproveitar estas notas soltas para vos falar um pouco sobre o <span class="mark">lado negativo da fantástica aventura que tem sido o <a href="http://www.survs.com/">Survs</a></span>. </p>

<p class="mb05">E porquê escrever sobre este assunto? Talvez porque necessite de<span class="mark"> verbalizar o que sinto numa espécie de catarse pública</span>; e também porque a minha experiência poderá servir de <span class="mark">exemplo para os <em>workaholics</em> que por aí andam</span>.    </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após umas curtas, mas retemperantes, férias na Costa Vicentina, quero aproveitar estas notas soltas para vos falar um pouco sobre o <span class="mark">lado negativo da fantástica aventura que tem sido o <a href="http://www.survs.com/">Survs</a></span>. </p>
<p>E porquê escrever sobre este assunto? Talvez porque necessite de<span class="mark"> verbalizar o que sinto numa espécie de catarse pública</span>; e também porque a minha experiência poderá servir de <span class="mark">exemplo para os <em>workaholics</em> que por aí andam</span>.    </p>
<p>Não terminarei o artigo sem antes vos passar as habituais <span class="mark">dicas gastronómicas</span> e falar de um <span class="mark">blog muito especial</span>. </p>
<h2>Ó tempo volta para trás… </h2>
<p>Afinal  queixo-me de quê? De tempo, ou melhor, da falta dele para estar presente em todos os “espaços” em que queria, e devia, marcar presença. </p>
<p>As consequências de uma aposta forte num projecto “paralelo” totalmente feito nos &#8220;tempos livres&#8221; é que todo o &#8220;resto&#8221; da nossa vida tende necessariamente a ficar para trás.</p>
<p>Estava consciente desta situação, porém vivia na ilusão de que todos os que me rodeiam percebiam o que implica o Survs. </p>
<p>Mas de um momento para o outro deparei-me com múltiplos alertas daqueles que gosto de ter perto de mim. Todos se queixavam do mesmo: da minha ausência.</p>
<p>Apesar de a minha memória também se ausentar frequentemente, recordo-me como se fosse hoje de uma cena recorrente durante a minha recruta no Regimento de Engenharia n.º 1.   </p>
<p>E a história reza assim: o furriel Palma (um caricato alentejano com quem passei uma das melhores noites de copos da minha vida) gritava alto e em bom som dia após dia  “senhor pimenta, só você é que está certo: tá tudo a acertar o passo pelo pimenta!”.</p>
<p>Estes constantes avisos durante os treinos de marcha, quando eu trocava o passo por estar perdido em pensamentos desfazados da rigidez militar, tiveram dois resultados práticos: </p>
<ul>
<li>(1) aprendi a marchar para não sofrer a ira dos meus “camaradas”, que tinham de constantemente acertar o passo por mim;</li>
<li>(2) e comecei a ficar mais atento à possibilidade de estar errado quando toda a gente me indica o sentido oposto para o qual me dirijo.</li>
</ul>
<p>Conclusão: os protestos daqueles que mais valorizo só podiam ter um significado: eu estava “errado”. Chegava a hora de acertar o passo. </p>
<p>Depois deste desabafo, em jeito de carta aberta à família (de sangue e de escolha), passemos a outras notas mais leves…    </p>
<h2>Ócio</h2>
<p>Num acto de puro egoísmo não vos deixo aqui o contacto do monte onde passei férias na Costa Vicentina; a relação preço /qualidade é tão absurda que tenho receio que se torne demasiado conhecido. É daqueles segredos que só se transmitem de boca a orelha. Literalmente. </p>
<p>Contudo, posso dar-vos uma dica de um restaurante que para mim continua a ser um destino obrigatório do sudoeste luso: <a href="http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/desenvRegArtigo.asp?reg=337734">O Sacas</a>. </p>
<p>Comecem com uma pratada de percebes, sigam para uns filetes de peixe aranha acompanhados de migas e rematem com uma feijoada de búzios. Quando vier a conta terão ainda a agradável surpresa de constatar que os preços são mais do que justos. Experimentem, garanto que que não se arrependem!</p>
<p>Mas foi Já em Lisboa que degustei a melhor refeição deste verão: um magnífico goraz cozinhado no forno pelo António, amigo da maggy e dono do centenário restaurante <a href="http://www.lifecooler.com/Portugal/restaurantes/RestauranteJoaodoGrao">João do Grão</a>. </p>
<p>Para além dos seus inquestionáveis dotes culinários, partilhar uma refeição com o António é toda uma experiência de sapiência na arte de comer bem.  </p>
<p>Se forem apreciadores de bom bacalhau, uma visita ao João do Grão é pura e simplesmente obrigatória. </p>
<h2>Era uma vez…      </h2>
<p>Por fim, deixo-vos aqui uma sugestão para visitarem o blog <a href="http://historiasdegentesimples.blogspot.com/2008/06/prlogo.html">“histórias de gente simples”</a>. Neste espaço, o José Valente, um contador de histórias nato, descreve-nos, em português da época, como era a vida rural na Beira Baixa na segunda metade do século vinte.</p>
<p>Quando soube que a leitura destas histórias era privilégio de poucos não pude deixar de incentivar o zé a partilhar os seus relatos, misto de ficção e realidade, com todos nós. Aproveitem para aprender como se conta uma história ;-).  </p>
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